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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

ENSP debate os desafios da saúde reprodutiva




Como parte das atividades acadêmicas da disciplina de pós-graduação Tópicos Especiais em Gênero, Violência e Saúde do programa de Saúde Pública da ENSP, a Escola, em parceira com o Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da UFRJ, realizará a mesa-redonda Questões e desafios da saúde reprodutiva no Brasil: nascimento e parto, mortalidade materna e aborto no dia 28 de novembro, de 9 às 13 horas. O encontro, que será mediado por Sônia Maria Dantas Berger (ISC/UFF), terá como convidadas a pesquisadora da ENSP Mariza Theme, Tizuko Shiraiwa (SESH-RJ), Maysa Luduvice (FE/UERJ) e Leila Adesse (AADS). Para participar não é necessária inscrição prévia.

Tópicos Especiais em Gênero, Violência e Saúde 

Na perspectiva dos estudos de gênero e saúde, a disciplina visa oferecer aos alunos de mestrado e doutorado, inscritos nesta área temática e/ou interessados em incorporar a abordagem de gênero aos seus campos temáticos, subsídios teóricos e práticos para a pesquisa bibliográfica relacionada aos respectivos temas/objetos de pesquisa. A disciplina pretende abordar as seguintes temáticas: introdução aos estudos de gênero e saúde; aspectos históricos, epistemológicos e teóricos; interfaces entre gênero e trabalho e interfaces entre gênero e saúde.

Seminário analisa os impactos da governança regional na efetividade do SUS

A governança regional na saúde, conforme explicou a pesquisadora da ENSP Luciana Dias, expressa as relações de dependência, interação e acordos estabelecidos entre múltiplos agentes (governamentais e não governamentais; públicos e privados), cujos interesses, embora muitas vezes divergentes, podem ser organizados e direcionados segundo objetivos comuns, de modo a assegurar a universalização do direito à saúde. No entanto, para ela, os fatores que condicionam a governança não se expressam de modo homogêneo no território nacional, sendo a diversidade regional um fator significativo na condução da política de saúde.

Este fenômeno foi o tema abordado no segundo dia (14/11) de atividades do seminário Regionalização e redes de atenção à saúde como desafios para efetivação do SUS organizado pelo Laboratório de Avaliação de Situações Endêmicas Regionais do Departamento de Endemias Samuel Pessoa (Laser/Densp/ENSP), que contou ainda com a participação da pesquisadora da Escola Marcia Fausto. No encontro, as pesquisadoras apresentaram, respectivamente o estudo Política, Planejamento e Gestão das Regiões e Redes de Atenção à Saúde no Brasil e os resultados do primeiro ciclo do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade na Atenção Básica (PMAQ).

De acordo com Luciana, o uso da governança como categoria de análise se aplica aos estudos de política de saúde, frente à complexidade das intervenções regulatórias do estado no setor. “Esse processo é marcado pela multiplicidade de agentes envolvidos em função de repartição dos esquemas de financiamento e provisão de insumos e serviços, dos processos de descentralização para entes regionais e locais, da transferência de funções de gestão e prestação para empresas privadas, com ou sem fins lucrativos, e da autonomia relativa dos prestadores na execução de ações e serviços.”, explicou.

A pesquisa Política, Planejamento e Gestão das Regiões e Redes de Atenção à Saúde no Brasil, segundo Luciana, tem como principal objetivo avaliar, sob a perspectiva de diferentes abordagens teórico-metodológicas, os processos de organização, coordenação e gestão envolvidos na conformação de regiões e redes de atenção à saúde, e seu impacto para melhoria do acesso e eficiência das ações e serviços no SUS. A pesquisa envolveu 28 pesquisadores e nove instituições brasileiras de ensino e pesquisa, que estão distribuídas por sete estados em quatro macrorregiões do país.

No âmbito da pesquisa, conforme explicou a pesquisadora, o enfoque da dimensão política da regionalização se justifica pelas mudanças mais gerais nas relações entre Estado, mercado e sociedade, no período pós-1988, e suas repercussões sobre a política de saúde. “Três aspectos demarcam a reforma do Estado no Brasil: a descentralização e o estímulo à conformação de sistemas de políticas públicas no contexto de reconcentração de recursos políticos e fiscais no executivo federal; a flexibilização e a mercantilização da gestão e oferta de serviços públicos, e a emergência de novos atores e institucionalização de práticas participativas associadas à democratização.”

De acordo com ela, tais processos sugerem enormes desafios para a regionalização como o fortalecimento da capacidade do Estado na condução da política de saúde em prol da universalização e o reforço da lógica pública orientada pelas necessidades e demandas de saúde da população.

‘É preciso que o governo valorize a APS’

Os resultados da primeira fase do PMAQ indicam que as equipes atuam cada vez mais como porta de entrada preferencial, atendendo a demandas diversas e exercendo a função de filtro para a Atenção Especializada (AE) com marcação de consultas especializadas pela Atenção Básica (AB), o que indica alguma responsabilização das equipes pela garantia da continuidade assistencial. Contudo, de acordo com Marcia Fuasto, as Equipes da Estratégia de Saúde da Família (EqSF) pouco monitoram os encaminhamentos de seus pacientes crônicos e persistem importantes barreiras organizacionais para acesso na AB e na AE.

Segundo a pesquisadora, os fluxos estão pouco ordenados e a rede pouco estruturada, a integração da APS à rede ainda é incipiente e inexiste coordenação entre APS e AE. Nos resultados da pesquisa, foram observadas diferenças nas condições de oferta e uso de serviços de APS, principalmente nos municípios pequenos localizados em área rural e remota. “É preciso que o governo valorize a APS”, opinou.

A coordenação, segundo Marcia Fausto, é um desafio contemporâneo e compartilhado por gestores de sistemas de saúde em diversos países, frente à necessidade de melhorar a qualidade da atenção. A pesquisadora afirma que para que a Atenção Primária à Saúde (APS) se torne coordenadora dos cuidados e ordenadora da rede de atenção, as equipes devem identificar necessidades em saúde que podem ser respondidas no âmbito da própria Unidade Básica de Saúde (UBS), assim como em outros níveis de atenção que compõem o sistema de serviços de saúde (SSS), instituindo-se como a porta de entrada preferencial aberta e resolutiva.

“Deve estar integrada à rede de serviços, ordenar fluxos e garantir o acesso a serviços especializados conforme necessidade, contribuindo para a redução da fragmentação, duplicação de ações e intervençoes desnecessárias.” Ainda de acordo com ela, a capacidade da APS em ordenar a rede é dependente da disponibilidade de oferta na AE. A contratualização de prestadores privados agrega obstáculos para a ordenação da rede a partir da APS, exigindo uma atuação forte da autoridade sanitária no sentido de perseguir tais valores no SSS.

O processo de governança no contexto da regionalização e organização das redes de atenção à saúde foi o tema da primeira mesa do segundo dia de atividades (14/11) do seminário Regionalização e redes de atenção à saúde como desafios para efetivação do SUS.

Prêmio ASSESPRO-RJ Melhores Empresas 2014 e InRio Personalidades do Ano

Mesa-redonda e lançamento do catálogo | Dias & Riedweg

Comunidade científica internacional se reúne em Manaus para debater desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza

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A Academia Brasileira de Ciências vai realizar, na próxima semana, dois eventos internacionais na Amazônia, com foco em desenvolvimento sustentável. De 3 a 5 de dezembro, acontecerá a conferência internacional "Ciência para a Erradicação da Pobreza e o Desenvolvimento Sustentável: um Chamado para a Ação". Já nos dias 5 e 6 de dezembro, a ABC fará dois processos de consulta para a elaboração de um plano estratégico para o desenvolvimento sustentável, em parceria com a Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (SDSN-A), uma iniciativa da ONU.  

 "Ciência para a Erradicação da Pobreza e o Desenvolvimento Sustentável: um Chamado para a Ação"


Organizada em parceria com a Academia Nacional de Medicina (ANM) e o Comitê pela Erradicação da Pobreza da Rede Global de Academias de Ciências (IAP), a conferência visa a sensibilizar as Academias de Ciências do mundo para que mobilizem as comunidades científicas de seus países, buscando envolvê-las na construção da Agenda de Desenvolvimento Pós-2015. Ela acontecerá de 3 a 5 de dezembro, na sede do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus. O endereço é Av. André Araújo, 2.936 – Petrópolis, Manaus/AM.

Em 2000, 189 países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) firmaram compromisso para combater a extrema pobreza e outros males da sociedade. Esta promessa acabou se concretizando nos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que deverão ser alcançados por todos os países até 2015: reduzir a pobreza, garantir a sustentabilidade ambiental, estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento, entre outros.
Cientistas de várias partes do mundo e do Brasil participarão do evento, que tem como parceiros a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Programa Hidrológico Internacional (IHP-UNESCO), Organização Mundial da Saúde (OMS), Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável (SDSN-UN), Conselho Internacional de Ciências Sociais (ISSC) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
O evento é gratuito e aberto ao público, mediante inscrição pelo email iap@abc.org.br. Por favor, coloque no assunto IAP-POVERTY ERADICATION.  As palestras serão em inglês e NÃOhaverá tradução simultânea. Clique aqui para acessar a programação do evento.

Plano estratégico para o desenvolvimento Sustentável

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Nos dias 5 e 6 de dezembro, a ABC realiza dois processos de consulta junto à Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (SDSN-A). Um grupo de destacados cientistas participará da formulação de um plano estratégico e mobilizará a comunidade científica regional, visando o desenvolvimento de um paradigma sustentável de desenvolvimento para a Amazônia. 
Os processos de consultas serão realizados na sede da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), situada na Rua Álvaro Braga, 51, no bairro Parque Dez de Novembro, em Manaus. Eles serãogratuitos e abertos ao público, com tradução simultânea, mediante inscrição pelo e-mail: jfernandes@abc.org.br, colocando no assunto SDSN-ManausConfira aqui a programação.
A primeira consulta acontece na tarde do dia 5 e terá como tema “Ciência e o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia”, onde serão discutidos o papel e a contribuição da ciência para a definição de alternativas de desenvolvimento para a Amazônia.  Participarão desta consulta os presidentes das Academias de Ciências dos países amazônicos (Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela), entre outros convidados. 

Já na manhã do dia 6 de dezembro, acontece o segundo processo de consulta, que terá como tema “Desafios, Oportunidades e Contribuições para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia”. Os participantes debaterão os principais desafios de pesquisa na Amazônia; cooperação científica visando o desenvolvimento regional sustentável; soluções inovadoras para os problemas regionais; e a contribuição efetiva que a rede SDSN-Amazônia pode oferecer para a comunidade científica regional e vice-versa. 

Conferência: "Os poetas da guerra", pelo Acadêmico Gerando Holanda Cavalcanti



quarta-feira, 26 de novembro de 2014

1º Congresso Brasileiro de Dramaturgia – Edição Rio

Header Hotsite Núcleo de Dramaturgia
Divulgação
Para fechar o seu primeiro ano de atividade com chave de ouro, o Núcleo de Dramaturgia SESI Cultural vai trazer para o Rio uma extensão do 1º Congresso de Brasileiro de Dramaturgia, sediado em São Paulo. No Rio, o evento acontece nos dias 3 e 4 de dezembro, das 14h às 18h30, naSede do Sistema FIRJAN.
O encontro tem o objetivo de reunir estudantes, profissionais e interessados em teatro, cinema e televisão, para discutir os rumos da dramaturgia.
O evento promovido pelo SESI Cultural contará com quatro mesas redondas, com a participação de nomes como Aderbal Freire-FilhoAimar LabakiJô BilacLauro Cesar Muniz eCarla Four.
entrada é gratuita, sujeita à lotação. As vagas são limitadas a 60 pessoas por dia. Obs:não será permitida a entrada de pessoas de bermuda.

Sobre o Núcleo de Dramaturgia SESI Cultural


Com o intuito de fomentar a descoberta e desenvolvimento de novos autores cariocas, o SESI Cultural lançou, em abril, o Núcleo de Dramaturgia, uma oficina em que todo o processo de criação de uma peça, desde a ideia embrionária, até o texto final, foi acompanhado e orientado por dois dos autores mais experientes do teatro carioca: Carla Faour e Henrique Tavares.
Além da oficina, o Núcleo de Dramaturgia também promove encontros e palestras para debater e aprofundar o assunto. Quem marcou o lançamento do projeto foi a renomada crítica teatral Barbara Heliodora. Tradutora de 35 das 37 peças escritas por Shakespeare e com mais de 50 anos dedicados às resenhas teatrais, ela comandou um bate-papo sobre o universo das artes cênicas. O Núcleo de Dramaturgia também já recebeu a atriz Claudia Raia, que abordou o gênero musical no Brasil, e o ator Marcos Caruso, que falou sobre o mundo da interpretação.

Confira a programação do 1º Congresso Brasileiro de Dramaturgia – Edição Rio

DIA 03/12

14h às 16h – Mesa 1: EXISTE UMA CRISE CRIATIVA NA DRAMATURGIA BRASILEIRA?
Integrantes
Alessandro Toller é dramaturgo e professor de teatro. Cursou dramaturgia com Marici Salomão, Mário Viana, Adélia Nicolete, Marco Antonio de La Parra e no Royal Court Theatre e atualmente ministra aulas de dramaturgia na SP Escola de Teatro, Funarte, na Escola Livre de Teatro, no Projeto Ademar Guerra.
Jô Bilac é autor teatral. Sua primeira peça, "Sangue na Caixa de Areia", ganhou a Menção Honrosa em Dramaturgia, no Teatro Carlos Gomes. O espetáculo "Cachorro!" foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro no Rio de Janeiro em 2007 na categoria direção. Desde 2009 é também curador do Teatro Estadual Gláucio Gil.
Alex Giostri é editor, dramaturgo e cineasta. Autor de 14 peças teatrais e seis livros, também foi colaborador de jornais impressos, como o “Jornal do Brasil” e a “Tribuna da Imprensa” e diretor de filmes publicitários.
Mediação
Ivam Cabral é ator, diretor e dramaturgo. Cofundador da companhia de teatro Os Satyros, atuou em mais de 30 espetáculos, sendo autor e produtor de dezenas de peças teatrais. Publicou, entre outras obras, “O Teatro de Ivam Cabral – Quatro Textos para um Teatro Veloz”. Também escreve para cinema e televisão, onde assina o roteiro do telefilme “A Noiva” e da minissérie “Além do Horizonte”, ambos para a TV Cultura. Doutorando em Pedagogia do Teatro e Mestre em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações de Artes da USP, é diretor executivo e um dos idealizadores da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco.
16h às 16h30 - Coffee break
16h30 às 18h30 – Mesa 2: ENSINO DA DRAMATURGIA E DA TELEDRAMATURGIA
Integrantes
Marici Salomão é dramaturga e jornalista. “Maria Quitéria”, “Bilhete”, “Impostura”, “O Pelicano” e “Atos de Violência” são seus textos já encenados. Coordenadora do Círculo de Dramaturgia do CPT entre 1998 e 2003, atualmente coordena o curso de dramaturgia da SP Escola de Teatro e o Núcleo de Dramaturgia Sesi-British Council. Como jornalista de teatro, atuou como repórter-colaboradora, entre 1998 e 2005, no jornal O Estado de S. Paulo (Caderno 2), e na revista Bravo!.
Samir Yazbek é dramaturgo e diretor teatral. Consolidou sua formação com o diretor Antunes Filho. Escreveu "O Fingidor" (Prêmio Shell 1999 de melhor autor), "A Terra Prometida" (entre os dez melhores espetáculos de 2002, segundo O Globo) e "As Folhas do Cedro" (Prêmio APCA 2010 de melhor autor), entre outras. Algumas de suas peças já foram editadas em português. Além de seu trabalho na Companhia Teatral Arnesto nos Convidou, escreve artigos na imprensa, participa de festivais, ministra palestras, oficinas de dramaturgia etc. No exterior, fez conferências em Cádiz (Espanha) e Minnesota (EUA), e teve alguns de seus textos publicados – e encenados – em Cuba, França, Inglaterra, México, Polônia, Portugal etc. Coordena o curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Dramaturgia da ESCH (Escola Superior de Artes Célia Helena), em São Paulo (SP).
Tânia Brandão é professora, pesquisadora e crítica de teatro. Atualmente, é professora aposentada colaboradora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (PPGT - UNIRIO). Integrou o Júri do Prêmio Shell de Teatro RJ (2005-2010), integra o Prêmio APTR de Teatro e é crítica de teatro assistente do jornal “O Globo”.
Mediação
Marcio Aquiles é escritor, crítico de teatro e coordenador do programa de intercâmbios da SP Escola de Teatro. Autor dos livros “Delírios Metapóeticos Neodadaístas e “O Esteticismo Niilista do Número Imaginário”, foi jornalista e crítico de teatro da Folha de S.Paulo por três anos. Seus estudos acadêmicos englobam pesquisas em ciências, literatura e teatro, ao longo de 15 anos, em três universidades: UFSCar, Friedrich Schiller Universität e Unicamp.

DIA 04/12

14h às 16h – Mesa 3: DRAMATURGOS E ROTEIRISTAS – PONTOS DE CONVERGÊNCIA
Integrantes
Aderbal Freire-Filho é dramaturgo, ator e diretor. Considerado um dos principais encenadores contemporâneos, dirigiu mais de 80 peças teatrais, entre elas “Apareceu a Margarida” (1973), com Marília Pêra, e “Hamlet” (2008), com Wagner Moura.
Lauro Cesar Muniz é novelista, dramaturgo e roteirista. Autor de dezenas de telenovelas, exibidas na Rede Globo, Record e Bandeirantes, entre elas “O Salvador da Pátria”, “Perigosas Peruas” e “Poder Paralelo”. Em 2014, a Editora Giostri lançou o box "Obras completas de Lauro César Muniz", com suas 16 peças teatrais. Integra, ainda, o conselho administrativo da Associação dos Artistas Amigos da Praça (Adaap).
Carla Faour é atriz e dramaturga. Entre suas peças encenadas estão "A Força do Destino", "Cidade Vampira", "Bárbara Não Lhe Adora", "Cine Teatro Drive-In" e "Telecatch". Em 2003, participa da elenco da novela "Celebridade". No cinema, atua no filme "Bendito Fruto" (2004) e no curta-metragem "Mamãe Tá na Geladeira" (2005).
Mediação
Ricardo Hofstetter é dramaturgo e roteirista. Na televisão, foi autor principal de “Malhação” e roteirista de “Chico Anysio Show” e “Escolinha do Professor Raimundo”, entre outros. Recebeu o Prêmio Shell de melhor autor em 2004, com o texto "Geraldo Pereira, um escurinho brasileiro".
16h às 16h30 - Coffee break
16h30 às 18h30 – Mesa 4: Mesa 4: FORMAS DE ESCRITA DRAMATÚRGICAS NA CONTEMPORANEIDADE
Integrantes
Aimar Labaki é diretor e dramaturgo. Colaborador dos jornais O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde. Escreveu e dirigiu “Tudo de Novo no Front” (1992), “MSTesão” (2008), para o teatro, e as novelas “Zazá” (1997) e “Quem é você?” (1996), entre outros trabalhos.
Daniela Pereira de Carvalho é jornalista e dramaturga. Formada em Teoria do Teatro pela UniRio, assina a dramaturgia de “Renato Russo”, “Um Certo Van Gogh”, “Por uma Vida um Pouco Menos Ordinária” e “Não Existem Níveis Seguros para Consumo Destas Substâncias”, indicada ao Prêmio Shell de Melhor Autora em 2006.
Marcia Zanelatto é dramaturga e diretora. É autora das peças "Assassinas por Amor" (Prêmio Miryam Muniz/Funarte, 2012); "Eles não Usam Tênis Naique" (premiada pelo Instituto Ford, 2003); "Tempo de Solidão" (premiada pelo Centro Cultural Banco do Brasil, 2009), entre outras. (Como colaboradora de Domingos de Oliveira, escreve o longa-metragem “Juventude”, que ganha o Kikito de melhor roteiro em 2008, e “Largando o Escritório”, que recebe o Prêmio Shell de melhor texto, em 2006).
Mediação
Sergio Fonta é escritor, dramaturgo, ator e diretor. É membro do júri do Prêmio Shell de Teatro/RJ e foi Presidente do Júri na Festa Internacional de Teatro de Angra 2011. Como ator teatral, já trabalhou em mais de 30 espetáculos, além de novelas e séries como "A Grande Família" (1973), "Sítio do Picapau Amarelo" (1981), "Você Decide" (1988), e "A Diarista" (2004). Conquistou 13 premiações, como o 1º lugar no IV Concurso Opinião de Dramaturgia, Menção Especial por Unanimidade no Prêmio Guararapes de Poesia, Prêmio UBE de Dramaturgia 1996 (1º lugar) e “Medalha Joaquim Norberto/2000”, entre outros.