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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

II Seminário Lutas Sociais e Serviço Social: Projetos Societários e Projeto Profissional


No contexto de crise e de rearranjo mundial do capitalismo emerge um conjunto expressivo de lutas e movimentos sociais que vem desenvolvendo ações ofensivas sobre as condições de dominação e exploração impostas pelas políticas de ajustes neoliberais e pela financeirização do capital. Formas diversas de protestos coletivos vêm ganhando visibilidade em diversos países e regiões do mundo.
O primeiro objetivo do II Seminário Internacional da FSS/UFJF é refletir acerca dessas lutas e resistências e seus impactos no reordenamento das relações sociais nos países de capitalismo periférico e central.
É em sintonia com este universo de lutas e resistências que se situa o projeto profissional do Serviço Social brasileiro. Debater a produção teórica do Serviço Social acerca dos Movimentos Sociais e a intervenção profissional nos processos de resistência e de organização dos sujeitos junto aos quais intervém constitui o segundo objetivo do nosso Seminário.

PROGRAMAÇÃO

04 de outubro de 2011 (terça-feira)
18h Mesa de aberturaCoordenação: Rodrigo de Souza Filho – Diretor da FSS/UFJF
19hConferência de Abertura: Panorama das lutas no cenário mundial contemporâneo e seus impactos na ordem do capital.Palestrantes: Luis Suárez SalazarProf. da Universidade de Havana (Cuba).
Vito GiannottiEscritor e Coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação.
Coordenação:
Profª. Rosângela Batistoni
(Coordenadora do Programa de Pós-Graduação FSS/UFJF).

05 de outubro de 2011 (quarta-feira)
9h às 12hLutas sociais e projetos societários na América Latina: Brasil e Argentina.Palestrantes:
Valério Arcari
Prof. do Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo (CEFET-SP).
Javier AmadeoProf. da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Coordenação:
Profª. Carina Berta Moljo
– FSS/UFJF
14h às 18h Lutas sociais e projetos societários na América Latina: Venezuela e Bolívia.Palestrantes:
Gilberto Maringoni
Pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).
Everaldo de Oliveira AndradeProf. do Departamento de História da Universidade de Guarulhos e da USP.
Coordenação:
Profª. Ana Lívia de Souza Coimbra
– FSS/UFJF

06 de outubro de 2011 (quinta-feira)
9h às 12hProcessos societários e Serviço Social: debatendo os rumos da profissão na contemporaneidade.Palestrante:
José Paulo Netto
Prof. Emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Serviço Social).
Coordenação:
Profª. Leila Baumgratz Delgado
– FSS/UFJF
14h às 18hExperiências do Serviço Social nos processos de organização, mobilização e lutas sociais.Palestrantes:
Carolina Mamblona
Profª. da Universidad Nacional de La Plata/Argentina.
Maria Beatriz AbramidesProfª. da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Serviço Social).
Ana Elizabeth MotaProfª. da Universidade Federal de Pernambuco (Serviço Social).
Coordenação:
Profª. Maria Lúcia Duriguetto – FSS/UFJF

Seminário Relevância da Informação para a Construção e Efetivação de Políticas Públicas de Saúde do Idoso

Exposição "Objetos Extremos"




Sete esculturas em grande escala, que se relacionam entre si, mas mantêm a individualidade dentro do conjunto. Isto é o que o público vai poder conferir na exposição “Objetos Extremos”, de Icléa Goldberg, a partir do dia 5 de outubro, na Galeria Anna Maria Niemeyer (filial Baixo Gávea). Trata-se da primeira mostra da artista nesta Galeria.
A exposição segue a mesma linha de raciocínio de “Ver é Sair de Si” – no “Projeto Zona Instável” – apresentada nas Cavalariças da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, em 2005/ 2006. Utilizando madeira, borracha, couro e aço inox, a artista elege como ícones alguns objetos que funcionam como metáforas e que estão no seu imaginário.
Os trabalhos estarão expostos seguindo o sentido horário – como um percurso – e em todos eles, a sombra e o modo como se destacam do plano e se inserem no espaço é fundamental para o desempenho das formas. Assim, é estabelecida uma conversa harmônica entre as esculturas. “As esculturas conversam entre si de várias maneiras: de forma mais explícita, pela geometria, paralelismo, o modo como se repetem – as retas, as curvas, os ângulos –, na forma como se apóiam nas paredes e, ao mesmo tempo as rejeitam, os materiais usados. Implicitamente, estas imagens são como metáforas e, como tal, encontram significado e pertinência no meu imaginário. Apesar do estranhamento que possam causar, acredito que cada espectador à sua maneira saberá perceber as relações entre elas”, afirma Icléa.
Logo à entrada, uma série de quinze “chicotes” enfileirados e rigorosamente paralelos (pau de enxada e borracha). Em seguida, uma grande “pua” (madeira), pendurada no alto da parede, de modo nada tradicional, avança sobre o espaço, podendo dar vazão a interpretações simbólicas, “uma obra de clima”, como diria Reynaldo Roels Jr. Um grande leque (madeira e aço inox), no canto direito ao fundo da galeria, abre-se à metade e se completa apenas pelo olhar no gesto de um arco riscado a carvão…
O centro do espaço é ocupado por dois grandes estilingues (galho de árvore, borracha e couro), desenhando formas sinuosas no chão. À direita, próximo à fachada da galeria, oito enormes alfinetes (aço inox e madeira) criam um painel diretamente na parede: a 45º, 4 em cima e 4 embaixo, em direção contrária, tecem um jogo de sombras na parede e no chão. E, finalmente, um cubo (madeira e aço inox) com longas madeixas (old punk) fecha a exposição.


Exposição “Objetos Extremos”
Artista: Icléa Golberg
Abertura: 5 de outubro de 2011, às 19h
Local: Galeria Anna Maria Niemeyer (filial Baixo Gávea)
Endereço: Praça Santos Dumont, 140 A – Baixo Gávea
Visitação: de terça a sexta, das 12h às 21h, e sábados e domingos, das 14h às 18h
Segundas e feriados não abre
Telefones: 2540-8155 (filial)/ 2239-9144 (matriz Shopping da Gávea)
Em cartaz até 6 de novembro de 2011

I Encontro Estadual de Arquivos


O Conselho Estadual de Arquivos - CONEARQ está promovendo, junto com o Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro, o I Encontro Estadual de Arquivos, que pretende ser um espaço de interlocução do Conselho com a comunidade arquivística estadual, em geral, envolvendo instituições, profissionais e usuários, no sentido de identificar demandas e questões que possam fortalecer o processo de construção da política estadual de arquivos.

Nesta primeira edição, no primeiro dia, pretende-se discutir a relação entre Estado e Arquivos e Sociedade e Arquivos, no marco da I Conferência Nacional de Arquivos, convocada pelo Ministério da Justiça, e no segundo dia tratar a relação entre arquivos e municípios.
O evento está programado para se realizar nos dias 3 e 4 de outubro, no auditório do Arquivo Nacional - Praça da República, 173 - Rio de Janeiro / RJ.

Seminário Internacional Música Independente no Contexto Pós-Crise

Os especialistas reunidos neste seminário internacional não se propõem propriamente a discutir o conceito de indie ou o nível de autonomia dos chamados atores independentes em relação à grande indústria. Na realidade, mais do que discutir os limites do mundo indie, eles buscam realizar um breve balanço do impacto das transformações que vêm ocorrendo nos negócios da música nos últimos anos, seja nas bordas ou mesmo fora do mainstream.


Para o desenvolvimento de suas reflexões tomam como referência alguns exemplos expressivos que estiveram ou estão em curso em várias localidades do globo (na Europa, nos EUA, na América Latina e, especialmente, no Brasil). Afinal, transcorrida mais de uma década desde que os atores sociais passaram a conviver com a sensação de que esta indústria cultural estaria vivendo uma crise sem precedentes, é possível constatar que, de fato, o business da música passa mais propriamente por um processo bastante significativo de transição e de reestruturação.


A discussão dos desafios e das perspectivas da música independente no âmbito das indústrias midiáticas reunirá pesquisadores do Brasil, Inglaterra e da Espanha – países onde a reconfiguração da indústria ocorre de modo mais pronunciado –, estabelecendo um diálogo entre academia e atores sociais e buscando alternativas para dinamizar os circuitos culturais mobilizados por estas manifestações artísticas num contexto pós-crise.
Programação:

1º dia – 03 de outubro (2ª feira)

8:00 – 9:00 horas – Credenciamento

9:00 – 10:00 horas – Mesa de abertura
Alessandra Aldé (UERJ)
Luis A. Albornoz (UC3M)
João Pedro Dias Vieira (UERJ)
Micael Herschmann (UFRJ)

10:00 – 12:00 horas – Conferência I
Samuel Araújo (UFRJ) – Música, política e sociedade em movimento: desafios e potenciais da crise global

12:00 – 14:00 horas – Almoço

14:00 – 17:00 horas – Mesa 1 – Nas bordas e fora do mainstream
Moderador: Marcio Gonçalves (UERJ)
Santuza Cambraia Naves (PUC-RJ) - O alternativo no mainstream: a tropicália entre Smetak e Muzak
Julio Diniz (PUC-RJ) - Nomadismo e trânsito na produção cultural contemporânea
Olívia Bandeira de Melo e Oona Castro (Overmundo) – Apropriação de tecnologias e produção cultural: inovações em cenas musicais da Região Norte
Luís A. Albornoz (UC3M) – Apontamentos sobre a trama empresarial espanhola independente

17:00 – 17:30 horas – Coffe break

17:30 – 20:00 horas – Mesa 2 – Música em rede: ampliando a visibilidade e protagonismo?
Moderador: Marildo Nercolini (UFF)
Leo Morel (autor do livro Música e Tecnologia)
Abel do Cavaco (Grupo musical Antigamente)
Daniel Domingues (Coletivo Ponte Plural/Circuito Fora do Eixo)
Jefferson Andrade Silva (Grupo musical Passarela 10)


2º dia – 04 de outubro (3ª feira)

9:00 – 10:00 horas – Conferência II
Andrew Dubber (Universidade de Birmingham) – Música como Cultura na Era Digital.

10:00 – 13:00 horas – Mesa 3 – (Re)intermediação dos negócios da música
Moderador: José Ferrão (UERJ)
Leonardo de Marchi (UFRJ) - Discutindo o papel da produção independente brasileira no mercado fonográfico em rede
Juan Ignácio Gallego (UC3M) – Novas formas de prescrição musical
José Ángel Esteban (UC3M) – Música independente espanhola nas rádios
Marcelo Kischinhevsky (UERJ) – Rádio e musica independente no Brasil

13:00 – 14:30 horas – Almoço

14:30 – 17:30 horas – Mesa 4 – Revisitando a dinâmica de circuitos e cenas
Moderadora: Liv Sovik (UFRJ)
Cíntia SanMartin Fernandes (UERJ) – Musicabilidade no Rio de Janeiro: o samba e choro nas ruas-galerias do Centro
Simone Pereira de Sá (UFF) – Aspectos da economia musical popular no Brasil: o circuito do funk carioca
Felipe Trotta (UFPE) – "Tradicional é na capital": a circulação do forró pé de serra no Recife
Micael Herschmann (UFRJ) – Ruas que cantam: ativismo seresteiro e desenvolvimento local em Conservatória

17:30 – 18:00 horas – Coffe break

18:00 – 20:30 horas – Mesa 5 – Novos business da música
Moderador: Eduardo Granja Coutinho (UFRJ)
Felipe Llerena (Imusica)
Paulo Monte (Bolacha Discos)
Adilson Pereira (Coordenador do Circo Voador)
Daniel Koslinski (Grupo Matriz)
Carlos Mils (Vice-Presidente da ABMI)
Bruno Levinson (Oi FM)

20:30 - 21:30 horas - Coquetel e lançamento da coletânea Nas bordas ou fora do mainstream musical. Novas tendências da Música Independente no início do século XXI (Editora Estação das Letras e das Cores). Local: Auditório do RAV, no Campus da UERJ.

22:00 horas – Festa de confraternização no Teatro Odisséia (Rua Mem de Sá 66, Lapa)

Fórum Internacional de Mobilidade por Bicicleta

O Rio de Janeiro conta hoje com 200 km de ciclovias em operação e mais 100 km em construção. Estima-se que até o início de 2014, a cidade terá o total de 450 km de ciclovias construídas. Além disso, o governo dá incentivo à instalação de bicicletários, pontos de aluguel de bicicletas e equipamentos de apoio, além da conservação das ciclovias existentes.
O objetivo é enriquecer e esclarecer o vasto universo do uso e da cultura da bicicleta.
Dentro dessa visão, a prefeitura do Rio convida a população da cidade, as prefeituras dos demais municípios brasileiros e dos países latino-americanos, além de associações de cicloativistas, para participarem do biciRio - Fórum Internacional da Mobilidade por Bicicleta, que acontecerá em setembro. O evento abre com um passeio pela ciclovia da Zona Sul da cidade. No dia 26 o dia será todo dedicado a rodada de palestras, estudos de caso e debates técnicos. Para encerrar, no dia 27 acontecem visitas técnicas às ciclovias da Zona Oeste e Norte.

Programação:

25/09/2011 - Domingo
09:00 - 11:00 – Passeio ciclístico de abertura
Local de partida: Praia Vermelha
26/09/2011 - Segunda-feira
08:00 – 19:00 – Apresentação de palestras


27/09/2011 - Terça-feira
11:00 – 16:00 Visita técnica às ciclovias Zona Oeste e Tijuca
Local: Praia Vermelha
* Grupo A: Ciclovias da Zona Oeste
Região distante 60 km do Centro do Rio, campeã carioca do uso da bicicleta, com 53% do total de viagens. O percurso será de 14 km dos 41 quilômetros que interligam os bairros de Bangu a Santa Cruz passando pelos principais centros de comércio e serviços e terminais de transportes da região. Essas áreas contam com 1000 vagas para bicicletas além de iluminação com uso de energia solar.
* Grupo B: Ciclovias da Tijuca
Distante cerca de 6Km do centro do Rio, a ciclovia é composta por ciclofaixas e faixas compartilhadas com extensão total de 3,5 Km e foi a primeira a ser implantada nesse bairro, que possui um dos maiores centros de comércio e serviços da cidade e uma grande demanda pelo uso da bicicleta. É a partir da estação do Metrô da Pça. Saens Peña, no coração da Tijuca, que partem as duas rotas cicloviárias que seguem em direção ao Maracanã, visando à integração da bicicleta com o sistema metroviário

Exposição "A Arte de Campos"


Nesta segunda-feira (03), a partir das 19h, no Monumento aos Pracinhas, no Rio de Janeiro, acontecerá a exposição “A Arte de Campos II”, dando sequência ao projeto da Fundação Teatro Municipal Trianon, de valorização dos artistas plásticos de Campos. Os 13 artistas terão a chance de expor, até o dia 4 de novembro, seus trabalhos para o público de moradores do Rio e turistas de diversos países.

Participam do projeto: Romulo Braga, Guto, Carlos Faria, Josiel Tavares, Rosana Artiles, Alzira Araújo, Silvio Grego, Jô Peçanha, Paulo Rocha, Bia Dantas, Antônio Carlos Pereira Pinto, Tetê Rego e Pedro Rufino.

– Os artistas foram selecionados através de cadastro no banco de dados do Trianon. Participam da exposição, os pintores que estavam com disponibilidade de tempo e com obras disponíveis para o projeto – explica a presidente da Fundação Trianon, Auxiliadora Freitas.

Sucesso na primeira edição – O projeto “A Arte de Campos” teve sua primeira edição no dia 12 de maio, quando 10 artistas campistas, expuseram suas criações no Forte de Copacabana. A exposição terminou no dia 12 de junho, sendo visitada por 1.200 pessoas. Os cariocas aprovaram as obras, adquirindo 10 das 29 telas expostas.