FOTOGRAFIAS

AS FOTOS DOS EVENTOS PODERÃO SER APRECIADAS NO FACEBOOCK DA REVISTA.
FACEBOOK: CULTURAE.CIDADANIA.1

UMA REVISTA DE DIVULGAÇÃO CULTURAL E CIENTÍFICA SEM FINS LUCRATIVOS
(TODAS AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NAS PUBLICAÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DE QUEM NOS ENVIA GENTILMENTE PARA DIVULGAÇÃO).

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Seminário Gestão Escolar para a Aprendizagem de Todos e Todas

O Centro de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getulio Vargas (FGV DGPE) e o Itaú Social promoveram, em novembro, o seminário Gestão Escolar para a Aprendizagem de Todos e Todas. O evento debateu a importância de uma gestão voltada para a aprendizagem equitativa, contando com a presença de gestores e especialistas.
A abertura foi realizada pela superintendente do Itaú Social, Angela Dannemann, e pelo diretor da FGV DGPE, José Henrique Paim. Em seguida, na mesa com os palestrantes Jaana Nogueira (FGV DGPE), Mauricio Ernica (Unicamp) e Tiana Tapety (Secretaria Municipal de Educação de Oeiras – PI), mediada por Sofia Lerche (FGV DGPE), foram discutidos os desafios e oportunidades da gestão com foco na aprendizagem.
A parceria entre FGV DGPE e Itaú Social também originou dois cursos gratuitos e certificados. O curso Planejamento e Estratégia para Gestão Escolar é composto por seis módulos, com duração total de dez horas. O objetivo da formação é capacitar os participantes a identificar os elementos constitutivos do projeto político-pedagógico e a relevância da sua elaboração coletiva; descrever uma proposta de modelo estratégico de gestão de pessoas, as suas características, potencialidades e limitações de aplicação na escola; e gerir o espaço escolar para o processo de ensino-aprendizagem.
Já o curso de Liderança e Gestão Participativa na Escola proporciona ao participante elementos para analisar o papel do gestor escolar; reconhecer características de equipes de alto desempenho; aplicar técnicas para comunicação e gestão de conflitos; e identificar componentes do processo decisório. A formação tem duração total de oito horas, divididas em quatro módulos.
Para mais informações sobre os cursos, acesse o site.

Segundo Encontro Brasileiro de Data Science

O Núcleo de Estudos de Data Science (NDS) da Escola de Economia de São Paulo (FGV EESP) realiza, entre os dias 9 e 11 de dezembro, o Segundo Encontro Brasileiro de Data Science. O evento tem como objetivo reunir profissionais do mercado e academia de diferentes especialidades, mas que tem como interesse comum disciplinas relacionadas a ciência de dados para discutir e disseminar ideias, teorias, aplicações, tecnologias, e ampliar o networking entre os participantes. A proposta é contribuir para o desenvolvimento pessoal, acadêmico, governamental e empresarial.
As atividades serão realizadas na FGV EESP (Rua Itapeva, 474. Bela Vista, São Paulo) e englobam palestras e apresentações acadêmicas e de tecnologias e suas aplicações a diversos setores. Também serão realizados painéis de discussões sobre tendências de data Science e minicursos, que abordarão assuntos como mahcine learning, aprendizado por reforço, análise geoestatística e processamento de linguagem natural.
Toda a programação de palestras, minicursos e atividades suplementares, bem como as condições para inscrição no evento, estão disponíveis no site.

FGV IBRE lança Observatório da Produtividade

O Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE) acaba de lançar o Observatório da Produtividade, site produzido pela equipe da Economia Aplicada do FGV IBRE liderada pelos pesquisadores Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro, e Fernando Veloso. O site, uma ideia original do pesquisador do FGV IBRE, Regis Bonelli, falecido em dezembro de 2017, reúne uma ampla base de dados sobre o tema, que inclui estatísticas, séries históricas, estudos e a atualização do Indicador Trimestral de Produtividade do Trabalho, lançado este ano.
Silvia afirma que um dos diferenciais do trabalho reunido no site é o de ser “um sistema institucionalizado, desenvolvido com uma única metodologia, o que permite que as informações, tanto quantitativas quanto qualitativas, sejam disponibilizadas de forma estruturada, acessível para consulta e atualização por todos”.
No evento em que foi apresentado, promovido na capital paulista no último dia 4 de dezembro em parceria com o jornal O Estado de S. Paulo, Silvia divulgou o Indicador Trimestral de Produtividade do Trabalho para o terceiro trimestre do ano: que apresentou recuo de 0,7% em relação ao mesmo período de 2018. O resultado, aponta a pesquisadora, apresenta melhora em relação ao do segundo trimestre de 2019, de -1,6%. Observada por setor, a produtividade por hora trabalhada passou de queda de 1,5% no segundo trimestre para alta de 4,6%. Já a indústria de transformação, que havia registrado um tímido aumento de 0,2% no segundo tri, caiu 2,3%. A construção confirmou a trajetória de recuperação da produtividade por hora trabalhada, crescendo de 1,7% no segundo tri para 3,7%. Já o setor de serviços passou de uma variação de -1,9% no segundo tri para -1,3% no terceiro. A abertura desse setor mostra um resultado positivo do comércio (crescimento de 1,7%), mas um desempenho alarmante em transporte (-6,8%, quarto trimestre consecutivo de queda) e outros serviços (-2,7%, somando taxas negativas desde o segundo trimestre de 2014).
A estimativa dos pesquisadores é de que a produtividade do trabalho feche o ano também em queda de 0,7%, depois de resultados positivos em 2018 (0,1%) e 2017 (1,2%). No evento, Fernando Veloso destacou que o descompasso entre a evolução do PIB – que deverá fechar o terceiro ano em torno de 1% – e a evolução da produtividade, o que revela a falta de sustentabilidade dessa expansão da atividade. “Hoje observamos uma recuperação do emprego, o que é bom, mas a composição ainda não é”, diz, lembrando que empregos e empresas informais são menos produtivos que os formais. Por isso, Veloso considera que a evolução da produtividade em 2020 tampouco terá uma recuperação forte. “Disso dependerá a evolução do mercado de trabalho, e da formalidade. Na margem, deve haver alguma recuperação. Mas a simples geração de trabalho e de aumento de PIB, como vemos, nem sempre significa aumento de produtividade”, reforça.
Uma Longa Agenda
O impacto da agenda de reformas no aumento da produtividade também esteve na pauta do evento, moderado pela jornalista do Estado de S. Paulo Adriana Fernandes. Pedro Cavalcanti, diretor da FGV Crescimento e Desenvolvimento, defendeu o avanço da reforma tributária e da abertura comercial. “Sou a favor de uma estrutura tributária neutra, da mesma forma que defendo uma estrutura de tarifas de importação que seja homogênea e baixa. Hoje a média mundial não chega aos 4%  – apesar de ter uma grande variação – enquanto as nossas tarifas médias são de 14%. Temos que reduzi-las e eliminar incentivos e proteção a determinadas indústrias”, afirmou, destacando que tal prática é um desincentivo à especialização e a busca por inovação, que por sua vez contribuem para a produtividade. Entre os avanços já conquistados, Cavalcanti ressaltou o mercado de crédito.
Além do aumento de instrumentos de incentivo à concorrência no sistema financeiro, como o aprimoramento do cadastro positivo e o avanço do open banking, lembrados por Veloso, Cavalcanti ressaltou a redução do crédito subsidiado. “Junto a Renato Fragelli (FGV EPGE), temos ressaltado a transformação que já se observa no mercado de capitais. Vimos muitos críticos à substituição da TJLP pela TLP (taxa de referência nos contratos de financiamento do BNDES), alegando que o Brasil não tem mercado de crédito de longo prazo. Mas este nunca iria se desenvolver no setor privado se tinha o subsídio do BNDES. Agora vemos um movimento muito mais saudável”, disse.
Bernard Appy, diretor do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF), expôs no seminário a série de distorções do atual sistema tributário brasileiro e seu impacto sobre a produtividade, detalhados em entrevista da edição de dezembro da revista Conjuntura Econômica. Ele ainda comentou sobre a importância do avanço da agenda de produtividade dentro do setor público. Appy afirmou considerar pouco factível a proposta do governo de redução do número de municípios, mas considerar que algumas iniciativas poderiam avançar para a contenção de gastos incompatíveis em municípios pequenos. “Limitar o gasto do município com o legislativo e o incentivo a consórcio de municípios – como já acontece para serviços de saneamento – é um exemplo”, afirmou. 
Para conhecer o Observatório da Produtividade, acesse o site.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Seminário reúne especialistas para debate técnico sobre indicadores de água e esgoto

O Grupo de Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da FGV (GEI-SA) realiza, no dia 5 de dezembro, o debate “Indicadores de água e esgoto”. O evento será realizado no auditório FGV EESP (Rua Itapeva, 474, 6º andar. Bela Vista, São Paulo) a partir das 8h30 e vai reunir autoridades e especialistas no assunto.
Atualmente, o país conta com o Sistema Nacional de Indicadores sobre Saneamento (SNIS), gerenciado pela Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). A partir dos dados disponibilizados no SNIS, indicadores de água e esgoto são expostos publicamente em todo país para dar dimensão dos desafios que o Brasil ainda enfrenta perante ao saneamento básico.
Ainda que o SNIS seja uma das fontes mais utilizadas no país pelo próprio setor, sociedade civil, governos e imprensa, discute-se quais aperfeiçoamentos podem ser acrescidos para torná-lo mais passível de checagem dos números e compreensivo pela sociedade.
Para mais informações e inscrições, acesse o site.

FGV IBRE | Seminário FGV IBRE - Estadão/Perspectivas 2019 - 4º Trimestre




A partir de setembro, os indicadores de atividade apontam um ritmo mais firme, ainda que bastante moderado, de retomada cíclica da economia brasileira. Algumas preocupações, entretanto, ainda nublam o horizonte da economia nacional.
A economia global desacelera e as turbulências políticas e problemas econômicos na Argentina e em outros países latino-americanos agravam esse quadro para o Brasil. Internamente, o governo permanece sem uma base parlamentar organizada. Com o país caminhando para um ano eleitoral em 2020, não está claro quão viável será uma tramitação eficaz da pesada pauta de propostas do Executivo no Congresso.
Todas essas questões conjunturais serão debatidas por especialistas, com foco nos prognósticos para 2020, durante o Seminário FGV IBRE - O Estado de São Paulo/Perspectivas 2019 - 4º Trimestre, na Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo, no dia 12 de dezembro, quinta-feira.



“Workshop de Energia Heliotérmica”

A energia heliotérmica chegou ao Brasil como uma tecnologia viável, segura e limpa. Para discutir o assunto e debater sobre os reais desafios e limitações para o desenvolvimento da indústria solar no Brasil, a FGV Energia realiza, no dia 4 de dezembro, às 9h, o “Workshop de Energia Heliotérmica”. O evento será realizado no auditório da Sede FGV (Praia de Botafogo, 190. 12º andar. Rio de Janeiro).
A abertura do evento vai fazer uma introdução ao potencial das tecnologias de energia solar térmica no Brasil, conhecida internacionalmente como Concentrated Solar Power (CSP). Na sequência será realizada uma mesa redonda em que os especialistas vão discutir as perspectivas para a geração heliotérmica no país. Já a segunda mesa redonda visa debater o papel das universidades e da pesquisa e desenvolvimento no fomento da tecnologia CSP no Brasil.
Na parte da tarde, o workshop será retomado com a mesa sobre a cadeia de valor na energia heliotérmica. Serão fornecidas informações sobre o segmento industrial e discutir os desafios para o desenvolvimento futuro da tecnologia. Por fim, será realizado um painel que vai mostrar a situação dos principais projetos de pesquisa e desenvolvimento de termosolar no Brasil.
O evento vai contar com a participação dos principais agentes do mercado, como Bernardo Folly (Empresa de Pesquisa Energética – EPE), Ailson de Souza Barbosa (Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel), Antonio de Abreu (Ministério de Minas e Energia – MME), Ary Pinto (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE) e Luiz Antônio Pinto (Associação Brasileira de Energia Solar Térmica – Abrasol).
Para mais informações e inscrições, acesse o site.

Seminário discute desafios para implementação da Lei Geral de Proteção de Dados no Brasil

A monetização dos dados pessoais é, atualmente, um dos negócios mais lucrativos do mundo. Os serviços fornecidos por gigantes digitais com a Alphabet (Google), Amazon, Apple, Facebook e Microsoft são baseados na coleta e no processamento de dados pessoais a fim de compreender hábitos e orientar interesses dos consumidores, direcionando a estratégia de marketing da maneira mais eficiente possível. Para discutir o assunto, a FGV realiza, no dia 4 de dezembro, a partir das 14h, o Seminário “Lei Geral de Proteção de Dados: Desafios para sua implementação no Brasil”. O evento será realizado no auditório da FGV Projetos (Avenida Paulista, 1294. 15º andar. Bela Vista, São Paulo).
Além da questão da privacidade dos dados pessoais, há outro fator que torna esse debate urgente: a proliferação de novas tecnologias que interferem no comportamento político, individual e coletivo e são capazes de determinar conteúdos políticos, plataformas de governo e até mesmo resultados de processos eleitorais.
Ao mesmo tempo, é impossível ignorar que o avanço do uso de big data e da inteligência artificial é uma nova etapa da tecnologia com impactos diretos no desenvolvimento econômico, bem com o na otimização do resultado de políticas públicas.
Nesse sentido, é forçoso discutir os impactos das leis 13.709 de 2018 e 13.853 de 2019 no setor público e privado, compreendendo o contexto das novas tecnologias nas sociedades de informação. É fundamental também compreender com o foi a implantação do modelo europeu, do qual deriva toda a legislação nacional, e que certamente servirá de paradigma para as dificuldades e desafios de implementação do marco de proteção de dados no Brasil.
Para mais informações e inscrições entre em contato por e-mail.