FOTOGRAFIAS

AS FOTOS DOS EVENTOS PODERÃO SER APRECIADAS NO FACEBOOCK DA REVISTA.
FACEBOOK: CULTURAE.CIDADANIA.1

UMA REVISTA DE DIVULGAÇÃO CULTURAL E CIENTÍFICA SEM FINS LUCRATIVOS
(TODAS AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NAS PUBLICAÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DE QUEM NOS ENVIA GENTILMENTE PARA DIVULGAÇÃO).

sábado, 31 de janeiro de 2015

XVII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto

XVII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto.

Em 2015, o SBSR – Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto apresentará sua 17ª edição. O evento será realizado entre os dias 25 a 29 de abril, no Centro de Congressos, em João Pessoa – PB. O XVII SBSR oferece oportunidades para divulgação dos trabalhos técnico-científicos na área de sensoriamento remoto, troca de experiências entre profissionais, ampliação do conhecimento da aplicação das tecnologias de sensoriamento remoto e geoprocessamento, fomento de cooperação interinstitucional, e o estímulo ao desenvolvimento do segmento privado deste setor. 

Objetivo: Congregar a comunidade técnico-científica e o usuário empresarial das áreas de Sensoriamento Remoto, Geotecnologias e de suas aplicações para a apresentação de trabalhos e debates sobre as pesquisas, desenvolvimento tecnológico, ensino e a política científica realizados no país e no mundo nos últimos dois anos. 

Inscrições: As inscrições devem ser realizadas no website oficial do evento: http://www.dsr.inpe.br/sbsr2015/index.html

Artigos: Aplicações sociais e ambientais

Há crescente preocupação na empresa com o social e o ambiente natural e, assim, cada vez mais incorpora na gestão a responsabilidade social e ambiental visando a sustentabilidade.

O empresário precisa encontrar mecanismos de aplicações objetivando, não só, o aspecto econômico, mas também, o social e o ambiental, pois, a prosperidade patrimonial deve trazer harmonia entre a célula social, a comunidade e o ambiente natural.

Nesses avanços das aplicações pela organização em questões sociais e no entorno ecológico gera um desafio à classe contábil, isto é, incorporar essas informações no sistema tradicional contábil e encontrar forma transparente de transmiti-las à sociedade. Segundo o Prof. Kroetz ¨há o Balanço Social o informe de sustentabilidade¨. (Ver CRCRS Noticias, pg. 11, ago/2008). Ainda segundo o Prof. Kroetz ¨O balanço social deve demonstrar, claramente, quais as políticas praticadas e quais os seus reflexos no patrimônio, objetivando evidenciar a participação das mesmas no processo de evolução social¨. (Ver Patrimônio: sua função social e ambiental de minha autoria em www.conocimientosweb.net).

A contabilidade, a ciência do patrimônio da célula social, demonstra a evolução patrimonial da empresa em seus demonstrativos contábeis. Quando há prosperidade do patrimônio, isto é, crescimento efetivo da riqueza aziendal influencia de uma forma positiva a comunidade onde ela está inserida. Parece-me, que nessa matéria, se abre caminho para reflexões sobre a relação do patrimônio com as questões socioambientais.

A ciência contábil evolui, e em sua evolução abre novos caminhos de estudos sobre aplicações, de reflexões e novos desafios à classe contábil.

Em defesa do Mais Médicos: 48 países integrados no programa

Em artigo publicado no Valor Econômico, os pesquisadores da Fiocruz Nisia Trindade Lima, Francisco Eduardo de Campos e Maria Helena Machado, esta última coordenadora geral daPesquisa Avaliativa do Programa Mais Médicos, esclarecem algumas lendas criadas sobre o programa e justificam a sua formulação, baseada na realidade da atenção à saúde no Brasil. Aavaliação do programa coordenada pela Fiocruz pretende analisar o impacto da chegada dos profissionais de saúde aos lugares de difícil acesso, apontar os principais desafios, além de monitorar as ações implementadas. Leia o Artigo.
 
Por: Maria Helena Machado, Francisco Eduardo de Campos e Nisia Trindade Lima*
 
Algumas lendas criadas sobre o Programa Mais Médicos (PMM) devem ser devidamente contestadas em nome da verdade, do fortalecimento do processo democrático e da justiça social em nosso país. A principal é a que afirma ter se tratado de um programa eleitoreiro da presidente Dilma Roussef.
 
Aqueles que a disseminam ignoram o fato de o programa, instituído originalmente por Medida Provisória, ter sido objeto de intenso debate nacional do qual resultou a Lei 12.871, de 22 de outubro de 2013, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela Presidência da República. Com esse dispositivo legal tornou-se realidade o princípio da Constituição brasileira que estabeleceu a responsabilidade do Estado no provimento e na formação de recursos humanos para o SUS.
 
O PMM foi formulado com base em diagnóstico bem fundamentado sobre a realidade da atenção à saúde no país e vem se apoiando em monitoramento e pesquisas realizadas por instituições de reconhecida excelência científica e que integram a rede Universidade Aberta do SUS - UNA-SUS. Há um ano o MEC, em consonância com o Ministério da Saúde, firmou convênio com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para apoiar seu monitoramento e realizar a Pesquisa Avaliativa do Mais Médicos sob a responsabilidade de um grupo de pesquisadores com larga experiência de estudos na área.
 
Essa pesquisa tem como objetivo central avaliar o Programa Mais Médicos no âmbito dos quatro componentes nele contidos, em suas diferentes fases desde a implantação, buscando assim contribuir para a melhoria e os ajustes que se fizerem necessários por parte dos Ministérios da Educação e da Saúde. Busca-se captar evidências para propor mudanças estruturais na formação e até mesmo na própria estrutura do mercado de trabalho desses profissionais.
 
Ora, um programa dito eleitoreiro não busca a excelência acadêmica para avaliá-lo e muito menos se expõe à crítica e à avaliação externa. E é exatamente com os primeiros dados da pesquisa que passamos a responder às críticas e refutar as lendas produzidas pelas informações distorcidas.
 
O PMM baseou-se em dados científicos, que mostravam a severa escassez de médicos e a necessidade da população por assistência médica nos lugares longínquos e de difícil acesso, sejam eles nos grotões do país, no agreste, nas periferias das capitais ou na região amazônica. Os dados iniciais da pesquisa já indicam uma mudança nesse cenário, apontando uma melhoria significativa dessa realidade.
 
Uma segunda lenda consiste em afirmar que o PMM é um programa contra os médicos brasileiros. Um fato relevante e incontestável é que 100% dos supervisores do PMM são médicos brasileiros recrutados em todo o país. Além disso, os dados preliminares da pesquisa a desmentem e revelam uma participação dos médicos brasileiros em todos os Estados da federação. Não é verdade que nossos médicos recusaram-se a integrar o programa, ao contrário, a presença deles é real em todos os Estados e regiões do país.
 
Contudo, apesar do programa ter realizado um chamamento nacional para o recrutamento de médicos brasileiros, é bem verdade que o volume de brasileiros na composição das equipes está muito longe de ser o ideal: 15,8% de brasileiros, 79,7% de cubanos e 4,4% de profissionais de outras nacionalidades. Importante registrar que, em todos os ciclos, registraram-se entradas de médicos brasileiros. Qualquer que seja a nacionalidade, é um programa com forte inserção em todas as regiões brasileiras, ou seja, dos mais de 13 mil médicos, 13,6% no Norte; 34,9% no Nordeste; 27,8% no Sudeste; 17,1% no Sul e 6,5% no Centro Oeste.
 
Uma terceira lenda afirma que o Programa Mais Médicos é um programa petista para petistas. O PMM é incontestavelmente um programa nacional, presente em todos os Estados e todas as regiões do país. Os dados da pesquisa revelam que 65% dos municípios brasileiros, ou seja, 3.773 têm médicos do PMM. A maioria absoluta dos Estados teve mais da metade de seus municípios contemplados com médicos do PMM. Alguns exemplos: São Paulo, 52,7%; Minas Gerais, 58,1%; Paraná, 75,9%; Rio Grande do Sul, 75,1%; Mato Grosso do Sul, 79,7%; Mato Grosso, 75,9%; Bahia, 86,1%; Maranhão, 80,6%; Pará, 88,9%; Amazonas, 98,4%; Rondônia, 92,3%.
 
Os críticos do PMM encontraram alguma evidência que comprove serem petistas mais da metade dos municípios brasileiros? Uma quarta lenda procura difundir a tese segundo a qual o PMM é um programa de médicos cubanos para ajudar o governo cubano. Apesar de ter um contingente elevado de médicos cubanos, estes vieram em missão internacional, e estão, como os brasileiros, em todos os Estados e todas as regiões do país. Além disso, são médicos com larga experiência profissional.
 
Ao contrário, o PMM é um programa de abrangência internacional, o que permite aos médicos brasileiros, pela primeira na história do Brasil, terem em solo brasileiro a oportunidade de intercambiar experiências, oportunidades, práticas profissionais de uma profissão milenar e universalmente padronizada em seu escopo técnico-cientifico. Constata-se a presença de médicos de várias nacionalidades: cubanos, argentinos, uruguaios, venezuelanos, peruanos, espanhóis, mexicanos, hondurenhos, dominicanos, alemães, portugueses, holandeses, italianos, enfim, são 48 países integrados no PMM. Isto é, por si só, um feito sem precedentes na história do Brasil.
 
O PMM nasce de uma medida que visou fazer mudanças estruturais no recrutamento, na inserção, na fixação de médicos, na formação desses profissionais e no acesso da população a serviços básicos consagrados pela Constituição. Nenhuma proposta eleitoreira toca em temas estruturais e muito menos em questões tão complexas como a formação, o mercado de trabalho e a inserção dos médicos no Sistema Único de Saúde.
 
*Maria Helena Machado é socióloga, pesquisadora titular da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) e coordenadora geral da Pesquisa Avaliativa do Programa Mais Médicos. Francisco Eduardo de Campos é médico e professor aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Nisia Trindade Lima é socióloga e vice presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz.

Estudo sobre origem e evolução das parasitoses é aprovado em edital que promove intercâmbio entre Brasil e França

O pesquisador Adauto Araújo, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), teve o projetoPaleoparasitologia e o ADN antigo aprovado no Programa Capes/Cofecub, que promove a realização do intercâmbio científico entre instituições de ensino superior do Brasil e da França e a formação de recursos humanos de alto nível nos dois países. O estudo trata da origem e evolução das parasitoses ao longo do tempo, por meio das análises de amostras arqueológicas e paleontológicas, datadas desde o período jurássico até o passado recente, em busca de vestígios de parasitos. Ao todo, o edital selecionou 44 projetos conjuntos de pesquisa e parcerias universitárias. 
 
edital nº 19/2014, referente ao Programa Capes/Cofecub, tem por objetivo selecionar projetos conjuntos de pesquisa e parcerias universitárias com vistas a fomentar o intercâmbio entre Instituições de Ensino Superior e institutos ou centros de pesquisa e desenvolvimento públicos brasileiros e franceses, além da formação de recursos humanos de alto nível nos dois países.
 
Sobre a parceria com a instituição francesa, Adauto conta que há alguns anos o Laboratório de Paleoparasitologia da ENSP participou de projeto semelhante com a Universidade de Reims e “o êxito foi total”, segundo ele. Naquela ocasião, em 2003, ambas instituições editaram um volume especial da revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz sobre paleoparasitologia, fato que marcou a internacionalização e ampliação de interesses deste novo ramo da ciência. “Foi a primeira publicação que reuniu especialistas de diversas partes do mundo dedicados a esta ciência”, recordou.
 
Desta vez, com a visita do Dr. Matthieu Le Bailly, professor da Universidade de Franche-Comté e ex-aluno de doutorado da Universidade de Reims, à Fiocruz, durante o Congresso Mundial de Estudos sobre Múmias em 2013, estruturou-se o novo projeto aprovado pela Capes/Cofecub. O pesquisador emérito do Museu de História Natural de Paris, Jean-Pierre Hugot, também foi convidado. 
 
“O fenômeno parasitismo surgiu desde o início da vida na Terra. Não há organismo que não seja parasitado. Há, portanto, uma grande diversidade de parasitos que influenciaram as mudanças evolutivas que resultaram nas espécies de hospedeiros atuais. Trata-se de estudo sobre a origem e evolução das parasitoses ao longo do tempo. Para isso, serão analisadas amostras arqueológicas e paleontológicas em busca de vestígios de parasitos. Estas amostras são datadas desde o período jurássico até o passado recente. Um exemplo foi o encontro de parasitos em coprólitos de uma espécie de dinossauro, datados de 240 milhões de anos, publicado recentemente na revista Parasites and Vectors”, resumiu sobre o projeto.
 
Ao comentar sobre a parceria com a instituição francesa, Adauto, reforçou um dos principais objetivos do edital. “O principal objetivo do projeto é o intercâmbio entre pesquisadores e alunos. Minha aluna Mônica Vieira prepara-se para o doutorado sanduíche nas duas instituições francesas envolvidas, o que sempre traz novas perspectivas ao nosso próprio laboratório”.

O projeto Modelagem Matemática Aplicada ao Controle de Doenças Tropicais Negligenciadas, do pesquisador da ENSP Claudio Struchiner, atualmente no Programa de Computação Cientifica (Procc) da Fiocruz, também foi contemplado.
 
Confira a equipe participante
 
Adauto Araújo*, Mlle Martin Coralie** (coordenadores)

Brasil
Adauto José Gonçalves de Araújo (Coordenador)
Luiz Fernando Ferreira (Pesquisador Emérito)
Sergio Augusto de Miranda Chaves (Pesquisador, Dr.Sc.)
Alena Mayo Iñiguez (Pesquisador, Dr. Sc.)
Mônica Vieira (estudante de doutorado ENSP/Fiocruz)
Victor Hugo Borba (estudante de mestrado ENSP/Fiocruz)
 
França
Mlle Martin Coralie  (Coordenadora)
Mme GEIGL Eva-Maria, (Pesquisadora)
DR CNRS
M. GRANGE Thierry, (Pesquisador)
DR CNRS
M. HUGOT Jean-Pierre, DR CNRS émérite (Pesquisador Emérito)
M. LE BAILLY Mathieu,
 Université de Franche-Comté (Pesquisador)
Mlle LEFOULON Émilie, Étudiante Thèse

ELAT/INPE divulga mortes por raios em 2014

Imagem: Jacomo Piccolini

O Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) acaba de concluir levantamento das mortes por raios que ocorreram em 2014 no Brasil. Os números se referem às informações fornecidas pela imprensa, Defesa Civil e Ministério da Saúde.
Houve 98 mortes no país, uma a menos do que em 2013. Desta vez, os estados que apresentaram mais vítimas fatais foram São Paulo (17 mortes), Maranhão (16), Piauí (7), Amazonas e Pará (com seis mortes cada um).
Os números de São Paulo se destacam em razão de duas tragédias que ocorreram no segundo semestre de 2014. Em 7 de novembro, foi registrada na capital a fatalidade de três moradores de rua, atingidos simultaneamente por um raio. Em 29 de dezembro, quatro banhistas receberam uma descarga atmosférica em Praia Grande. O episódio do litoral sul de São Paulo foi a segunda maior tragédia provocada diretamente por um raio na história do Brasil.

“ (...) entre 2010 e 2015, apenas em um ano o número de mortes foi maior do que cem (...) Estes números sugerem uma redução nas mortes por raios no Brasil, possivelmente devido ao aumento de informações sobre prevenção. 
Osmar Pinto Junior, coordenador do ELAT
As cidades que tiveram maior número de vítimas em 2014 foram: São Paulo com cinco vítimas no total, Praia Grande (SP) com quatro vítimas, Pauini (AM), Wanderley (BA) e Igarapé Grande (MA) com duas vítimas fatais cada.
As principais circunstâncias de morte permanecem as mesmas de outros anos: 27% das vítimas estavam em atividades agropecuárias quando foram atingidas pelo raio e 20% estavam dentro de casa. Entre todas as vítimas, 56% viviam na zona rural.

Série histórica

Com os dados de 2014, o ELAT completa 15 anos de análises de mortes por raios no Brasil. A série histórica de 2000 a 2014 apresenta, pela primeira vez, a cidade de São Paulo como a recordista em número de mortes por raios no país. No período, houve 25 mortes por descargas atmosféricas na capital paulista, contra 22 fatalidades em Manaus (AM) até 2013, a primeira colocada no ranking.
O estado de São Paulo se mantém com o maior número de vítimas, com 288 casos em 15 anos. Minas Gerais apresentou no período 132 mortes e o Rio Grande do Sul, 130 fatalidades por raios.
Outro dado que merece destaque é que, entre 2010 e 2015, apenas em um ano o número de mortes foi maior do que cem. Nos primeiros dez anos de pesquisa, em nove anos o número de mortes superou uma centena. Estes números sugerem uma redução nas mortes por raios no Brasil, possivelmente devido ao aumento de informações sobre prevenção, explica Osmar Pinto Junior, coordenador do ELAT.

Programação de Cursos no Rio de Janeiro

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Primary Care Nursing Expo 2015

 4th February 2015<br/>Business Design Centre, London<br/>Programme Overview
Primary Care Nursing Expo 2015: Free clinical updates in wound care, diabetes, heart failure and more
Joy Tickle, tissue viability nurse specialist, clinical lead at Shropshire Community NHS Trust, and specialist adviser for Channel 4's 'Embarrassing Bodies' programme, will lead interactive workshops on leg ulcer management and how to manage the diabetic foot at Primary Care Nursing Expo on 4 February 2015.
Primary Care Nursing Expo offers a wide choice of free interactive clinical updates in asthmaCOPDcardiovascular diseasediabetesdermatology,immunisationsmoking cessationcontraception and wound care for all primary care nurses
Each interactive workshop will provide essential, practical new knowledge to take back to clinical practice, along with accredited CPD certification for each session you attend. Attendees will also have the opportunity to network with colleagues, and meet exhibiting industry representatives*.
Speakers will include: 
  • Beverley Bostock-Cox, clinical lead, Education for Health, on which
    type 2 diabetes treatment and why?
  • Darush Attar- Zadeh, Clinical lead medication optimisation (COPD and asthma), Barnet CCG on supporting patients to quit smoking
  • Hannah Waterhouse, heart failure clinical lead, Education for Health, on heart failure management
Monica Fletcher OBE, chief executive of the respected training charity Education for Health, will deliver the opening address on the significant impact that primary care nurses make to improving patients' quality of life.
Attendees at Primary Care Nursing Expo in 2014 said:
  • "This has been a very good experience both socially and educationally.
    It was a very good update for me and will definitely fulfil my CPD requirements." 
  • "The speakers were all excellent, covering subjects that I thought I know a lot about but I learned a lot. I was also very pleased with the level of the presentations."
With nurse revalidation due at the end of 2015, Primary Care Nursing Expoprovides a timely opportunity to gain 5 accredited hours towards your participatory learning.
*Please note pharmaceutical companies will be exhibiting at this event and sponsoring some sessions.