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quinta-feira, 25 de abril de 2019

7ª. EDIÇÃO DO TUDO SOBRE MULHERES - FESTIVAL DE CINEMA FEMININO

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INSCRIÇÕES ABERTAS PARA 7ª. EDIÇÃO DO TUDO SOBRE MULHERES - FESTIVAL DE CINEMA FEMININO

As inscrições vão até o dia 20 de maio
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Estão abertas as inscrições para o 7º Tudo Sobre Mulheres – Festival de Cinema Feminino, que acontece entre os dias 19 e 24 de agosto, no Teatro da Universidade Federal de Mato Grosso, em Cuiabá. Nesta edição o festival está de casa nova e aporta na capital do estado. 

As inscrições vão até o dia 20 de maio e podem ser feitas pelo site www.tudosobremulheres.com

Concorrem filmes com até 30 minutos, sem limite de data de produção. A programação também conta com longas fora de competição, Sessão Homenagem, oficina de “Cinema de Guerrilha: produção Audiovisual para baixo e baixíssimo orçamento”, “Mini-curso: Mulheres no Cinema Brasileiro”, ministrados respectivamente por Gabriel Costa Correia e Leticia Capanema, docentes do curso de Cinema e Audiovisual da UFMT.  
 
Os diálogos sobre os filmes exibidos vão acontecer ao final de todas as sessões. 
 
Este ano a homenageada do Tudo Sobre Mulheres será a cineasta Tata Amaral, uma das mais importantes realizadoras do cinema brasileiro desde os anos 1990. Diretora de filmes que já se tornaram clássicos, como “Um Céu de Estrelas”, “Antônia” (que gerou a série homônima pela Globo), “Trago Comigo”, “Hoje”, e o mais recente “Sequestro Relâmpago”. 

O Festival busca patrocínios e apoios no momento. As parcerias consolidadas até o momento são: UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) através da PROCEV (Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência), Cineclube Coxipones e o Curso de Cinema e Audiovisual; Assembleia Legislativa, através da Sala da Mulher e TVAL; BPW (Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais de Cuiabá), Genius Publicidade, Cult – Produção de Conteúdo Inteligente, Aline Wendpap Assessoria de Comunicação e Colégio Fato.  
 
Serviço: 
Inscrições para Filmes (curtas e médias) com até 30 minutos de duração.  
Ano de produção: livre 
Site para Inscrição: www.tudosobremulheres.com / www.tudosobremulheres.com/inscricao
Data Limite: 20 de maio de 2019 
Informações: tsmproducao@gmail.com  

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8º Olhar de Cinema: “Raúl Ruiz e diálogos no exílio”

“Raúl Ruiz e diálogos no exílio”

Seleção homenageia cineasta chileno Raúl Ruiz

A programação também traz filmes de diretores brasileiros realizados no exílio durante o período da ditadura militar


A mostra Olhar Retrospectivo da oitava edição do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Cinema de Curitiba apresenta diálogos entre as histórias recentes de dois países de nosso continente. Um lado da retrospectiva oferece oito filmes do grande diretor chileno Raúl Ruiz, a maioria dos quais foram realizados durante o período da ditadura militar do Chile (1973-1990). O período de realização de tais filmes também coincide com o da própria ditadura militar do Brasil (1964-1985), período que será representado pelo outro lado da retrospectiva, onde se exibirá 10 filmes realizados durante o período do governo ditatorial por diretores brasileiros em passagens pelo exílio. Participações especiais de convidados e debates irão complementar as exibições dos filmes e auxiliar o público a refletir sobre os significados desse legado transnacional, dentro do contexto de uma mostra cujo nome se inspira no filme Diálogos dos exilados, o primeiro longa-metragem de Ruiz concluído na França após sua fuga do Chile para a Europa.

“Talvez há um ano uma mostra em torno desse tema pareceria algo que remetesse a um passado mais distante de nossa história”, diz o diretor geral e diretor de programação de Olhar de Cinema, Antônio Júnior. “Contudo, hoje essa mostra reflete um momento em que o exílio, infelizmente, passa a fazer parte do nosso presente. Assim, se a mostra Olhar Retrospectivo surge com a vontade de homenagear o Raúl Ruiz, ao buscar um recorte dentro da obra dele, até por sua enorme magnitude, nos deparamos com um momento que ela estava intimamente ligada com a realidade da América Latina de golpes de estados e ditaduras de 1960-1990, momento em que diversos cineastas se encontravam produzindo fora de seus países, exilados. Com isso, surgiu um anseio de estabelecer um diálogo de Ruiz com uma lista relevante de cineastas brasileiros – Helena Solberg, Glauber Rocha, Cacá Diegues, Ruy Guerra, Silvio Tendler, Júlio Bressane, Lúcia Murat, Murilo Salles, Luiz Sanz e Pedro Chaskel – em forma de diálogos de exílio.
Raúl Ernesto Ruiz Pino nasceu em Puerto Montt, Chile, em 1941, e morreu em Paris em 2011. Durante sua breve vida, dirigiu mais de 100 filmes em vários países, com uma ênfase especial em seu país sul-americano de origem – que ele deixou para o exílio em decorrência do golpe de estado de 1973 – e do país europeu onde ele adotou residência. A obra de Ruiz reinventou o cinema ao romper as fronteiras das formas narrativas tradicionais através de uma busca incansável por novas formas de contar histórias, muitas vezes sob a perspectiva de personagens que se consideravam exilados.

O Olhar de Cinema vai exibir uma breve seleção da sua filmografia – a maioria dos filmes em cópias digitais restauradas – que se inicia cronologicamente com seu primeiro longa-metragem existente realizado no Chile, e termina com um de seus filmes mais celebrados, uma obra inspirada pela literatura europeia e pelo folclore chileno.

“Assim que decidimos que seria preciosa a oportunidade de pensar no cinema de Ruiz pelo signo do exílio, veio a ideia de colocá-lo lado a lado com tantos cineastas brasileiros que também precisaram realizar uma parte das suas obras longe do país”, diz Eduardo Valente, um dos programadores de longas-metragens no Olhar de Cinema. “Acreditamos que a circunstância histórica similar do período ganha ainda mais peso quando vemos caminhos bem diferentes sendo trilhados”, ele complementa.

Os oito filmes a seguir, dirigidos por Raúl Ruiz, foram confirmados para a Retrospectiva. Eles serão exibidos em novas cópias em DCP:

Três tristes tigres (Tres tristes tigres, 1968, Chile, 98 min, cópia restaurada fornecida pela Cineteca Nacional de Chile)
Diálogos dos exiliados (Diálogos de exiliados/Dialogue d’exilés, 1975, Chile/França, 104 min, cópia restaurada fornecida pela Cineteca Nacional de Chile)
A vocação suspensa (La vocation suspendue, 1977, França, 95 min, cópia restaurada fornecida pela INA)
A hipótese do quadro roubado (L’Hypothèse du tableau volé, 1978, França, 64 min, cópia restaurada fornecida pela INA)
As divisões da natureza (Les divisions de la nature: Quatre regards sur le château de Chambord, 1978, França, 31min, cópia restaurada fornecida pela INA)
Dos grandes eventos e pessoas comuns (De grands événements et des gens ordinaires, 1979, França, 61min, cópia restaurada fornecida pela INA)
O teto da baleia (Het dak van de walvis, 1982, Holanda, 90 min, cópia restaurada fornecida pela Cinémathèque française)
As três coroas do marinheiro (Les trois couronnes du matelot, 1983, França, 117 min, cópia restaurada fornecida pela INA)

Os 10 filmes a seguir, dirigidos por cineastas brasileiros exilados, também foram confirmados para a Retrospectiva. Os filmes serão exibidos em suas cópias digitais:

Meio-dia (dir. Helena Solberg, 1970, Brasil, 11 min, cópia digital fornecida pela Filmes de Quintal)
Un séjour (dir. Carlos Diegues, 1970, França, 56min, cópia digital fornecida pela Luz Mágica)
O Leão de Sete Cabeças (Der Leone Have Sept Cabeças, dir. Glauber Rocha, 1970, França/Itália/Brasil, 99 min, DCP restaurado fornecido pela Copyrights, com agradecimentos ao Cine Humberto Mauro)
Não é hora de chorar (No es hora de llorar, dir. Luiz Alberto Barreto Leite Sanz e Pedro Chaskel, 1971, Chile, 36 min, cópia digital fornecida pela Cineteca Universidad de Chile)
Memórias de um estrangulador de loiras (dir. Júlio Bressane, 1971, Inglaterra/Brasil, 71 min, cópia remasterizada fornecida pela TB Produções)
A dupla jornada (dir. Helena Solberg, 1975, Argentina/Bolívia/México/Venezuela, 54 min, cópia digital fornecida pela Filmes de Quintal)
Estas são as armas (dir. Murilo Salles, 1978, Moçambique, 56 min, cópia digital fornecida pela Cinema Brasil Digital)
Mueda, memória e massacre (dir. Ruy Guerra, 1979, Moçambique, 75 min, cópia remasterizada fornecido pela Arsenal – Institüt fur film und videokunst e.V.)
O pequeno exército louco (dir. Lúcia Murat e Paulo Adário, 1984, Brasil/Nicarágua, 52 min, cópia em alta resolução fornecida pela Taiga Filmes)
Fragmentos de exílio (dir. Sivio Tendler, 2003, Brasil, 6 min, cópia digital fornecida pela Caliban Produções Cinematográficas)

Outras novidades sobre o 8º Olhar de Cinema, com outros filmes selecionados e atividades, vêm por aí.

O 8º Olhar de Cinema - Festival Internacional de Cinema conta com patrocínio do BRDE, FSA e Ancine, apoio da Copel, Bigben, Ademilar, Lojacorr, incentivo da Lei de Incentivo à Cultura de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura de Curitiba, Profice, Governo do Paraná e realização da Grafo Audiovisual, Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal.

SERVIÇO

8º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba
De 5 a 13 de junho

1º Encontros de Cinema de Curitiba
De 9 a 11 de junho
A atividade paralela ao festival, voltada para o mercado.

Prévia da Sondagem da Indústria sinaliza avanço em abril

prévia da Sondagem da Indústria de abril de 2019 sinaliza avanço de 0,4 ponto do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final de março de 2019.
A alta seria determinada pela melhora na percepção dos empresários em relação à situação atual dos negócios. O Índice da Situação Atual (ISA) subiria 1,0 ponto, para 98,1 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) recuaria apenas 0,2 ponto, para 97,2 pontos.
O resultado preliminar de abril sinaliza queda de 0,3 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (NUCI), para 74,4%.
Para a prévia de abril de 2019 foram consultadas 782 empresas entre os dias 01 e 16 deste mês. O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima segunda-feira, dia 29 de abril.
O estudo completo está disponível no site.

Seminário reúne especialistas e autoridades para debater PEC do Pacto Federativo

A EPGE Escola Brasileira de Economia e Finanças (FGV EPGE), com o apoio do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), realiza, no dia 26 de abril, a partir das 9h30, o seminário “PEC do Pacto Federativo”. O evento será realizado na Sede FGV (Praia de Botafogo, 190. Botafogo, Rio de Janeiro/RJ) e vai reunir economistas e autoridades para debater a proposta, que propõe a desvinculação e descentralização dos recursos orçamentários da União.
Em um cenário de grave crise econômica que afeta as finanças de estados e municípios, a desvinculação orçamentária, além de importante medida para o equilíbrio fiscal, representa uma oportunidade para reconfigurar as relações entre os Poderes Executivo e Legislativo, fortalecendo a participação do Congresso Nacional na elaboração do orçamento da União. É, ainda, uma oportunidade para repactuar as atribuições e os recursos a serem compartilhados com estados e municípios.
O seminário vai contar com a participação de Aspásia Camargo (Pesquisadora especialista em Federalismo), Carlos von Doellinger (Presidente do Ipea), Rubens Penha Cysne(Professor da FGV EPGE) e Vilma Pinto (Pesquisadora do FGV IBRE). Os especialistas vão discutir os condicionantes econômicos, legais e políticos da revisão das regras orçamentárias atuais.
Para mais informações, acesse o site.