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sexta-feira, 3 de maio de 2019

Seminário Mobilidade Global


No dia 22 de maio, a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro realizará o Seminário Mobilidade Global apresentando as principais perspectivas do mercado e das recentes diretrizes políticas para o setor. O evento tem como objetivo criar um ambiente que fomente o networking e o debate acerca das principais regulamentações e suas consequências jurídicas. O público-alvo  são empresas, especialistas, técnicos e interessados que buscam atualizações de mercado e conhecimento das autoridades acerca das recentes alterações políticas e suas consequências.

Data: 22/05/2019
Horário: 8h30 às 13h.
Local: Mattos Filho - Praia do Flamengo, 200, 11º andar - Rio de Janeiro

Vagas limitadas!
Inscrição sujeita à confirmação do pagamento.


Informações: Rodrigo Landim | (21) 2224-2123 | Ramal: 110




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Monitoramento ambiental no reservatório de Itaipu ganha reforço com estações automatizadas

Estudos serão aprimorados com a nova tecnologia, que contribui para análises importantes sobre o comportamento das águas represadas do Rio Paraná

Diatomácea, Espirogira e Daphnia. Os nomes de algas aquáticas batizaram as três novas estações de monitoramento da qualidade de água no reservatório de Itaipu. Instaladas no final do ano passado nos braços dos rios Ocoy e São Francisco Verdadeiro, no Oeste do Paraná, as estações começam a gerar os primeiros gráficos que vão aperfeiçoar os estudos ambientais feitos pela Divisão de Reservatório (MARR.CD) da hidrelétrica.
Cada estação contém um sonda com um conjunto de sensores que medem uma série de parâmetros, como temperatura, nível de oxigênio dissolvido, turbidez, pH, entre outros. A cada três horas, a sonda desce e faz as medições em diferentes profundidades. Todo o sistema é alimentado pela energia gerada em uma placa solar.
De acordo com a bióloga Jussara de Souza (MARR.CD), o monitoramento da qualidade da água é fundamental devido às características específicas dos rios represadaos. "Quando o monitoramento é realizado com frequência, as alterações causadas pelas represas podem ser observadas no início e, se for preciso, podemos intervir", disse. "Outro motivo é que podemos avaliar, a longo prazo, os efeitos na qualidade da água promovidos pelo programa de gestão de bacia da Itaipu".
Este monitoramento acontece desde 1977, com as saídas a campo dos profissionais para fazer a coleta das informações manualmente. “É um trabalho demorado, leva 15 dias para fazer a coleta”, complementa a bióloga Simone Benassi (MARR.CD). “Agora, a informação chega direto no computador. Automatizamos esta parte do trabalho”.
As saídas a campo ainda acontecem para coletar dados que as estações automatizadas não medem – como quantidade de nitrogênio, fosfato, metais pesados e micropoluentes - e em outras localidades onde ainda não há a sonda. Além disso, uma equipe da MARR.CD precisa fazer a manutenção das estações a cada três meses. É preciso ir de barco até cada uma delas para fazer a limpeza da sonda e retirar o excesso de barro dos sensores.

Descobertas
As estações coletam seis parâmetros que ajudam a entender os processos limnológicos, ou seja, os aspectos químicos, físicos, biológicos e ecológicos do reservatório de Itaipu. Segundo Simone, uma das descobertas diz respeito à estratificação térmica da água, ou seja, a diferença de temperatura de acordo com a profundidade. “Nós acreditávamos que a estratificação ocorria somente entre novembro e fevereiro, mas estamos observando que isso não é verdade. Precisamos analisar um ano todo”, diz.
Simone explica que, em determinadas épocas do ano, as camadas superiores estão mais aquecidas que as inferiores. Em outros períodos, ocorre o contrário. E, em outros, não há diferenciação entre as camadas (fenômeno chamado “desestratificação”). Esta mudança de temperatura nas camadas da água ao longo do ano cria um fluxo circular vital para os organismos aquáticos, por alterar, entre outros parâmetros, o nível de oxigênio dissolvido.
Quando a temperatura da água é mais fria nas camadas superiores (no inverno, por exemplo), ela fica mais pesada e desce fazendo a água do fundo subir. Como os fitoplânctons, que produzem o oxigênio, ficam próximos à superfície, há mais oxigênio na parte superior. Então, quando ocorre a desestratificação, a camada inferior (com menos oxigênio) sobe e permanece na superfície, podendo afetar a vida aquática.
“Acompanhar este fluxo é importante porque, se tiver água sem oxigênio no fundo do reservatório, ela vai subir e matar os peixes que vivem na parte superior”, resume Simone. Segundo ela, o nível de oxigênio dissolvido deve ter uma quantidade mínima de 5 mg de oxigênio por litro de água.
Outro parâmetro alterado pelo fluxo da água é o pH, que precisa estar entre 6 e 9 (neutro). Já a turbidez afeta a fotossíntese dos fitoplânctons – se a água estiver muito turva, vai reduzir a entrada da luz e, por consequência, a fotossíntese. Finalmente, a condutividade é uma medida indireta para identificar, entre outras coisas, a poluição por esgotos.
O objetivo da área, agora, é colocar, em parceria com a margem direita de Itaipu, uma estação maior no corpo central do reservatório, próximo à barragem. Por não estar protegida nos braços dos rios, a estação precisa ser uma plataforma mais robusta, que aguente o movimento da água e os ventos, diz Simone.

FGV IBRE | Encontros FGV IBRE Valor Econômico - V Seminário Anual de Política Monetária


Nos últimos anos, os países mais avançados têm experimentado grandes transformações. Pode-se dizer que experimentam um “mundo novo”, caracterizado por modesto ritmo de crescimento econômico, inflações e juros de mercado também baixos, por vezes negativos até mesmo em termos nominais. Boa parcela desses novos fenômenos têm raiz em importantes mudanças estruturais, relacionadas com o novo quadro demográfico mundial e com a chamada revolução digital.
São mudanças que têm representado enormes desafios para os condutores da política monetária naquele grupo de países. Inevitavelmente, o que se passa nos principais centros financeiros do mundo têm reflexos na condução da política monetária doméstica. Nesse caso, porém, os desafios não se resumem a perceber e reagir aos movimentos lá fora, mas passam também pelo enfrentamento de questões internas de solução difícil, como as que envolvem os ajustes e reformas que se mostram necessários em nosso país.
Dentro desse contexto, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) e o jornal Valor Econômico, convidam para o V Seminário Anual de Política Monetária. 
 
 

X Seminário Internacional de Políticas Culturais

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