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segunda-feira, 3 de março de 2014

Artigos: Fatores da Violência

 Os fatores que geram a violência no Brasil, e em várias nações mundiais, são dos mais diversos modelos. Havendo situações onde a violência é uma marca que vem sangrando há gerações, como o racismo, o conflito de religiões, diferentes culturas. E há casos onde ela é gerada de forma pessoal, onde a própria pessoa constrói fatores que acabam resultando em situações violentas como o desrespeito, o uso de drogas, a ambição e até mesmo resultado da educação familiar. Circunstâncias refletem a conjuntura de uma nação, como quando há falta de empregos, fazendo assim uma busca desesperada por melhores condições de vida; a falta de investimentos do Estado; e o principal motivo para gerar violência que vem abalando a história da humanidade é a desigualdade social.
Vivemos numa sociedade consumista, “imoral e avançada”, onde o virtú, como dizia Maquiavel sobre os valores, tem perdido na escala de prioridades para a fortuna (bens materiais). A sociedade está amparada pela mídia que veicula uma necessidade material, como recentemente o ator da emissora Rede Globo, Lima Duarte criticou: “Lá é tudo dirigido a partir do comércio. Nunca é a partir da criação”. Um dos atores mais consagrados da televisão brasileira viu a necessidade urgente da mudança na concepção de mídia. Este é um alarme para que a sociedade boicote essa glamourização da ignorância que reflete na realidade atual. Assim, notamos uma influência significativa da mídia na sociedade, onde se caracteriza o modelo de cidadão como aquele que tem roupas de boas marcas, carros novos e outros bens que estão longe da realidade econômica da maior parte dos brasileiros.
Uma das formas encontradas pelos jovens das classes pobres da sociedade, para atingir seus objetivos, baseados em estilos de vida e na vontade de possuir os bens de consumo mostrados pela mídia, é o crime, sendo esse mundo a única alternativa para se conseguir dinheiro. Há ainda a FACILIDADE DE ACESSO ÀS ARMAS E ÀS DROGAS, além da sensação de IMPUNIDADE que fortalece cada vez mais o mundo do crime.
A DESIGUALDADE SOCIAL é um câncer que está piorando há séculos, quanto mais se fala sobre esse problema, mais as autoridades fecham os olhos, ou as janelas nos sinais de trânsito. A desigualdade social, identificada por mim como o fator que mais gera violência, é resultado da AMBIÇÃO dessa sociedade burguesa. Sendo que a maior parte da população não tendo outro meio de obter sua subsistência entra na vida do crime, e consequentemente na violência. Fator gerador da desigualdade social é o DESEMPREGO, como fora mostrado a preocupação, pelo menos aparente, de abranger este assunto nas últimas eleições presidenciais. Pois não há meio de obter um padrão de vida aceitável sem um emprego, e tendo procura demasiada e ofertas escassas muitas vezes trazem abusos nos assalariados, parecendo voltar a épocas anteriores a Revolução Industrial. Esses abusos muitas vezes trazem conseqüências assustadoras, como a marginalização do assalariado, que por não aceitar situações deploráveis tenta ‘vida mais fácil’ no tráfico de DROGAS. Efeito posterior é seu vínculo ‘eterno’ com o morro e a dependência da droga, sendo um criminoso inconseqüente em muitas vezes por não estar no seu estado normal.
Partindo para uma visão mais ampla da situação achamos causas mais subjetivas, como o RACISMO que é parte integrante da desigualdade social. Como mostra estatísticas recentes onde negros ganham significativamente menos que brancos, ou que negros são praticamente 50% da população brasileira, sendo que o número destes na universidade não chega a 5%.
A RELIGIÃO é motivo de conflitos no mundo inteiro, sendo que no Brasil este não é muito presente. Guerras seculares, e até milenares, vêm aniquilando seres humanos sem piedade, trazendo o nome de Deus como justificativo pra tal ato. Como ocorre no Iraque, onde Xiitas e Sunitas estão em guerra desde a morte de Maomé, por diferenças religiosas.
FALTA DE INVESTIMENTOS DO GOVERNO na sociedade para permitir o cidadão a recorrer a meios mais humanos para a sobrevivência é outro agente que gera violência. Pois sem um investimento pesado na educação, na infra-estrutura do país e radicais reformas tributária e agrária será muito difícil, quase impossível, diminuir a violência. Essa situação faz o cidadão NÃO TER PERSPECTIVA para um futuro promissor, aliado a uma perversa EDUCAÇÃO FAMILIAR que passa de geração para geração.


SUGESTÕES PARA A DIMINUIÇÃO DA VIOLÊNCIA

Como não dá para apagar com uma borracha toda a maldade do ser humano, tem-se que, num processo gradual e objetivo, eliminar os fatores geradores da violência.
Iniciando com os mais superficiais, mais fáceis de ser abatidos, sendo esses os de caráter material, como o desemprego, a falta de investimentos por parte do governo.
Medidas dadas como urgentes devem ser feitas nesse ritmo: urgente. Como estímulos no abate de impostos para a criação de empregos; aumento no salário do cidadão, transformando isso numa cadeia onde o custo se torna em benefício, pois quanto mais recebem mais gastam; reforma agrária é de suma importância a sua realização, porque é difícil a construção de um cidadão numa esfera onde não se tem nem o controle da segurança, onde quem comanda a favela são milícias armadas, além de tudo se cria uma imagem negativa do cidadão dos morros, fixando a discriminação e assim, a desigualdade social.
Outra medida é o investimento na educação, pois se percebe que grandes nações são resultados de grandes cidadãos. E com uma educação, desde o fundamental até o superior, de qualidade forma-se pessoas capazes e instruídas para reivindicarem seus direitos e assim cumprem com muito mais eficácia seus deveres. Pois a ignorância é aliada da violência, sendo que os traficantes agem principalmente nas favelas, onde os moradores têm menos conhecimentos que pessoas instruídas.
Há também a violência histórica, aquela que mancha a sociedade há séculos. Na realidade brasileira, o seu pior sintoma é o racismo e para acabar com ele, deve-se começar a criar um novo conceito de igualdade, pois vivemos rodeados por pensamentos conservadores, e estes são muito difíceis de mudarem. A igualdade racial tem que parar de ser idealizada e ser colocada na prática, pois essa herança do regime escravagista deve ser abolida do comportamento social. Isso reflete em várias situações, como na questão religiosa, onde mulçumanos com aspectos de pessoas do Oriente Médio são taxados de terroristas, um erro grave e preconceituoso, que como na questão do racismo negro deve ser abolida da ordem atual, com medidas duras tanto jurídicas como morais. Penas mais severas para racistas e exclusão social para estes.
Analisando um outro aspecto, notamos que o desigualdade social é resultado de todas essas violências, que geram problemas muito graves. E o motivo da violência estar se alastrando como inço deve-se também pela impunidade e pela facilidade de se obter armas e drogas. Para o fim disso, precisa-se de medidas eficazes e não simplesmente arranjar culpados. É preciso tornar as leis e as penas mais duras e que haja uma capacidade de reabilitação para o infrator, e arrancar o mal pela raiz dando capacidade de convivência social na sociedade, lhes garantindo educação, emprego, saúde, segurança e dignidade para atingir seus objetivos.
De forma urgente, precisamos mudar o comportamento social para que a violência não se alastre e que todos tenham realmente direitos iguais. Que ninguém tenha que fazer manifestações exigindo que se cumpram seus direitos, pois se são direitos devem ser obrigatórios. Que todos tenham segurança para que ninguém precise comprar uma arma para se defender de delinqüentes inconseqüentes. E que ninguém precise virar um delinqüente por falta de oportunidade, por fome ou para saciar a de seus filhos.
Medidas das autoridades contra a violência terão que ser mais objetivas e não simplesmente aumentar o número de policiais nas ruas e falar que ladrão não presta. Tem que investir na educação para que a próxima geração venha com pensamento na mudança e não a mudança no pensamento.

DIREITOS SUCESSÓRIOS DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO NA ÓTICA DOS TRIBUNAIS. ASPECTOS DA SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA NOS TRIBUNAIS. TESTAMENTO VITAL OU BIOLÓGICO.

sábado, 1 de março de 2014

Mostra Desejo e Morte – Cinema Noir Parte II




O Cine Humberto Mauro homenageia o período clássico do cinema noir em Desejo e Morte – Cinema Noir Parte II. Entre 16 a 27 de março, serão exibidos 13 filmes, produzidos entre os anos 40 e início dos 60, em formato digital. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados 30 minutos antes de cada sessão. 

Com larga produção entre as décadas de 40 e 50, o cinema noir ficou conhecido por tratar a sociedade de forma niilista e crítica e, principalmente, pela fotografia com alto contraste entre o preto e branco, herança do expressionismo alemão. Utilizando a temática policial, em ambientes urbanos, o gênero normalmente combina personagens moralmente ambíguos, mulheres sedutoras, homens violentos ou corruptos.



Confira a programação: 
16 DOM
16h  | Fatalidade, de George Cukor (A Double Life, EUA, 1947) | exibição digital | 10 anos | 104’
18h  | O Segredo das Joias, de John Huston (The Asphalt Jungle, EUA, 1950) | exibição digital | Livre | 112’
20h  | O Mensageiro do Diabo, de Charles Laughton, Robert Mitchum (The Night of the Hunter, EUA, 1955 | 14 anos | 93’

17 SEG
17h  | Pacto de Sangue (Double Indemnity, EUA, 1944), de Billy Wilder | 12 anos | 107’

18 TER
17h  | Sublime Devoção, de Henry Hathaway (Call Northside 777, EUA, 1948) | exibição digital | 12 anos | 111’
19h  | Corpo e Alma, de Robert Rossen (Body and Soul, EUA, 1947) | exibição digital | 16 anos | 104’
21h  | Ruthless, de Edgar G. Ulmer (EUA, 1948) | exibição digital | 16 anos | 104’

19 QUA
17h  | Passos na Noite, de Otto Preminger (Where the Sidewalk Ends, EUA, 1950) | exibição digital | 12 anos | 95’
19h  | O Segredo das Joias, de John Huston (The Asphalt Jungle, EUA, 1950) | exibição digital | Livre | 112’
21h  | O Amanhã que não Virá (Kiss Tomorrow Goodbye, EUA, 1950) | exibição digital | 14 anos | 102’

20 QUI
19h30 | Espelho d’Alma, de Robert Siodmak (The Dark Mirror, EUA, 1946) | exibição digital | 14 anos | 85’
21h  | Fatalidade, de George Cukor (A Double Life, EUA, 1947) | exibição digital | 10 anos | 104’

21 SEX
17h  | Torrentes de Paixão, de Henry Hathaway (Niagara, EUA, 1953) | exibição digital | 16 anos | 92’
19h  | Horas de Desespero, de William Wyler (The Desperate Hours, EUA, 1955) | exibição digital | 14 anos | 112’
21h  | Escravas do Medo (Experiment in Terror, EUA, 1962) | exibição digital | 14 anos | 123’

22 SÁB
16h  | O Mensageiro do Diabo, de Charles Laughton, Robert Mitchum (The Night of the Hunter, EUA, 1955 | 14 anos | 93’
18h  | Ruthless, de Edgar G. Ulmer (EUA, 1948) | exibição digital | 16 anos | 104’
20h  | Pacto de Sangue (Double Indemnity, EUA, 1944), de Billy Wilder | 12 anos | 107’

23 DOM
16h  | Espelho d’Alma, de Robert Siodmak (The Dark Mirror, EUA, 1946) | exibição digital | 14 anos | 85’
18h  | Passos na Noite, de Otto Preminger (Where the Sidewalk Ends, EUA, 1950) | exibição digital | 12 anos | 95’
20h  | Sublime Devoção, de Henry Hathaway (Call Northside 777, EUA, 1948) | exibição digital | 12 anos | 111’

24 SEG
17h  | Corpo e Alma, de Robert Rossen (Body and Soul, EUA, 1947) | exibição digital | 16 anos |
21h  | O Segredo das Joias, de John Huston (The Asphalt Jungle, EUA, 1950) | exibição digital | Livre | 112’

25 TER
17h  | Escravas do Medo (Experiment in Terror, EUA, 1962) | exibição digital | 14 anos | 123’
19h15  | O Amanhã que não Virá (Kiss Tomorrow Goodbye, EUA, 1950) | exibição digital | 14 anos | 102’
21h  | Horas de Desespero, de William Wyler (The Desperate Hours, EUA, 1955) | exibição digital | 14 anos | 112’

26 QUA
17h | Ruthless, de Edgar G. Ulmer (EUA, 1948) | exibição digital | 16 anos | 104’
19h  | O Mensageiro do Diabo, de Charles Laughton, Robert Mitchum (The Night of the Hunter, EUA, 1955 | 14 anos | 93’
21h  | Torrentes de Paixão, de Henry Hathaway (Niagara, EUA, 1953) | exibição digital | 16 anos | 92’

27 QUI
19h | Fatalidade, de George Cukor (A Double Life, EUA, 1947) | exibição digital | 10 anos | 104’
21h | Passos na Noite, de Otto Preminger (Where the Sidewalk Ends, EUA, 1950) | exibição digital | 12 anos | 95’



16 a 27 de março de 2014
Domingo a quinta-feira, horário vide programação
Local: Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes
Avenida Afonso Pena, 1.537 – Centro
Entrada gratuita
Informações: (31) 3236-7400

8° Festival de Verão da UFMG


Integrado à programação alternativa de Carnaval proposta pelo 8° Festival de Verão da UFMG, o Cinecentro UFMG apresenta a Mostra “Um sonho incomum de verão”. As exibições gratuitas serão realizadas em um horário alternativo durante a semana das festividades, às 12h30. A Mostra será estendida por todo o mês, voltando ao horário tradicional das 19h, de 06 a 27 de março.

Nesta edição especial, o Centro Cultural se insere na temática da fantasia, convidando o público a embarcar neste grande bloco dos sonhos, onde todos os desejos são possíveis. Seguindo a proposta do evento carnavalesco da UFMG, o objetivo é “reunir os incomuns em torno de um desejo comum: o de que a Universidade seja um universo onde as singularidades possam co-habitar, num estético convívio”, de acordo com a curadora e coordenadora do projeto, Irene Ribeiro.

Cinecentro
O projeto Cinecentro é uma iniciativa do Centro Cultural UFMG, que abre para o público em geral mostras de filmes de ficção, documentários, curtas e animação gratuitamente. As sessões seguem temáticas abordadas em pesquisas da UFMG, de outras instituições de ensino e assuntos que estejam na ordem do dia ou, ainda, a partir de curadorias específicas. O projeto possibilita a exibição de acervos particulares e institucionais, não disponíveis em circuitos comerciais.

Programação

Sábado 01 de março, 12h30;Quinta-feira 06 de março, 19h – Sonhos Eróticos de Uma Noite de Verão
1982, 88min., Estados Unidos
Woody Allen
Tendo como intertexto Sonhos de Uma Noite de Verão, de Shakespeare, Woody Allen constrói uma comédia mais leve e sensual, considerada pela crítica americana uma obra prima. Conta com o próprio diretor no papel de um inventor pueril e Mia Farrow em sua primeira representação dirigida por Allen.
 
Domingo 02 de março, 12h30; Terça-feira 11 de março, 19h – Sonhos
1990, 119min.,Japão e Estados Unidos
Akira Kurosawa
Mais que um filme, Sonhos é um desfile de imagens maravilhosas. Lidando com medos e desejos inconscientes, o filme, dividido em oito capítulos, traz desde um passeio pelas pinturas de van Gogh até o recorrente pesadelo mundial sobre a radiação nuclear.
 
Segunda-feira 03 de março, 12h30; Terça-feira 11 de março, 19h – Sonho de Sara
8min.,Brasil
Gabriel Sanna e Sara Não Tem Nome
Numa estrada deserta, um carro atravessa a paisagem. Enquanto isso se ouve um diálogo absurdo, em duas línguas, entre duas pessoas que se equivocam. Esta é a abertura do ‘Sonho de Sara’, este filme que parece sugerir, com Freud, que a narrativa onírica se reduz ao “umbigo do sonho”, lugar em que as imagens mergulham no desconhecido.
 
Segunda-feira 03 de março, 12h30; Quinta-feira 13 de março, 19h – Sonhos em Movimento: Nos Passos de Pina Bausch
2010, 89min.,Alemanha
Anne Linsel e Rainer Hoffmann
Em 2008, poucos anos antes de sua morte, Pina levou de volta aos palcos seu famoso espetáculo Kontakthof. A diferença é que, nesta apresentação e neste documentário não são os bailarinos profissionais de sua companhia de dança que interpretam o trabalho, e sim adolescentes de 14 a 18 anos que nunca tinham dançado ou subido em um palco.
 
Terça-feira 04 de março, 12h30; Terça-feira 18 de março, 19h – Um Passo de Lado + Fine Lune
33min.; 38min., Brasil e França;
Anamaria Fernandes e Michael Charron
Um Passo de Lado é um documentário que retrata alguns ateliers de dança que Anamaria Fernandes desenvolve com jovens autistas na cidade de Thorigné Fouillard. Através da dança de pacientes e profissionais de saúde, e do depoimento de alguns funcionários do hospital Le PlacisVert, podemos ter uma ideia do quanto a dança pode deslocar nossos hábitos de ver e de perceber o comum e o incomum.
No documentário Fine Lune, pacientes psiquiátricos participam de um espetáculo de dança-teatro, no qual incorporam personagens comuns a partir de um sonho.
 
Quinta-feira 20 de março, 19h –Sonho de Uma Noite de Verão
1999, 100min.,Estado Unidos, Reino Unido, Itália
No início do século XX em Monte Atena, Itália, o duque Theseus está prestes a se casar com Hipólita. Paralelamente, Egeus deseja invocar uma lei para obrigar Hermia, que ama Lysander, a se casar com Demetrius. Enquanto isso, Helena se desespera, pois ama Demetrius, mas não poderá desposá-lo. Para tentar resolver estas confusões, Oberon, o rei dos duendes, ordena que Puck coloque filtros mágicos nos olhos dos mortais. Mas Puck comete um erro.
 
Terça-feira 25 de março, 19h –Cidade dos Sonhos
2001, 146min.,Estado Unidos e França
Um acidente automobilístico na estrada Mulholland Drive, em Los Angeles, dá início a uma complexa trama que envolve diversos personagens. Rita escapa da colisão, mas perde a memória e sai do local rastejando para se esconder em um edifício residencial que é administrado por Coco. É nesse mesmo prédio que vai morar Betty, uma aspirante a atriz recém-chegada à cidade que conhece Rita e tenta ajudar a nova amiga a descobri sua identidade. Em outra parte da cidade, o cineasta Adam kesher, após ser espancado pelo amante da esposa, é roubado pelos sinistros irmãos Castigliane.
 
Quinta-feira 27 de março, 19h –Abre los Ojos
1997, 117min.,Espanha, Itália e França
O filme conta a história de César, que se apaixona por Sofia. Sua ex-namorada não aceita a rejeição e bate o carro, em que ambos estavam, em uma árvore. Ela morre e o rosto de César fica completamente desfigurado. Não havendo condições médicas para reconstituir seu rosto, ele entra em profunda depressão. Após algum tempo, surge uma nova técnica que pode devolver sua antiga forma. Mas nem tudo é felicidade, pois estranhas e assustadoras visões têm acometido César, fazendo-lhe perceber que o pesadelo estava apenas começando.
 
06 a 27 de março de 2014
Horário vide programação
Local: Centro Cultural UFMG
Av. Santos Dumont, 174 - Centro
Entrada gratuita
Informações: (31) 3409-8291

DIÁLOGOS ENTRE O CPC E O CDC.

Lançamento de Livro "Processo Normativo"