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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Exposição O Que Queremos Para o Mundo? promove Mini Fórum e Pedalada neste final de semana


A Exposição Multimídia O Que Queremos para o Mundo?, que continua em cartaz até dia 8 de maio no MM Gerdau - Museu de Minas e do Metal, compartilha novas formas de experiência artística e sustentável com o público infantil, a fim de repensar e cocriar junto com as crianças. O resultado disso são as atividades paralelas à exposição que acontecem durante este período.

Além das oficinas ministradas durante a exposição, haverá uma sessão especial do filme “O Que Queremos para o Mundo?”, do diretor Igor Amin, exibido pela primeira vez na Mostra de Tiradentes em janeiro. A sessão acontecerá dia 28 de abril, às 19h30,seguido de bate papo com o diretor, o roteirista Vinícius Cabral, as atrizes do filme e parte da equipe. O longa-metragem de ficção narra a história de quatro garotas que veem a construção da amizade ao formarem uma banda para um trabalho escolar. A bandada Casa da Árvore compõe canções expressando seus anseios para um mundo melhor em uma apresentação de fim de ano da escola. Acompanhando a história de superação da protagonista Luz, o filme aborda típicos conflitos adolescentes de maneira leve, sutil e esperançosa.

Já no sábado, dia 30 de abril haverá o Mini Fórum “Pensar a infância e a relação dela com a cidade” no auditório do MM Gerdau, de 14h às 16h. A proposta do evento é debater junto às crianças sobre o espaço urbano, adentrando algumas questões essenciais, como a mobilidade e as impulsionando à se reconhecerem como sujeitos ativos na sociedade. As crianças serão a principal voz do evento que acontecerá de forma divertida, seguido de uma pedalada no entorno da Praça Liberdade.

A Exposição Multimídia O Que Queremos para o Mundo?, patrocinada pela Gerdau via Lei de Incentivo a Cultura do Estado, é gratuita e está aberta de terça a domingo, das 12h às 18h, e às quintas, das 12h às 22h.

Sobre o Projeto O Que Queremos para o Mundo?


O Que Queremos para o Mundo? é um projeto de transmídia com conteúdos audiovisuais infantis para um mundo melhor, que inclui Cinema, Educativo, TV e Web. As primeiras ações do projeto foram realizadas em plataformas multimídia como a internet e dispositivos móveis, onde pessoas enviavam suas ideias para uma chamada criativa na rede (Itsnoon) e para um Blog, que eram compartilhadas pelas redes sociais. Além das ações, o projeto possui uma parte educativa por meio de oficinas em escolas efestivais ambientais e culturais. Em um segundo momento, surgiu o programa televisivo realizado para o canal infantil Gloob, daGlobosat, que estreou em setembro de 2012 como inter­programação ao longo dos intervalos, exibindo em pílulas de 1 minuto e 30 segundos a história de crianças de 5 a 12 anos de todo o Brasil, que deram seus depoimentos sobre o que queriam para o mundo. A partir desta experiência, se desenvolveu a produção do longa-metragem O Que Queremos para o Mundo ­ o filme, que conta a história de quatro amigas que após um trabalho de escola ­ com título homônimo, precisam pensar uma solução para problemas do mundo. Uma relação intrínseca está presente nesta obra: o audiovisual como instrumento para conscientização e reflexão social, que pode     ser    visto    como    um    meio    importante    para deslocar   preocupações contemporâneas, comoa reinvenção da relação do humano com o meio ambiente e consigo mesmo. Esta exposição é parte do processo criativo, que seguetoda a linha do projeto como um convite.

Sobre a Gerdau

A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. NoBrasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que estão ampliando o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.

MM Gerdau ­ Museu das Minas e do Metal

Com 18 salas e 44 atrações, o MM Gerdau abriga um importante acervo sobre mineração e metalurgia. Usa recursos tecnológicospara destacar, de forma lúdica e interativa, a importância dos metais e minerais no cotidiano das pessoas. Além disso, marca a relação entre a história e as expressões culturais de Minas Gerais com a riqueza de seus recursos naturais. O Museu foi aberto ao público em 22 de junho de 2010 e desde  de dezembro de 2013 está sob a gestão da Gerdau. O MM Gerdau integra o Circuito Liberdade e ocupa o antigo edifício da Secretaria de Estado da Educação, inaugurado em 1897 e tombado pelo Iepha/MG. O projeto de ampliação e adequação do prédio é do arquiteto Paulo Mendes da Rocha. A museografia é assinada por MarcelloDantas. O MM Gerdau ­ Museu das Minas e do Metal tem o certificado de excelência do TripAdvisor e foi a primeira instituição museológica do Brasil a receber a certificação do Instituto Herity em gestão da qualidade do patrimônio cultural.

Serviço:

Dia 28/04 às 19h30 ­ Sessão especial O Que Queremos para o Mundo? ­ Filme Em seguida bate papo com o diretor Igor Amin
Dia 30/04 ­ 14h às 17h ­ Mini Fórum “Pensar a infância e a relação com a cidade” + Pedalada infantil
Inscrições podem ser feitas na recepção do Museu, no dia de cada atividade

Exposição O Que Queremos para o Mundo?
Até 8 de maio de 2016
Visitação: 3ª a domingo, das 12h às 18h || Quintas-feiras: das 12h às 22h Entrada franca ­ Classificação  Livre
Local: MM Gerdau – Museu das Minas e do  Metal
Prédio Rosa da Praça da Liberdade ­ Belo Horizonte/MG Acesso para pessoas com necessidades especiais Informações:  (31) 3516­7200

MOSTRA SAL na Galeria do Ateliê

SAL - exposição e lançamento do Fotolivro homônimo com 16 fotografias de Ricardo Hantzschel com textos do artista e fotógrafo Fernando Lemos

Galeria do Ateliê
Inauguração dia 29 de abril, às 19h

Aberto ao público


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SAL é uma documentação poética sobre o processo de extração manual de sal realizado na região dos lagos no Rio de Janeiro, mais especificamente nos municípios de Araruama e Arraial do Cabo, resultado do trabalho do fotógrafo Ricardo Hanstzschel iniciado em 2011, buscando ressaltar aspectos estéticos da extração salineira e seus personagens ainda ativos, objetivando conhecer e dar visibilidade a um modo de produção que se mantém inalterado desde o século XIX.

Um ofício que, por questões econômicas, climáticas e sociais, tende a se extinguir silenciosamente na próxima década, com mudanças significativas na paisagem local. Como parte do trabalho, foi realizada uma pesquisa de materiais com o propósito de utilizar o produto bruto extraído das salinas e adapta-lo à técnica do papel salgado, suporte sensível precursor da fotografia criado pelo inglês William Henry Fox Talbot em 1834, no qual as cópias da exposição foram impressas.

A exposição SAL é composta por 16 fotografias impressas em papel salgado com tonalização (viragem) a ouro sobre papel Fabriano no tamanho 50x60 cm (com a moldura 60x70 cm) e um texto plotado do autor.

Esta é uma obra de ficção. Uma representação de um real possível, mediado pelo aparato, pela edição, pela emoção e pela imaginação. O mote é o sal, substância que faz parte significativa da história do homem. De caráter simbólico, em diversas culturas aparece em rituais de proteção e purificação; em outras, representa a incorruptibilidade, ou mesmo a amargura. De grande valor, quando raro já foi moeda de troca e salário de soldados. Personagem de um ofício que se mantém inalterado desde o século dezenove e que tende a desaparecer lenta e silenciosamente, calando o arrastar metálico das pás, o gemer dos carrinhos de mão, o puxar dos rodos, o pavonear dos cataventos.

Com textos do artista e fotógrafo luso brasileiro Fernando Lemos, da curadora de fotografia Rosely Nakagawa e da curadora de arte contemporânea Paula Braga, o livro SAL apresenta as imagens do ensaio fotográfico vencedor do XIV prêmio Funarte Marc Ferrez de fotografia, documentando o percurso criativo/empírico do fotógrafo Ricardo Hantzschel.

A publicação medindo 23x28 cm, tem 144 páginas em couchê fosco 150g e capa dura com verniz de reserva texturizada. Os exemplares conterão uma fotografia no tamanho 28x22cm em papel fine art, numeradas e assinadas.


SERVIÇO

SAL, exposição e lançamento do Fotolivro do mesmo nome de Ricardo Hantzschel com texto de Fernando Lemos
Abertura dia 29 de abril, às 19h
Visitação de segunda a sexta das 10h às 21horas e sábados das 10h às 17h.
Até 18 de junho
Entrada franca
Ateliê da Imagem Espaço Cultural
Avenida Pasteur, 453, Urca
21 2541 3314

Fachada Digital do Espaço do Conhecimento exibe série de fotografias da Amazônia paraense

Imagens revelam o cotidiano de comunidades do rio Tapajós, que vivem em uma região de grande biodiversidade, mas ameaçada pelo desenvolvimento econômico
 A partir de 6 de maio, sexta-feira, a Fachada Digital do Espaço do Conhecimento UFMG exibirá a exposição “Amazônidas - um olhar sensível sobre a cultura do Tapajós”. A obra reúne imagens do fotógrafo Israel Souza, conhecido como “Palestina Israel”, que fotografou a região do rio Tapajós, no oeste do Pará, entre 2014 e 2015.
Como explica o fotógrafo, as imagens revelam o cotidiano e os hábitos dos ribeirinhos da Amazônia paraense. “A exposição visa projetar os fazeres de comunidades indígenas ocidentalizadas, grupos sociais que fazem um sincretismo entre cultura indígena e europeia”, explica.
Palestina é nascido em Belo-Horizonte, mas mudou-se para a comunidade do Caranazal, uma vila de cerca de 600 habitantes, no distrito de Santarém, oeste do Pará em 2014. “Como um ser humano criado na capital, aprendi a lidar com o mundo urbano, material, objetivo e individualista. Resolvi morar nessa região a fim de construir novos valores e aprender novas culturas, para ter outras percepções do mundo que me cerca”, pondera.
 Trazer a floresta para a cidade grande
Para o fotógrafo, é importante que os residentes no meio urbano se recordem do que existe fora das cidades, sobretudo, para que tenham consciência das ameaças a ecossistemas como o amazônico.
“A sensação que eu tenho quando volto para os grandes centros urbanos é que, neles, as pessoas acham que o país se resume às cidades. Fotografar a vida fora das cidades é uma tentativa de dar visibilidade a outros mundos que podem ser destruídos em prol do desenvolvimento e do bem estar de uma parte da população”, analisa.
Palestina atenta para a importância de se discutir o futuro da Amazônia antes que o ecossistema e a cultura regional sejam destruídos pelo avanço econômico. “As causas indígena e ambiental são a ultima fronteira contra o capitalismo selvagem. Preservar esses dois movimentos é dar chance para que, no futuro, os humanos possam viver com dignidade no planeta”, avalia.
 Tapajós ameaçado
O rio Tapajós, um dos afluentes do rio Amazonas, nasce no Mato Grosso e atravessa o oeste do Pará em uma das regiões atualmente mais preservadas da Amazônia brasileira.
Entretanto, o Ministério Público Federal do Pará e diversas entidades de proteção ao meio ambiente, nacionais e internacionais (como o Instituto Socioambiental e o Greenpeace) denunciam que os projetos de construção de grandes hidrelétricas e a ação de mineradoras podem causar a morte de diversas espécies, poluir o rio e levar populações ribeirinhas e indígenas à pobreza.
Segundo relatório do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), de 2013, pelo menos 3 mil garimpos clandestinos operam no rio Tapajós.
 Fachada Digital do Espaço do Conhecimento
O filme será exibido todas as noites, das 18h às 22h, até o dia 15 de maio, na fachada digital do Espaço do Conhecimento UFMG, na Praça da Liberdade.
A fachada externa do Espaço do Conhecimento UFMG é revestida por um material vítreo especial, o que transforma o edifício em uma grande tela de projeção. Todas as noites, imagens que unem arte, ciência e experimentação são exibidas na fachada, numa interface entre o Espaço e a Praça da Liberdade.
Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes por meio da utilização de recursos museais. Sua programação diversificada inclui exposições, cursos, oficinas e debates. Integrante do Circuito Liberdade, o Espaço do Conhecimento é fruto da parceria entre a UFMG e o Governo de Minas. O Espaço conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIG, da Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da UFMG e está subordinado à DAC – Diretoria de Ação Cultural da UFMG.

Serviço 
Exibição de “Amazônidas - um olhar sensível sobre a cultura do Tapajós”, na Fachada Digital
Data: de 6 de maio, sexta-feira, a 15 de maio, domingo, das 18h às 22h
 Local: Fachada do Espaço do Conhecimento UFMG, na Praça da Liberdade, nº 70

5º Olhar de Cinema



5º Olhar de Cinema acontece de 8 a 16 de junho
Festival Internacional de Curitiba conta com 9 mostras especiais
Inscrições para cobertura do Festival já estão abertas
De 8 a 16 de junho acontece na capital paranaense a quinta edição do Festival Internacional de Cinema de Curitiba, o5º Olhar de Cinema. Apesar da pouca idade, a mostra já faz parte do cenário cultural da cidade e traz filmes de diversos gêneros e nacionalidades para o público local.
O festival conta com Patrocínio master do BNDES, Patrocínio da Sanepar, Apoio da Fundação Cultural de Curitiba realizado através da Lei de Incentivo à cultura, do ministério da cultura, Governo Federal. Com uma seleção bastante variada, com cerca de 90 títulos de 30 países, com uma programação das mostras principais de obras inéditas no Brasil.
“Esse ano nossa identidade visual vem em comemoração aos 5 anos de festival e o que tem de mais importante no evento, os filmes.” diz Antônio Junior, diretor do 5º Olhar de Cinema
O festival será dividido em nove mostras especiais. Onze títulos, a serem divulgados nas próximas semanas, fazem parte da mostra principal. Todos têm em comum a experimentação e a pesquisa de linguagem, mas que tratam de temas contemporâneos.
Para aqueles que procuram grandes inovações e surpresas, o  Olhar de Cinema oferece a mostra Outro Olhares. Com filmes de vários lugares do mundo, as experiências são sempre surpreendentes. Outra mostra que aborda a experimentação narrativa, mas dessa vez dando prioridade aos primeiros longas-metragens de diretores do mundo todo, é a Novos Olhares.
Há ainda a mostra Mirada Paranaense, dedica a produções locais. Filmes já conhecidos também têm suas mostras. A primeira é a Olhar Retrospectivo, que escolhe um diretor para explorar sua obra. A mostra Olhares Clássicos, por sua vez, traz obras restauradas de grandes clássicos e mestres do cinema mundial, esse ano com os filmes COMO ERA VERDE MEU VALE (1941), de John Ford, NINOTCHKA (1939) de Ernst Lubitsch e MOUCHETTE (1967) de Robert Bresson.
Para completar a programação, a mostra Exibições Especiais dedica-se a filmes de convidados do evento, e a mostra Foco, dedicada a cineastas com até cinco longas-metragens e pouco conhecidos, em breve serão divulgados os convidados das duas mostras.
Juri
5º Olhar de Cinema é composto por três juris diferentes, o primeiro é o responsável pelo “Prêmio Olhar de Melhor Filme” e irá escolher os vencedores da mostra de longas e curtas internacionais, um segundo júri que dá o prêmio para melhor longa e melhor curta brasileiro dos filmes nas mostras Principal, classificado como "Prêmio Olhares Brasil" e o júri da mostra “Novos Olhares”. http://olhardecinema.com.br/2016/premios
Os longas-metragens da Mostra Principal concorrem aos Prêmio Olhar de Melhor Filme; Prêmio Especial do Júri; Prêmio Contribuição Artística e Prêmio do Público. Os curtas concorrem aos Prêmio Olhar de Melhor Filme e Prêmio do Público.
Outros prêmios como Prêmio Olhares do Brasil, de curta e longa-metragem, e o prêmio Novo Olhar, que também analisam filmes de outras mostras também serão dados.
Além do júri oficial, outras premiações fazem parte do festival. São o Prêmio da Crítica, oferecido pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) e o Prêmio Hors Pistes, do Centro Pompidou.
Mercado
Paralelamente às exibições, o Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba promove o Mercado de Cinema de Curitiba, desenvolvendo atividades como Seminário de Cinema de Curitiba, Curitiba_Lab e oficinas (Montagem, ministrada, por Karen Akerman; Efeitos visuais e animação 3D, pela escola Escola R.evolution; Curadoria e Programação por Gustavo Beck)
Em breve serão divulgados os filmes de cada mostra, além do nome dos jurados de cada Mostra e as atividades do Mercado.
Os jornalistas interessados em cobrir o 5º Olhar de Cinema deverão se cadastrar através do site: www.olhardecinema.com.br/imprensaform
Serviço:
5º Olhar de Cinema
O Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba começou suas atividades como um evento internacional de cinema independente. Em 2016 chega a sua 5a. edição exibindo cerca de 100 filmes de todo o mundo a um público de mais de 18 mil pessoas. Site: http://olhardecinema.com.br/2016/festival/
Data: de 8 a 16 de junho
Locais:
Shopping Crystal (Espaço Itaú de Cinema)
Rua Comendador Araújo, 731 – Batel
Curitiba-PR
Shopping Novo Batel
Alameda Dom Pedro II, 255 – Batel
Curitiba-PR

ENSP sedia Encontro Estadual de Mudanças Climáticas e Justiça Social




Representantes de Movimentos Sociais, organizações e coletivos discutem, na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), caminhos para fortalecer lutas socioambientais unindo diferentes causas. Organizado pelo Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social, o Encontro Estadual do Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social no Rio acontecerá na próxima sexta-feira, 29 de abril, a partir das 9 horas, no auditório térreo da ENSP pesquisadores e demais interessados nas relações entre as mudanças climáticas e suas consequências socioambientais, especialmente no contexto urbano. O encontro responde ao desafio de articular um movimento plural no estado juntando diferentes grupos que já têm produzido iniciativas e conhecimentos a respeito da crise ambiental a partir de suas experiências de enfrentamento. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui ou no dia do evento.

Participarão do evento aqueles atingidos por desastres socioambientais e grandes empreendimentos, removidos, grupos que trabalham com agroecologia, movimentos mobilizados em torno de melhores condições de saneamento, coletivos de juventude popular e demais representantes das lutas contemporâneas por justiça socioambiental. A ideia é, nessa diversidade de práticas ativistas, encontrar ou fortalecer a identificação com a questão das mudanças climáticas e seus múltiplos pontos de desafio e de engajamento.

Na programação, a manhã será destinada a um painel em que falam o pesquisador de saúde ambiental e saúde do trabalhador da ENSP Marcelo Firpo, a coordenadora de Justiça Socioambiental da Fundação Heinrich Böll, Maureen Santos, o representante do Fórum dos Atingidos pela Indústria do Petróleo da Baía de Guanabara, Yoshiharu Saito, e a jornalista autora da página Nova Ética Social, no G1, Amélia Gonzalez, estimulando a discussão sobre perspectivas para as lutas socioambientais no RJ. Os palestrantes vão dialogar com questões enviadas pela plateia antes do evento (para enviar uma pergunta, é só acessar o formulário aqui). Na parte da tarde, os participantes devem se organizar em grupos temáticos para discutir possibilidades de articulação e propostas para a edição regional do evento, prevista para junho deste ano.

O Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social é uma rede de organizações que busca contribuir com a formulação de políticas de proteção ao clima no Brasil, responsabilizando o poder público, além de produzir e difundir conhecimento sobre tema. Fazem parte entidades como Ibase, Fase, Cáritas, Koinonia, Iser, Movimento dos Pequenos Agricultores, CNBB, Comissão Pastoral da Terra, Monades, CDDH - Petrópolis, ENSP/Fiocruz, IFHEP-Campo Grande e Cese.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail fmcjsriodejaneiro@gmail.com.

EAESP debate impacto na performance logística do relacionamento entre cliente, embarcador e operador

O Centro de Excelência em Logística e Supply Chain (GVCelog) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV (EAESP), em parceria com a Associação Brasileira de Logística (Abralog), promove, no dia 18 de maio, às 8h30, o evento “A relação cliente, embarcador e operador e seu impacto na performance logística”, em São Paulo.
No encontro, pesquisadores e profissionais de logística irão apresentar os resultados de uma pesquisa científica realizada no setor e debater suas implicações práticas a partir dos pontos de vista de embarcadores e prestadores de serviços logísticos.
O evento também abordará algumas discussões para melhoria da performance das empresas de logística e debaterá questões como o impacto que o relacionamento entre embarcador e prestador de serviço tem na performance logística, a proatividade na área e a percepção de clientes e fornecedores em seus relacionamentos comerciais.
O evento será realizado na Sala Itaú, em São Paulo (Rua Itapeva, 432, térreo, em Bela Vista). Os interessados em participar do encontro devem se inscrever pelo site.

Conferência Internacional sobre Conectividade Sustentável

O Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da Escola de Direito do Rio de Janeiro (Direito Rio) da FGV organiza, nesta sexta-feira, dia 29 de abril, a Conferência Internacional sobre Conectividade Sustentável. O evento acontecerá na sede da FGV no Rio de Janeiro (Praia de Botafogo, 190, hall do 8º andar) e contará com a presença de acadêmicos, especialistas, autoridades e representantes do setor privado.
Os participantes debaterão uma série de temas, entre eles, o plano nacional de banda larga, as práticas de zero rating, a proposta de introduzir franquias de dados nos planos de banda larga fixa e a criação de redes comunitárias, além de proporem sugestões concretas a fim de promover a conectividade de maneira sustentável.
Segundo o pesquisador do CTS, Luca Belli, a internet é atualmente um instrumento essencial para o desenvolvimento econômico, social e cultural de três bilhões de usuários em todo mundo. Apesar do número expressivo, a maioria deles encontra-se nos países desenvolvidos e mais de 60% da população dos países em desenvolvimento ainda não está conectada.
“Várias estratégias podem ser desenvolvidas para promover a conectividade à internet, mas parece necessário avaliar os potencias custos, benefícios e riscos ligados a essas estratégias para poder escolher as opções que preservem a sustentabilidade do ‘ecossistema da internet’”, explica o pesquisador.
O evento vai contar com a participação do diretor de Banda Larga do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra; do professor da Direito Rio, Silvio Meira; além do convidado internacional Bob Frankston, membro do Board of Governors da IEEE Consumers Electronics Society, entre outros participantes.
O evento é aberto ao público. Para mais informações e inscrições, acesse o site.