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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

ABA expande em território nacional e promove evento de Comunicação Digital em Belo Horizonte

Primeiro evento da entidade na capital mineira leva cases de empresas como GfK, GoAd Media e Logan
Minas Gerais tem o terceiro maior PIB do Brasil e um dos mais ativos e criativos mercados publicitários do país. Estas são algumas das razões do investimento e dedicação da Associação Brasileira dos Anunciantes ao promover o ABA Comunicação Digital, em Belo Horizonte, no dia 10 de novembro.
No evento, Fernanda Muradas, Diretora Comercial, de Marketing e Client Services da divisão de Media Measurement da GfK no Brasil, apresenta o caseFerramentas de pesquisa e planejamento como aliadas no atual contexto da mídia. Em seguida, José Saad Neto, Fundador e Head de Conteúdo da GoAd Media, sobe ao palco para falar sobre Cocriação, Colaboração e Crowdsourcing, como na era da economia criativa e do compartilhamento, a criação em rede de projetos de marca tem despontado como grande catalisadora de mudanças nas empresas e na sociedade.
Marco Scabia, Sócio e Diretor de Novos Negócios da Logan, apresenta o último painel Segredos para o planejamento de uma boa campanha digital. Ele vai destacar quais os formatos mais adequados para diferentes objetivos em ações no meio digital, quais KPIs vale a pena levar em conta e como a compra de mídia online pode ser otimizada, na visão de especialistas.
“Profissionais das áreas de planejamento, marketing, merchandising e comunicação de empresas anunciantes, agências de publicidade e comunicação, fornecedores de serviços de marketing, veículos, consultores e acadêmicos não precisam mais se deslocar até São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília para contar com o conteúdo da ABA. Esse é um grande avanço para nós e resultado de muita dedicação da equipe incansável da ABA. Com isso, vamos aproximar ainda mais os associados da ABA de debates e palestras que tratam de temas extremamente relevantes, tanto local quanto nacionalmente”, comenta Juliana Nunes, Presidente da ABA.
Participam do evento como debatedores e moderadores: Beatriz Cardoso, Coordenadora de Marketing da Itambé; Daniela Araújo, Diretora do Grupo de Mídia MG e da RC Comunicação; Daniel Negreiros, Sócio diretor de criação e planejamento da Plan B; Alexandre Estanislau, Presidente da Regional MG da Associação Brasileira de Agências Digitais; Samuel Guimarães, Planejamento estratégico e criativo da TOM Comunicação; Euler Brandão, Presidente Abap Minas e da Pro Brasil Propaganda. O patrocinador ouro do ABA Comunicação Digital BH é a Urbana Mídia.
Vale reforçar que este movimento de conquistar novas capitais teve início neste ano, com o ABA Mídia, em Porto Alegre, sucesso de público no mês de outubro, com mais de 100 inscritos. “Isto prova que este é o rumo certo e estamos entusiasmados com o que ainda podemos realizar e no próximo ano, queremos ir para outras capitais como nossos eventos e conteúdos proprietários”, comemora Juliana. Além do ABA Mídia, em Belo Horizonte, a ABA ainda promove nos próximos dois meses em São Paulo: ABA Insights (27/10), ABA Summit (22/11) e ABA GfK ROI (29/11) e no Rio de Janeiro, ABA MKT in Rio (8/11).
Informações
Data: 10/11
Horário: das 8h30 às 12h30
Local: Renaissance Work Center
Rua Paraíba, 550, Funcionários, Belo Horizonte
Tel.: 11 3283-4588 | 11 3253-5123 | 11 3253-5124

PICNIC Brasil 2016

Nascida em Amsterdã, o evento trará palestrantes de renome internacional e terá como tema ‘Redesenhando o crescimento’, com foco no desenvolvimento sustentável
Serviços, acesso aos itens de consumo e à informação, comodidade e satisfação, seja do ponto de vista estético, sensorial ou emocional. Como conciliar essas necessidades do mundo moderno com uma proposta de desenvolvimento sustentável? Pois tem muita gente trabalhando para isso em todo o mundo. Entre os dias 3 e 5 de novembro, o Rio de Janeiro receberá o maior festival de criatividade, inovação e conhecimento da Europa, e parte dessa turma estará presente. O PICNIC Brasil 2016 vai reunir especialistas brasileiros e internacionais no Parque Lage para apresentar soluções no universo da economia criativa, influenciando a sociedade a dialogar e a formular políticas que estimulem o desenvolvimento sustentável. Os ingressos já estão à venda, pelo site picnicbrasil.com
O evento, pela primeira vez no Brasil, deve atrair em três dias cerca de 2.400 pessoas, além de impactar outras três milhões. Esta também será a primeira edição do PICNIC fora da Europa. Desde 2006, o festival é realizado anualmente em Amsterdã, capital da Holanda, cidade em que se tornou sinônimo de inovação e parcerias criativas. O evento inclui palestras com especialistas do Brasil e do exterior, workshops, laboratórios, espaços para exposições (Maker Faire), apresentação de startups e um desafio para artistas, designers, hackers e programadores, conhecido como Hackers Camp.
Vida urbana, bem-estar, aprendizado, economia sustentável, colaboração – o PICNIC Brasil 2016 tem como tema Redesenhando o Crescimento” (Redesign Growth) e terá a participação de importantes nomes dos setores de inovação, tecnologia, criação, ciências e negócios, que discutirão as megatendências do nosso tempo. Trata-se de uma plataforma integrada para compartilhar ideias e projetos que ajudem a gerar negócios, com foco em tecnologia e processos disruptivos.
Uma das grandes questões a serem abordadas nos três dias de evento é a aplicação criativa da tecnologia como aliada para enfrentar os desafios atuais da sociedade. O festival inclui 35 palestras, sendo 20 de especialistas internacionais. Entre eles, Christine Gould (Thought for Food) e Matthias Hollwich (Hollwich Kushner). Outro destaque é Mitchell Joachim, considerado um dos arquitetos mais inovadores do mundo – especializado em sustentabilidade e cofundador da Terreform ONE, organização sem fins lucrativos que promove design inteligente para cidades.
“O PICNIC é uma plataforma para pensar soluções em conjunto e propor mudanças através da criatividade. Trouxemos o festival para o Brasil com o objetivo de criar um ambiente permanente de troca de ideias, que vai muito além do evento. Há todo um ecossistema da economia criativa e do pensamento de inovação no Brasil que precisa ser estimulado. Queremos compartilhar conhecimento e inspirar os empreendedores do século 21. Essa é nossa missão”, explica André Eppinghaus, sócio-fundador da GiG e diretor criativo do festival.
Faça você mesmo – Outro ponto alto do PICNIC será a Maker Faire Rio, espaço criado especialmente para expor ideias baseadas na cultura do “faça-você-mesmo” (Do it yourself). Esse será um ambiente onde pessoas comuns poderão construir, consertar e modificar os mais diversos tipos de objetos e sistemas. Uma versão da Maker Faire foi apresentada em 2014 na Casa Branca, onde o presidente Barack Obama declarou que “o do-it-yourself de hoje é o made in America de amanhã”. Aberta ao público geral, a Maker Faire Rio acontecerá no dia 5 de novembro.
Também vale destacar o Market Place: um palco para mentes criativas e inovadoras, onde empresários independentes e startups são colocados em contato com investidores e parceiros potenciais. Cada participante recebe o mesmo espaço e é desafiado a se apresentar com criatividade e interatividade.
Da Holanda para o mundo – o PICNIC é uma iniciativa da Waag Society, em parceria com o Governo da Holanda. Durante uma década, consolidou-se como o mais relevante festival de inovação, conhecimento e economia criativa da Europa. Em 2015, a Waag Society abraçou a ideia de trazer o festival para a América Latina e escolheu o Rio como o passo inicial dessa nova fase. Associada à curadoria Nuvem Criativa e à rede de inteligência GiG, com produção da SRCom, a plataforma planeja cinco edições do festival até 2021.
“O PICNIC tem a missão fundamental de acelerar mudanças sociais através da inovação. Criatividade e tecnologia são as ferramentas para essas mudanças. O público é convidado a explorar o desconhecido, sair da zona de conforto e criar colisões inesperadas. Durante três dias, seremos o ponto de encontro para inspirar novas ideias, construir novos projetos e soluções de impacto. O PICNIC é um convite às pessoas com o desejo de explorar como a aplicação criativa da tecnologia pode nos permitir enfrentar juntos os desafios da sociedade hoje, em constante transformação”, ressalta Daniela Brayner, fundadora da Nuvem Criativa e diretora geral do festival.
Ao longo de uma década, o festival ajudou a revelar talentos e reuniu empreendedores criativos que se destacaram no universo da tecnologia. Entre eles, Biz Stone, fundador do Twitter; Niklas Zennstrom, fundador do Skype; Richard Branson, fundador do Grupo Virgin; e Dennis Crowle, do Foursquare.

Exposição de pintura “Tragédia ambiental em Minas Gerais e Espírito Santo”

Nos dias 3 e 4 de novembro, o Centro de Comunicação e Letras (CCL) da Universidade Presbiteriana Mackenzie,campus Higienópolis, recebe a Exposição de pintura “Tragédia ambiental em Minas Gerais e Espírito Santo”.

As telas, feitas pelo artista e professor Marcos de Paula, têm imenso significado cultural, à medida que homenageiam cada uma das 19 vítimas, um ano após a catástrofe. Com “início” em Bento Gonçalves, o percurso histórico através das telas começa de forma sutil, descrevendo todas as etapas da devastação.

Os onze minutos em que o verdadeiro tsunami - de 62 milhões de metros cúbicos – arruinou a cidade, são minuciosamente descritos ao longo das imagens, dotadas de uma mensagem importante e com grande valor histórico.

Marcos de Paula, autor das pinturas e responsável pela mostra, fala da importância de se preservar a memória por meio da arte: “Meu objetivo é resguardar essa memória. Uma triste memória”.

Serviço
Data: 03 e 04 de novembro
Horário: 8h às 22h
Local: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Centro de Comunicação e Letras – Rua Piauí, 143 – Higienópolis – SP
3º andar
Aberto ao público

5ª edição do Debate Nacional Sobre Segurança de Barragens

A Academia Nacional de Engenharia (ANE), em parceria com a ABMS (Assoc. Brasileira de Mecânica dos Solos e Eng. Geotécnica), o CDBD (Comitê Brasileiro de Barragens) e o Clube de Engenharia, realiza nos dias 3 e 4 de novembro de 2016, na PUC-Rio, a 5ª edição do Debate Nacional Sobre Segurança de Barragens, com o tema “Lições de Mariana – um ano depois”. Durante os dois dias de evento, especialistas vão debater as consequências da tragédia em Minas Gerais e o que ficou de lição para evitar acidentes como esse.
No primeiro dia, o debate acontece das 14 às 19 horas, e será dedicado à discussão de conceitos básicos sobre barragens e rejeitos. Serão uma palestra e seis painéis, que vão avaliar o tema sob diversos aspectos, incluindo Risco de ruptura; Responsabilidades; Legislação de segurança de barragens e danos ambientais; e Barragens de rejeitos no Brasil e no exterior.
Na sessão do dia 4 de novembro, a se realizar das 17 às 21h, o foco será no acidente em Mariana. Os especialistas vão analisar o relatório dos consultores da Samarco, debater a instabilidade e falhas na barragem de Fundão, falar do Radar Ibis para monitorar a segurança de barragens, e apontar as lições do acidente em Mariana, além de apresentar propostas para mitigar novas tragédias.
“Com a divulgação do relatório de consultores da Samarco, precisamos analisar o laudo, e ver onde e como ocorreram as falhas, para evitar acidentes similares na construção de novas barragens”, explica o engenheiro Alberto Sayão, professor da PUC-Rio e coordenador do evento.
Entre os especialistas que participarão do debate estão os engenheiros Francis Bogossian, vice-presidente da ANE, e Flavio Miguez de Mello, presidente honorário do CBDB. Participam ainda os engenheiros André Assis, presidente da ABMS, Carlos Henrique Medeiros, diretor do CBDB, Roberto Azevedo, Edgar Odebrecht, Leandro Costa Filho, J.Pierre Remy, Bruno Neves, Joaquim Pimenta de Ávila, Anna Laura Nunes, André Fahel, Alberto Ortigão e Pedricto Rocha Filho. O advogado Sérgio Jacques de Moraes e o jornalista Nildo Carlos Oliveira também estarão presentes.
O evento, aberto a todos os interessados, será realizado no auditório RDC da PUC-Rio, na Gávea, Rio de Janeiro. As inscrições, gratuitas, devem ser feitas pelo e-mail: lenilson@puc-rio.br.
Serviço
Debate: “Segurança de Barragens de Rejeitos - Lições de Mariana - Um Ano Depois”
Data e horário: 03/11 – das 14 às 19 horas e 04/11 – das 17 às 21horas.
Local – PUC-Rio – Rua Marquês de São Vicente, 225 – Auditório RDC.
Inscrições gratuitas: lenilson@puc-rio.br;
Informações: Tel.(21) 3527.1189, R. 105

Scientiarum Historia IX: Filosofia, Ciência e Artes

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O HCTE/UFRJ – Programa de Pós-Graduação em História das Ciências, das Técnicas e Epistemologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro – realizará o Scientiarum Historia IX entre os dias 9 e 11 de novembro de 2016, na cidade do Rio de Janeiro, nas dependências do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
O evento agrega pesquisadores da História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia do Brasil. Nele serão expostas e debatidas as produções intelectuais em curso na atualidade em história, filosofia e epistemologia das ciências e das técnicas.

A Legenda Áurea: temas, problemas, perspectivas

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Palestra: A Legenda Áurea: temas, problemas, perspectivas
Palestrante: Prof. Dr. Igor Teixeira (UFRGS)
Dia: 08 de novembro de 2016
Horário: 15h
Local: Instituto de História – Largo de São Francisco, 1,  Centro – Rio de Janeiro – RJ. Sala 107

Cecovisa apresentará projetos em encontro nacional de Vigilância Sanitária

O Centro Colaborador em Vigilância Sanitária (Cecovisa), do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde, da ENSP, está envolvido com a realização de várias atividades no 7º Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária, que será realizado em Salvador, de 26 a 30 de novembro. As pesquisadoras do Cecovisa fazem parte da comissão científica e, também, desenvolveram um grande projeto a fim de participar desse encontro, que inclui a realização do curso pré-simpósio Filmes na visa: uma possibilidade de reflexão crítica e de diálogo para os processos de trabalho; a exposição fotográfica Visa em Foto e a oficina Vigilância Sanitária e Eventos de Grande Massa. Segundo a pesquisadora do Cecovisa/ENSP Vera Pepe, além da troca de experiências, no simpósio, há uma rica produção de conhecimentos e de produtos que qualificam as pesquisas, o ensino e a prática da vigilância sanitária no país. A exposição fotográfica receberá imagens sobre a temática até 6 de novembro, e o curso pré-simpósio tem inscrições abertas até 18/11. Participe enviando sua foto e fazendo sua inscrição! 
 
 
A proposta do curso pré-simpósio Filmes na visa: uma possibilidade de reflexão crítica e de diálogo para os processos de trabalho é fundamentar e vivenciar com os participantes uma ação educativa. Promover a discussão teórica a respeito das dinâmicas pedagógicas nos processos de educação permanente; favorecer a construção coletiva e a autoformação dos participantes, na perspectiva da formação permanente; e, ainda, possibilitar a reflexão coletiva e ampliação do olhar sobre os processos de trabalho com o uso de vídeos/filmes. 
 
Para a pesquisadora do Cecovisa Catia Veronica Oliveira, a linguagem audiovisual tem uma natureza própria, e sua utilização é uma estratégia para melhor alcançar profissionais, sempre na perspectiva da educação permanente. A proposta, portanto, é enfocar possibilidades de uso dessa expressão visual e destacar, das narrativas, questões que possam ampliar a compreensão do contexto social, cultural e político, a relação dos sujeitos com o território e a Saúde Pública, de modo a favorecer a reflexão sobre as práticas de trabalho em Vigilância Sanitária. O curso acontecerá em parceria com a Coordenação de Desenvolvimento Educacional e Educação a Distância (Cdead/ENSP).  
 
Com a elaboração da exposição fotográfica Visa em Foto, o que se pretende é formar um acervo de imagens, na ENSP, sobre a vigilância sanitária brasileira. Para tanto, os organizadores esperam receber fotografias relacionadas às áreas de atuação da Vigilância Sanitária com o cotidiano de suas atividades, e que suscitem a reflexão sobre o papel da Vigilância na contemporaneidade. A exposição, durante o 7º Simbravisa, será fruto da seleção das 50 melhores fotos enviadas por trabalhadores da Vigilância Sanitária, docentes, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação. Durante o simpósio, também acontecerá a premiação das três melhores fotos. O acervo de imagens ficará disponível em acesso aberto no site do Cecovisa, e elas poderão ser utilizadas para fins didáticos e sem fins lucrativos, desde que seja dado o devido crédito aos autores das fotografias. Confira, aqui o regulamento da exposição e outras informações relevantes aos participantes.
 
A oficina Vigilância Sanitária e Eventos de Massa ocorrerá como uma atividade paralela ao simpósio e espera reunir os profissionais de Vigilância Sanitária que tiveram experiência com os recentes grandes eventos. A atividade será realizada em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Subsecretaria de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses do Município do Rio de Janeiro (Subvisa/RJ). Seu objetivo é pensar a atuação da vigilância sanitária nos eventos de massa, de forma a validar elementos que auxiliem os serviços de vigilância sanitária a construir seus planos de ação e de contingência. 
 
Na oportunidade, também será lançado o jogo educativo Vigilância Sanitária nos Eventos de Massa, que foi produzido pelo Cecovisa, em conjunto com a Cdead/ENSP e em parceria com a Subvisa/RJ. O material didático-pedagógico, desenvolvido sob a coordenação das pesquisadoras Vera Pepe e Lenice Reis, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), apresenta, de maneira lúdica, os principais riscos à saúde que podem se manifestar durante a realização de eventos de massa. O jogo parte do princípio que a Vigilância Sanitária (Visa) é importante campo da Saúde Coletiva, tendo como finalidade a proteção da saúde, e, nos eventos de massa, há circulação de grande contingente de pessoas, produtos e prestação de serviços que tendem a ocasionar danos à saúde.
 
Além dos membros do Cecovisa – Ana Celia Pessoa da Silva, Catia Veronica Oliveira, Elizabete Delamarque, Lenice da Costa Reis, Marismary Horsth De Seta e Vera Lucia Pepe –, as pesquisadoras da ENSP Luciana Dias Lima, Karen Friedrich e Suely Rozenfeld também estão na programação do evento participando de painéis, exposições e debates. 

Pesquisa da ENSP investiga relação entre pressão arterial e estresse psicossocial no trabalho

"O estresse no trabalho representa importante fator de risco psicossocial associado à morbidade e mortalidade cardiovascular. A elevação da pressão arterial tem sido apontada como um possível mecanismo pelo qual o estresse no trabalho aumenta o risco cardiovascular. Mas existem grandes inconsistências na literatura a respeito dessa relação, determinadas, em grande parte, por questões metodológicas." A afirmação é da aluna do doutorado em Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP, Leidjaira Juvanhol Lopes. Sua tese, desenvolvida sob orientação da pesquisadora Rosane Härter Griep, adotou diferentes estratégias analíticas que forneceram evidências de que a relação entre o estresse no trabalho e a pressão arterial varia ao longo da distribuição de pressão arterial, sendo mais evidente entre os participantes com mais de 50 anos, e não sendo observadas diferenças segundo sexo. Ela explica: "O estresse no trabalho vai aumentar a pressão arterial dependendo dos níveis de pressão arterial do indivíduo, ou seja, de acordo com o valor da pressão arterial, o estresse no trabalho vai agir de forma mais ou menos acentuada." Segundo Leidjaira, esse achado tem importantes implicações, pois, como a quase totalidade dos estudos foca em partes específicas da distribuição de pressão arterial, as conclusões em relação a seus principais determinantes, dentre os quais o estresse no trabalho, são baseadas em efeitos sobre a média ou no extremo populacional, esse último representado pelos casos de hipertensão arterial. "Conclui-se, no estudo de problemas complexos de pesquisa, como o abordado nessa tese, que a combinação de diferentes estratégias analíticas pode contribuir de forma significativa para o preenchimento das lacunas existentes."
 
A tese em foco é parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil), investigação multicêntrica sobre as doenças cardiovasculares e o diabetes que acompanham servidores públicos, de ambos os sexos, entre 35-74 anos, de seis instituições de ensino superior e pesquisa do país: Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade de São Paulo (USP) e Fundação Oswaldo Cruz/Rio de Janeiro (Fiocruz-RJ). Nessa tese, foram utilizados dados da linha de base do ELSA-Brasil, referentes aos participantes não aposentados, para abordar a relação entre o estresse no trabalho e a pressão arterial.
 
Entre os dois artigos produzidos com base no estudo, o primeiro analisou a relação entre o estresse no trabalho e a distribuição de pressão arterial por meio de uma combinação de diferentes técnicas exploratórias. Adicionalmente, foram apresentados aspectos sobre a operacionalização das variáveis de estresse no trabalho e relacionadas à pressão arterial que influenciam no estudo de suas inter-relações. Conforme evidenciaram os resultados, a relação entre o estresse no trabalho e a pressão arterial varia ao longo da distribuição de pressão arterial. A relação investigada foi mais evidente entre os participantes com mais de 50 anos, mas não foram observadas diferenças segundo sexo. Também foi verificado um incremento nas diferenças entre as médias pressóricas dos grupos de baixo e alto estresse no trabalho, após excluir das análises os participantes com maior probabilidade de erros de classificação nas variáveis de estudo.
 
O segundo artigo, por sua vez, elucidou Leidjaira, teve o objetivo de analisar a associação entre o estresse no trabalho e a pressão arterial usando análise de regressão quantílica, além de investigar se as dimensões de estresse no trabalho – demandas psicológicas, uso de habilidades e autonomia para decisão – associam-se de forma diferenciada com a pressão arterial. Segundo ela, os resultados indicaram que os participantes do Elsa-Fiocruz são os que apresentam os maiores níveis de uso de habilidades, que se referem às oportunidades para ser criativo, usar competências intelectuais e aprender coisas novas no trabalho, bem como possuírem os níveis mais altos de autonomia para tomar decisões sobre a forma de realizar o próprio trabalho. A respeito da relação dessas dimensões com a pressão arterial, acrescentou a aluna, foi identificado que somente a autonomia para decisão está associada à pressão arterial, sendo essa associação significativa apenas na parte central da distribuição de pressão arterial e entre os não usuários de medicamentos anti-hipertensivos. Também não foram observadas diferenças segundo sexo.
 
Leidjaira Juvanhol Lopes é graduada em Enfermagem, com mestrado em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Ela colabora nas análises do banco de dados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa-Brasil) no Centro de Pesquisa do Rio de Janeiro. 

20º CONGRESSO BRASILEIRO DE ARBORIZAÇÃO URBANA - CBAU

Construindo a agenda de TI no País. Últimos dias para inscrições gratuitas!

como contruir uma agenda digital para o Brasil?
contexto do painel

Apresentação do Estado de Mato Grosso e seus potenciais econômicos

Casa de Rui Barbosa |Dia da Cultura I 8-11 2016

Dia da cultura
Dia da cultura

sábado, 29 de outubro de 2016

1ª Semana de Conservação do Museu Nacional da UFRJ

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A 1ª Semana da Conservação do Museu Nacional tem como objetivo criar um espaço comum para o encontro de profissionais no campo da investigação e da prática dessa disciplina. 
Neste evento, propomos a apresentação de novas tecnologias na área da conservação, a troca de experiências institucionais e uma nova via de aproximação dos interessados na Preservação Patrimonial.
Mais informações, no link abaixo:

BAÍA DE SEPETIBA: DE BOTOS, DE HUMANOS. ANÁLISE E AÇÕES PARA CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE PELO IBAMA

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

FÓRUM DAS ÁGUAS 2016

Fórum das Águas

Importantes autoridades vão discutir o plano de ação da Agenda 2030 que aborda soluções sustentáveis e de equilíbrio entre produção e consumo que promovam o desenvolvimento das comunidades e a conservação ambiental durante a 4ª edição do Fórum das Águas, que conta com o patrocínio da CSul Desenvolvimento Urbano e outras entidades, nos dias 27 e 28 de outubro, de 10h às 15h. O tema da conferência é “Nosso Futuro em Comum”, que ainda vai discutir a preservação da Serra da Moeda e as 17 resoluções dos objetivos de desenvolvimento sustentável da Agenda 2030 que visam o equilíbrio econômico, social e ambiental, de modo a transformar as comunidades em todo o mundo.

O evento acontece na Fundação Dom Cabral, no Alphaville, Nova Lima. Um dos destaques do dia 28, às 10h, será o tema desenvolvimento sustentável local, que conta com a participação de Thiago Metzker, biólogo, doutor em Ecologia, sócio da Myr Projetos Sustentáveis e Consultor Ambiental da CSul Desenvolvimento Urbano para abordar o projeto que pretende transformar o Vetor Sul de Belo Horizonte em um polo econômico autossuficiente, para que os moradores não tenham a dependência de ter que se deslocar para a capital mineira para ter acesso a comércio e serviços.
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pelo site www.idesca.com.br/forumdasaguas até o dia 26 de outubro. O evento é promovido pelo Centro Internacional para o Desenvolvimento Sustentável e Conservação Ambiental (IDeSCA), com o apoio da Associação para a Recuperação e Conservação Ambiental em Defesa da Serra da Calçada, ARCA – AMASERRA e conta também com o patrocínio da Fundação Dom Cabral, Vallourec e Governo Federal.

PROGRAMAÇÃO
27 de outubro
09h50 – Abertura Oficial
10h15– Jornada na Serra da Moeda
Renato Ciminelli – Presidente do Instituto Quadrilátero | Geopark Quadrilátero Ferrífero: Pilares, Estratégias e Agendas de Desenvolvimento 2011 – 2018
Heiko Spitzeck – Fundação Dom Cabral
Paulo de Tarso Amorim Castro – Características do sistema aquífero do sinclinal Moeda
Intervalo para almoço
14h15 –Compartilhando Cidades
Antonella Vagliente – Vice-Presidente do Parlamento Jovem Mundial para a Água
Sergio Alberto Cuervo Montoya – Empresa de Desenvolvimento Urbano da Cidade de Medellín, Colômbia
Paulo Kawahara –Instituto Jayme Lerner
28 de outubro
10h –Desenvolvimento Sustentável
Maria Auxiliadora Silva Matoso – Analista Ambiental na Prefeitura Municipal de Itabira – Cooperação internacional para o desenvolvimento territorial e conservação ambiental.
Mônica Guerra Rocha – Conservação Internacional – A Natureza esta Falando
Thiago Metzker –CSul Desenvolvimento Urbano
Intervalo para almoço
14h – Restauração Ecológica
Gilberto Tiepolo – The Nature Conservancy – Coalizão Cidades pela Água
Equipe Terra Negra – Terra Negra é formado por um grupo de professores dedicados a disponibilizar conteúdo gratuito para a internet.
Glauco Kimura – Fórum Mundial da Água (keynote speech)
*Programação sujeita a alteração
SERVIÇO
Fórum das Águas – Nosso Futuro em Comum
Data: 27 e 28 de outubro
Local: Fundação Dom Cabral, Campus Aloysio Nunes, em Alphaville- Lagoa dos Ingleses
Informações: www.idesca.com.br/forumdasaguas/
Inscrições: www.sympla.com.br/forum-das-aguas__91776
Realização: Centro IdeSCA
Apoio Estratégico: ARCA Amaserra
Colaboradores: CSUL, Fundação Dom Cabral,Vallourec e Governo Federal

Segurança pública é garantia de acesso a direitos


O Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde Jorge Careli (Claves/ENSP), em parceria com a Coordenadoria de Cooperação Social da Fiocruz e a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/ENSP), realizou o seminário Cooperação e construção de conhecimento em territórios marcados pela violência. O encontro contou com a participação da professora do Departamento de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luciana Boiteux, que ressaltou, em sua fala, ser a segurança pública a garantia de acesso a direitos; porém, atualmente, é vista como exclusão de direitos. Durante o evento, também foi lançado o livro ‘Saúde e Segurança Pública: desafios em territórios marcados pela violência’, organizado por Leonardo Brasil Bueno e outros membros da Coordenadoria de Cooperação Social da Fiocruz. A publicação é uma contribuição para o aprofundamento de reflexões que orientem o debate a respeito de saúde e segurança pública na instituição, em diálogo com o Estado e a sociedade civil.

O coordenador da Cooperação Social na Fiocruz, Leonídio Madureira, e o chefe da Diretoria de Recursos Humanos (Direh/Fiocruz), Juliano Lima, formaram a mesa de abertura do encontro. Conforme destacou Leonídio, a Fiocruz parte de um conceito ampliado de saúde, que vai além do apenas fazer ciência. “Vivemos, hoje em dia, um contexto de violação de direitos, principalmente dos grupos mais vulnerabilizados, como a população do território de Manguinhos, por exemplo. Então, falar em saúde hoje é falar em um contexto de violação de direitos. Mas sabemos que é possível ter uma política de segurança pública que dê direitos a toda a sociedade”, destacou ele.

Juliano Lima reforçou que é fundamental promover essa reflexão, pois o tema da violência está colocado na ordem do dia no Brasil e no mundo. “Em territórios vulnerabilizados, a violência se dá num impacto muito maior que em outros locais. A Fiocruz é uma instituição de elevada reputação científica, e nos propomos a construir conhecimento, porém com envolvimento e participação do nosso entorno. Isso, por si só, já é uma inovação. Estamos sempre buscando pensar nosso trabalho inserido no contexto em que vivemos, envolvendo o trabalhador nessa discussão e pensando verdadeiramente nosso papel”, defendeu o chefe da Direh.

O território de Manguinhos e suas vulnerabilidades 

Dando início ao seminário, foi exibido um vídeo produzido por moradores de Manguinhos a partir da Educação de Jovens e Adultos (EJA), do olhar de quem vive na comunidade. Em seguida, Leonardo Bueno Brasil, da Assessoria de Cooperação Social da Fiocruz e professor da EJA na Escola Politécnica em Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), apresentou a pesquisa "Militarização do território e condições de vida de moradores de favela: reflexões a partir da experiência de Manguinhos, Rio de Janeiro", que buscou enfatizar as tensões e os impactos no cotidiano de moradores de favela em decorrência da continuidade do processo de militarização do território das favelas do Complexo de Manguinhos.

Relacionando as consequências da militarização no território, Leonardo apresentou uma tabela, construída em 2012, de aulas perdidas na EJA devido a confrontos armados na região, entre outros atos de violência. Segundo ele, o perfil de mortalidade hoje é sobretudo de jovens entre 14 e 21 anos, negros e moradores de periferias. Leonardo apontou, ainda, a existência de uma relação direta entre militarização e adoecimento, e raramente essa relação de adoecimento é relacionada aos confrontos armados. “Ainda que entre 2012 e 2013 exista redução dos conflitos armados e homicídios, essa tendência não ditou a lógica da ocupação da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no território de Manguinhos. A continuidade do processo de militarização do território continua a ter um impacto negativo intenso para o desenvolvimento da Educação de Jovens e Adultos da Escola Politécnica, em parceria com a Rede CCAP, assim como para o trabalho em Cooperação Social e o apoio a ações territorializadas”, afirmou Leonardo.

Com forte e longa militância na área jurídica, Luciana Boiteux, professora do Departamento de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) citou a política de drogas e sua interface com a segurança pública destacando o papel central da Fiocruz nesse território, inclusive fisicamente. Segundo ela, a política de drogas atual é pensada numa lógica de militarização, que sempre enxerga o outro como inimigo. “O Estado sempre chega nesses territórios com repressão; saúde e segurança pública não é o que vemos nesses territórios. E segurança pública é garantia de acesso a direitos. Porém, atualmente, é vista como exclusão de direitos”, lamentou Luciana.

A professora destacou ainda a relação entre segurança pública e outras políticas sociais. Segundo ela, a formação da polícia militar, por exemplo, deve ser repensada para uma lógica que acompanhe a perspectiva de direitos. “Com base no Mapa da Violência, vemos os altos índices de homicídios, e o Estado tem o dever de intervir sobre isso. A militarização nos territórios vulneráveis tem apenas um alvo: o jovem negro. Essa lógica de repressão e violência no combate ao tráfico não resolve nada. A culpa não pode ser de um policial, mas de que tipo de polícia nós estamos usando”, advertiu ela.

Luciana citou também os efeitos da atuação repressiva do Estado e sua relação com o estresse pós-traumático para os moradores de comunidades. Em sua opinião, para mudar a política repressiva atual, é necessário ter registros confiáveis e disponíveis a fim de mudar essa lógica perversa de redução de acesso a direitos. “Existe, hoje, enorme falta de acesso a tratamentos e a políticas sociais; é mais fácil que a demanda venha por repressão, e isso reforce cada vez mais a militarização. Ou seja, estamos falando de uma exclusão social muito clara e objetiva.”

Por fim, a professora apontou alguns efeitos da PEC 241 nas políticas sociais demostrando como a PEC vai influenciar na redução de políticas públicas. “Com a redução das políticas sociais, o controle das populações que vivem em territórios marcados pela violência vai ser sempre a militarização. Precisamos construir mecanismos que fujam dessa saúde da repressão”, concluiu Luciana. Encerrando a atividade, houve lançamento do livro Saúde e Segurança Pública: desafios em territórios marcados pela violência, organizado por Leonardo Bueno Brasil e colaboradores. A publicação é uma contribuição para o aprofundamento de reflexões que orientem o debate a respeito da saúde e segurança pública na instituição em diálogo com o Estado e a sociedade civil.

Saneamento Básico: mestrado em gestão e regulação de serviços públicos está com inscrições abertas

Estão abertas, até o dia 7 de novembro, as inscrições para o curso de mestrado profissional em Gestão e Regulação de Serviços Públicos de Saneamento Básico. O edital e as inscrições devem ser feitas na Plataforma Sigass. A formação tem como objetivo qualificar profissionais para atuar na gestão e regulação de serviços públicos de saneamento básico e/ou atividades de pesquisa, avaliação e controle de políticas públicas. O curso qualificará seus alunos no domínio e reflexão crítica sobre a legislação brasileira mais recente a respeito do tema, habilitando-os a implantar, acompanhar e avaliar políticas públicas e exercer atividades de gestão e regulação. O mestrado profissional é coordenado pela pesquisadora da ENSP Debora Cynamon Kligerman e tem Clarice Melamed na coordenação adjunta. 
 
O curso é dirigido a profissionais da Agência Reguladora de Saneamento do Distrito Federal (Adasa), do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Boa Esperança/Minas Gerais (Saae), da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa), Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Estado do Ceará (Arce), Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Cachoeiro de Itapemirim – ES (Agersa), servidores da Secretaria das Cidades do Estado do Ceará (Scidade), Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), Ministério das Cidades (MCidades), Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA/Anater), Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural e Superior Tribunal de Justiça (STJ).
 
Ao todo, o curso oferece 28 vagas voltadas para profissionais envolvidos diretamente no processo de gestão e regulação de serviços públicos de saneamento básico do país. As aulas terão início em fevereiro de 2017. A seleção será realizada em três etapas: a primeira consistirá de prova de inglês; a segunda etapa incluirá prova escrita sobre temas relevantes na área de Gestão e Regulação do Saneamento Básico; e a terceira etapa é composta de entrevista, análise de currículo e análise da proposta de trabalho. Todas as informações referentes ao processo seletivo poderão ser obtidas no site da Plataforma Siga, no link: Inscrição, Saúde Pública ENSP. 
 
As aulas acontecerão em Brasília, na sede da Fiocruz, localizada no campus da UnB, na Avenida L3 Norte, s/n, Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A, CEP: 70910-900 - Brasília – DF).
 

Palestra Usucapião Extrajudicial

Gestão de Resíduos

REFORÇO MUDANÇA DE DATA

Palestra sobre o referendum para a reforma constitucional na Itália organizado pelo COMITES Rio de Janeiro e Espirito Santo

Lançamento do Livro A MARINHA NA AMAZÔNIA OCIDENTAL

No dia 27 de outubro de 2016, às 15h30, será lançado no Museu Naval do Rio de Janeiro, o livro "A MARINHA NA AMAZÔNIA OCIDENTAL", obra organizada pelo   Vice-Almirante (RM1) Domingos Savio Almeida Nogueira (em anexo: convite e capa do livro).
       O livro contribuirá para propagar o papel da Marinha do Brasil na Amazônia ("verde") e sedimentar ideias que sustentem, cada vez mais, os esforços da Força Naval em prol da implantação de hidrovias seguras nessa vasta região de nosso País, com o aproveitamento adequado de suas infindáveis vias de navegação, que nos leva a depreender que lá deva imperar o modal de transporte hidroviário, ecologicamente muito menos agressivo para a região e economicamente bem mais vantajoso.
O livro será distribuído gratuitamente para entidades /bibliotecas e formadores de opinião.
Confirmação de presença, até o dia 25/10, nos telefones: (21) 2104-5300/5485 ou pelo E-Mail: roberto@pem.mar.mil.br.
Os autores do livro estarão no local, à disposição da Imprensa para responder a possíveis indagações e esclarecimentos a respeito de seus artigos.

V Seminário Internacional Frotas & Fretes Verdes



Em 2012, a partir do alto interesse demonstrado por diversos profissionais e instituições em que o Brasil estimulasse uma maior eficiência no transporte de cargas e passageiros, foi idealizado o primeiro Seminário Internacional Frotas & Fretes Verdes. Com o sucesso da primeira edição, o seminário se tornou anual, tendo sido expandido nos anos de 2013, 2014 e 2015, com a inclusão de novos modais e novas abordagens no ciclo logístico da produção.


Os eventos contaram com a participação de lideranças nacionais e internacionais do setor, afirmando-se como um importante ambiente de diálogo acerca das mais recentes inovações tecnológicas, das demandas por reformas estruturais e das novas políticas públicas e empresariais para a eficiência energética do setor de transportes nacional.


As discussões que acontecem durante o evento são sintetizadas em um Relatório Final que resume o cenário apresentado pelos palestrantes, conselheiros e debatedores. Esses documentos são encaminhados a esses parceiros para revisão. Posteriormente, ficam disponíveis na página do Instituto Besc (www.institutobesc.org). O material produzido em 2015 serviu como referência para a realização de um evento ainda mais assertivo neste ano. Visto que segue o mesmo preceito de construção de um futuro mais favorável, potencializando as oportunidades apontadas dentro do segmento.


O Troféu Frotas e Fretes Verdes contempla trabalhos inovadores nas seguintes categorias: Pesquisador Individual, Empresa com Sustentabilidade em Processos e Empresa com Sustentabilidade em Produtos. E tem como propósito reconhecer os esforços de instituições e indivíduos a caminho de uma logística de transporte mais eficiente e moderna. Após votação online, são divulgados os vencedores e a premiação acontece durante o evento.


A intenção do FFV 2016, em resumo, é proporcionar um espaço para esse diálogo entre os setores e servir como um fórum de discussões que colabore ativamente na busca pelas melhores práticas empresariais relacionadas a um transporte sustentável, tanto pelos frotistas, responsáveis diretos pela operação dos veículos, quanto para os embarcadores, que contratam essas empresas e são julgados pelo mercado através dos fornecedores escolhidos.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Evento no Cesteh debate a formação em saúde do trabalhador

Palestra internacional do DSSA destaca o impacto das protozoonoses na saúde pública

Nesta quarta-feira (26/10), às 9h30, o Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental (DSSA/ENSP) promoverá a primeira edição internacional do ciclo de palestras do DSSA Debate. A atividade, intitulada Doenças Negligenciadas: impacto das protozoonoses na Saúde Pública, receberá a palestrante Maria do Céu Rodrigues de Sousa, licenciada em Ciências Farmacêuticas e doutora em Farmácia, na especialidade Microbiologia e Parasitologia, pela Universidade de Coimbra, em Portugal. O debate é coordenado pelo pesquisador Marcelo Bessa de Freitas, do DSSA/ENSP, e está marcado para o salão internacional da ENSP. O DSSA Debate internacional é aberto ao público e concederá certificado de participação.
 
A visita da professora Maria do Céu Rodrigues de Sousa será realizada no âmbito do convênio de cooperação internacional, assinado em março deste ano, na forma de Termo Aditivo, entre a ENSP, o INI/Fiocruz e a Faculdade de Farmácia e o Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território, ambos da Universidade Coimbra. A palestra abordará o impacto das protozoonoses na saúde pública e os determinantes sociais que contribuem para a manutenção da prevalência, sobretudo, em países com saneamento e infraestrutura urbana precários.

 
Confira o currículo da palestrante:
 
Professora licenciada em Ciências Farmacêuticas com Doutoramento em Farmácia, na especialidade de Microbiologia e Parasitologia, pela Universidade de Coimbra. É orientadora científica e pedagógica na mesma Universidade, do Programa de Doutoramento em Ciências Farmacêuticas. Especialista em giardíase, leishmaniose e tripanossomíase africana. Representa a Faculdade de Farmácia na Coordenação do Convênio de Cooperação Internacional Universidade de Coimbra-Fiocruz.

O DSSA Debate é coordenado pela pesquisadora Clementina dos Santos Feltman.

ENSP homenageia pesquisador Adauto de Araújo com evento sobre Paleoparasitologia

Casa de Rui Barbosa | Palestra de Jean Pierre Beriac

palestraJeanPierreBeriac
palestraJeanPierreBeriac

Fórum Permanente de Direito do Ambiente

Serie Almoçando com a Musica: Harpscapes com Raoul Moretti

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

PROTESTO EXTRAJUDICIAL DE DÍVIDAS PÚBLICAS

PROTESTO EXTRAJUDICIAL DE DÍVIDAS PÚBLICAS

I Encontro de Gastronomia, Cultura e Memória



O I Encontro de Gastronomia, Cultura e Memória é uma criação do Grupo de Pesquisa vinculado ao Projeto de Extensão “Pirapoca: o milho e a memória indígena na cultura alimentar brasileira”. 

Criado em 2014, por um grupo de alunos e professores do Curso de Gastronomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o Pirapoca visa divulgar e valorizar o milho nativo e as tradições dos povos indígenas brasileiros e problematizar uma cultura do milho particularmente brasileira.

Em razão de nossas atividades de pesquisa e extensão, dedicamos a primeira edição do Encontro ao tema da “cultura brasileira em torno do milho”. Nossa intenção é que o Encontro possa permitir a reunião presencial com todos que colaboraram conosco e com demais interessados em ampliar esta rede, possibilitando o enriquecimento do debate. 

Tendo o milho como tema central, buscamos discuti-lo sob a perspectiva de diversas áreas do conhecimento, em palestras e apresentações de trabalhos científicos.

Para mais informações, cronograma, palestrantes, inscrições, submissão de trabalhos,  programação e contato, acesse nosso portal: http://gcm.injc.ufrj.br.