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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
15ª Conferência Nacional de Saúde
O SUS é a maior política pública de justiça social, de direitos humanos e sociais do Brasil. E as conferências nacionais de saúde são a expressão da força da sociedade". A afirmação do ministro da Saúde, Marcelo Castro, permeia os temas em discussão na 15ª Conferência Nacional de Saúde (15ª CNS), iniciada na noite de terça-feira (1º/12), em Brasília (DF). E o espelho da participação popular nos debates da saúde pública é formado pelos trabalhadores da saúde, gestores públicos e usuários do SUS entre estudantes, aposentados, população do campo, representantes de movimentos LGBT, de defesa da igualdade racial, dos povos indígenas e quilombolas, entre outros, que debatem os rumos do Sistema Único de Saúde. Mais cedo, na tarde de terça-feira, milhares de manifestantes defenderam o SUS na Esplanada dos Ministérios, durante Ato Público da 15ª CNS. Organizada pelo Conselho Nacional de Saúde e pela Frente em Defesa do SUS (ABRASUS), a marcha seguiu em direção ao Congresso Nacional. Além da ampliação das fontes de financiamento do SUS, historicamente insuficientes, os militantes protestam contra as tentativas de retirar as garantias constitucionais de universalidade e integralidade, que faz com que a saúde seja um dever de Estado e um direito de cidadania. Com o tema Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: direito do povo brasileiro, a 15ª CNS vai até o dia 4 de dezembro.
Ato em defesa do SUS abre 15ª Conferência
Milhares de manifestantes defenderam o Sistema Único de Saúde (SUS) na Esplanada dos Ministérios na tarde de terça-feira (1/12), no Ato Público que abriu, em Brasília, a 15ª Conferência Nacional de Saúde (15ª CNS). Organizada pelo Conselho Nacional de Saúde e pela Frente em Defesa do SUS (ABRASUS), a marcha seguiu em direção ao Congresso Nacional. Além da ampliação das fontes de financiamento do SUS, historicamente insuficientes, os militantes protestam contra as tentativas de retirar as garantias constitucionais de universalidade e integralidade, que faz com que a saúde seja um dever de Estado e um direito de cidadania. Com o tema Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: direito do povo brasileiro, a 15ª CNS vai até o dia 4 de dezembro.
A abertura solene da 15ª CNS ocorreu na noite de terça-feira, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, pelo ministro da Saúde, Marcelo Castro. O maior e mais importante evento da saúde pública do país chega a sua plenária nacional colocando no centro do debate o Sistema Único de Saúde (SUS) como uma conquista democrática e de cidadania. Durante os quatro dias de evento, são esperadas cerca de cinco mil pessoas entre delegados, convidados e representantes de movimentos sociais e populares de todas as regiões do país que, juntos, irão discutir e apontar a agenda de prioridades para Saúde nos próximos quatro anos. Ao todo, 558 propostas e 30 diretrizes consolidadas a partir dos relatórios das etapas estaduais serão discutidas e votadas durante a Conferência, que termina no dia 4 de dezembro.
Evento criado em 1937, as conferências nacionais de saúde têm desempenhado importante papel nos avanços alcançados pela saúde pública brasileira. As bases para a criação do SUS foram estabelecidas na 8ª Conferência Nacional de Saúde, em 1986, e depois consolidadas na Constituição Federal de 1988. Importantes estratégias de saúde pública do país, como SAMU, Rede Cegonha e programa Saúde da Família tiveram suas sementes lançadas em conferências nacionais.
São oito os eixos temáticos que norteiam os debates da conferência nacional: “Direito à saúde, garantia de acesso e atenção de qualidade”; “Participação e controle social”; “Valorização do trabalho e da educação em saúde”; “Financiamento do SUS e relacionamento público-privado”; “Gestão do SUS e modelos de atenção à saúde”; “Informação, educação e política de comunicação do SUS”, “Ciência, tecnologia e inovação no SUS” e “Reformas democráticas e populares do Estado”.
Maior conferência de saúde do Brasil reúne profissionais, gestores e usuários do SUS
“O SUS é a maior política pública de justiça social, de direitos humanos e sociais do Brasil. E as conferências nacionais de saúde são a expressão da força da sociedade”. A afirmação do ministro da Saúde, Marcelo Castro, permeia os temas em discussão na 15ª Conferência Nacional de Saúde (15ª CNS), aberta na noite desta terça-feira (1º), em Brasília (DF). E o espelho da participação popular nos debates da saúde pública é formado pelos trabalhadores da saúde, gestores públicos e usuários do SUS entre estudantes, aposentados, população do campo, representantes de movimentos LGBT, de defesa da igualdade racial, dos povos indígenas e quilombolas, entre outros, que debatem até a próxima sexta-feira (4) os rumos do Sistema Único de Saúde.
“O Conselho Nacional de Saúde é a participação viva da sociedade nas decisões tomadas pelo Estado no interesse geral da saúde. É a participação popular no exercício do poder político”, disse em seu discurso o ministro, que também participou da mesa de abertura do evento, nesta quarta-feira (2).
A 15ª CNS é a etapa central de um processo que mobilizou ao longo de 2015 mais de 1 milhão de brasileiros em todo o país, segundo informou a presidenta do Conselho Nacional de Saúde, Maria do Socorro de Souza. De acordo com ela, foram realizadas 5 mil conferências municipais desde abril. Dezessete estados mobilizaram 100% de seus municípios em torno dos oito eixos temáticos da conferência, com discussões que resultaram em mais de mil propostas trazidas ao fórum central de debates.
Da solenidade de abertura também participaram os governadores do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg e do Piauí, Wellington Dias; o secretário municipal de Saúde de São Paulo e ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o médico sanitarista e ex-ministro da Saúde, Arthur Chioro, a ex-ministra da Saúde da Bolívia, Nila Heredia, o representante da Organização Panamericana de Saúde (OPAS) e Organização Mundial de Saúde (OMS), Joaquim Molina, a presidenta do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Maria Emília Pacheco, o presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, Mauro Junqueira, o presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde, João Reis, e o presidente da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara de Deputados, deputado Antonio Brito. Leia mais.
Iniciativas da Fiocruz para a 15ª Conferência Nacional de Saúde
Afinada com os objetivos das conferências e artífice da intensificação da participação popular no setor de saúde desde a 8ª CNS, em 1986, a Fiocruz tem fomentado, ao longo 2015, uma série eventos para estimular o debate e a participação social, visando contribuir para fortalecer as discussões da conferência e o controle social na saúde.
Alguns resultados dessa mobilização foram o convite recebido pelo Museu da Vida para levar a exposição Pelos Caminhos do SUS e a elaboração do documento Direito à Comunicação e informação para consolidar a democracia e o direito à saúde - Contribuições para a 15ª Conferência Nacional de Saúde, que contou com a participação de diversas entidades do setor de saúde, do setor de comunicação social, informação e de pessoas físicas por meio de contribuições online no site do PenseSUS
O documento, que será entregue durante a 15ª CNS, resultou doI Diálogo PenseSUS – Democracia, comunicação, informação e direito à saúde: mobilização para a 15ª Conferência Nacional de Saúde, realizado em 29 e 30 de setembro de 2015 e aberto a pesquisadores, gestores, estudantes, ativistas sociais, usuários dos serviços de saúde e demais interessados nas discussões no campo da comunicação, informação e saúde. A visão do documento é de que o acesso e participação nos processos de comunicação e informação são direitos fundamentais, assim como o direito à saúde. Além disso, o documento destaca que uma sociedade bem informada acerca dos seus direitos, com um nível de democratização da comunicação elevado e com a participação de diferentes setores da sociedade na ampliação do debate público sobre saúde, pode fortalecer o direito à saúde.
O Canal Saúde, que será lançado como canal público durante a 15ª CNS e estreia na TV aberta logo após a conferência, em 9/12, também incentivou a participação popular antes da conferência por meio de uma campanha, convidando o público a sugerir pautas para a emissora e enviar fotos, vídeos e informações sobre o processo da conferência em suas cidades e estados. O Canal também realizou, durante o ano, uma série de debates sobre temas em discussão na conferência, sobre a nova metodologia de organização dos conselhos municipais e estaduais, entre outros assuntos.
Programação
Na manhã de quarta-feira (2/12), ocorreu a mesa de abertura Reforma Democrática e Defesa do SUS e em seguida acontecem os Diálogos Temáticos que irão trazer temas relacionados a um ou mais dos oito eixos temáticos da conferência. Os grupos de trabalho (GT) começam na tarde de quarta-feira (2/12) e continuam durante toda quinta-feira (3/12). Ao todo, serão 28 GTs divididos entre os eixos temáticos, que estarão discutindo e votando as propostas consolidadas na fase estadual. De acordo com o regulamento, as propostas que obtiverem menos de 50% dos votos serão rejeitadas e as que tiverem 70% ou mais de votos favoráveis em pelo menos metade mais um dos GT de cada eixo serão aprovadas automaticamente, as demais irão para votação na plenária final que acontece dia 04 de dezembro.
Direito à saúde com equidade é debatido na 15ª CNS
No segundo dia da 15ª Conferência Nacional de Saúde, um dos debates foi sobre o Direito a Saúde: Acesso com qualidade e Equidade para Cuidar bem das Pessoas. Participaram das discussões deputada Érika Kokay (PTD-DF), o conselheiro nacional de saúde, Carlos Ferrari e o professor Emerson Merhy da UFRJ.
Pontuando a saúde pública como um direito, o professor Emerson disse que o maior bem é a luta pelo SUS com o direito à vida e ao cuidado. “A construção do SUS é diária e buscando a igualdade, atendimento equânime, como também lutando por todas as vidas.” Para ele, o profissional ao atender um paciente impõe regras sem conhecê-lo e o considera como objeto. “A chave para o acesso, igualdade, é transformar o encontro das vidas em qualidade produtiva” destacou.
Abordando a perspectiva do SUS, técnica e ética, o conselheiro nacional Carlos Ferrari falou sobre acessibilidade e acesso as tecnologias. Segundo ele, o direito do povo brasileiro deve ser exercido com equidade. “Isso deve ser um determinante social para o sistema de saúde, não só para as pessoas com deficiência, mas para todos”.
Ele lembrou o acesso às tecnologias, colocando essa assistência a todos inclusive as minorias, como os movimentos LGBT, povos indígenas, pessoas em condição de rua, entre outros. “Isso é respeito à diversidade” disse o conselheiro.
Fechando as exposições, a deputada Erika Kokay (PT-DF) foi enfática nas pautas que tramitam no Congresso. “A institucionalização da homofobia com o Estatuto da Família criado pelo Estado, tira o direito de parte da população brasileira. Temos que reconhecer as diversidades, o sujeito individual e coletivo. Respeitar as culturas e expressões religiosas”.
Para ela, a humanização do SUS acontece com o entendimento das diferenças. “Dignidade e universalidade deve atingir a todos, não somente o branco, o homem…”.
A 15ª Conferência Nacional de Saúde segue até a sexta-feira, dia 4 de dezembro, onde delegados votarão as propostas na plenária final.
15ª CNS em imagens
Acompanhe aqui as imagens da 15ª Conferência Nacional de Saúde.
Com informações do site oficial da 15ª CNS, Ministério da Saúde e da Agência Fiocruz de Notícias.
(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
EBAPE promove debate internacional sobre políticas públicas no setor de petróleo e gás
A Escola de Administração Pública e de Empresas da FGV (EBAPE) realiza, nos dias 3 e 4 de dezembro, a Conferência Internacional "Public Policy for Oil and Gas and its Impact on the Social and Economic Development of Brazil". O evento contará com a participação de professores, pesquisadores e especialistas em políticas públicas no setor de óleo e gás, entre eles, o professor Thomas J. Trebat, diretor do Columbia Global Centers, que será o palestrante principal da conferência.
O encontro é fruto de dois projetos conduzidos atualmente pela EBAPE: “A Economia Política do Setor de Petróleo no Brasil” e “Governança Industrial Descentralizada no setor de Petróleo e Gás Brasileiro”. Ambos os projetos contam com apoio da Faperj e têm como objetivo estudar as relações entre arranjos institucionais e organizacionais e o desenvolvimento da indústria de petróleo.
Além da palestra magna com Thomas Trebat, o evento abrirá espaço para debater os desafios e estratégias sobre o desenvolvimento sustentável da indústria nacional. A professora Smita Srinivas, do Insurance Institute for Highway Safety (IIHS), e o professor Atul Wad, da Columbia University, serão os palestrantes.
A conferência também terá três painéis temáticos. Michael Piore, professor do Massachusetts Institute of Technology – MIT; Adília de Assis, gerente de Capacitação Profissional da Indústria da Petrobras - Prominp); e Anna Posthuma, especialista da International Labour Organization – ILO, irão falar sobre o perfil profissional do setor de petróleo e gás. O tema será moderado pela professora da EBAPE Mônica Pinhanez.
Já o painel “Current Challenges of the Oil and Gas Regulation in Brazil” vai contar com a participação de Antonio Cláudio de França Corrêa, representante da Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), e Nelson Narciso Filho, ex-diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP). A mesa será moderada pela professora da EBAPE Alketa Peci.
O outro painel do evento debaterá o impacto da existência de petróleo em países como a Nigéria e a Noruega. O primeiro, que é conhecido pela história de guerras civis e o difícil desenvolvimento econômico, e o segundo, que conseguiu aproveitar a presença das riquezas naturais para virar um dos mais prósperos países do mundo. O tema será abordado por Wumi Iledare, professor da University of Ibadan, da Nigéria; por Olav Lundstol, consultor de energia da Embaixada da Noruega no Brasil; e por Carlos de Gadelha, secretário de desenvolvimento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Para mais informações, acesse o site do evento.
Espaço do Conhecimento oferece oficina de “desenho cego” acessível em Libras
Provocando os sentidos
Espaço do Conhecimento oferece oficina de “desenho cego” acessível em Libras
Por meio do Projeto Quinta com Libras, o Espaço do Conhecimento UFMG convida pessoas que estudam ou são fluentes na Língua Brasileira de Sinais (Libras) a utilizarem o museu como espaço de trocas e de encontros. Na próxima quinta-feira, o projeto oferecerá uma oficina de desenho cego, com classificação livre e entrada gratuita. A participação na atividade está sujeita ao número de vagas, a serem preenchidas de acordo com a ordem de chegada dos participantes.
Confira a programação:
Quinta com Libras - Programação de dezembro
OFICINA DE DESENHO CEGO
3/12, das 19h às 20h
A atividade busca provocar as capacidades perceptivas e sensoriais dos participantes. Por meio de estímulos táteis, os alunos serão direcionados a representar, em desenho, sensações e formas identificadas.
Público alvo: pessoas que estudam ou são fluentes na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Classificação Livre
Vagas: 15 pessoas
Atividade gratuita
O Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes através da utilização de recursos museais. Sua programação diversificada inclui exposições, cursos, oficinas e debates. Integrante do Circuito Liberdade, o Espaço do Conhecimento é fruto da parceria entre a UFMG e o Governo de Minas. O Espaço conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIG, da Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da UFMG e da DAC – Diretoria de Ação Cultural da UFMG.
Serviço:
Quinta com Libras – Programação de dezembro
Data: 3 de dezembro, das 19h às 20h
Local: Espaço do Conhecimento UFMG - Praça da Liberdade, 700
Atividade gratuita
Mais informações: www.espacodoconhecimento.org. br/ (31) 3409-8350
Informações para a imprensa: (31) 3409-8366
Seminário “A Nova Arquitetura do Comércio Internacional: onde está o Brasil?"
O Centro Brasileiro de Relações Internacionais – CEBRI promoverá no próximo dia 7 de dezembro (segunda-feira), o seminário “A nova arquitetura do Comércio Internacional: onde está o Brasil?”.
Temos a satisfação de lhe convidar e transmitir abaixo a programação completa do evento.
Para inscrição, pedimos a gentileza de preencher o formulário, clicando abaixo:
PROGRAMAÇÃO:
Seminário “A Nova Arquitetura do Comércio Internacional: onde está o Brasil?"
Data: 7 de dezembro de 2015
Local: Auditório Ruy Barreto – Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRio) – Rua Candelária, 9 /12º andar – Centro, Rio de Janeiro/RJ.
Local: Auditório Ruy Barreto – Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRio) – Rua Candelária, 9 /12º andar – Centro, Rio de Janeiro/RJ.
10h30 - Abertura
Embaixador Luiz Felipe Lampreia
Embaixador Carlos Márcio Cozendey
10h50 às 12h30 - Debatedores:
Secretário de Comércio Exterior Daniel Godinho
Embaixador José Alfredo Graça Lima
Diego Bonomo
Mario Marconini
Embaixador José Alfredo Graça Lima
Diego Bonomo
Mario Marconini
Mediador: Rafael Benke
Para dúvidas ou mais informações, entre em contato com o setor de eventos no email eventos@cebri.org.br ou nos telefones 21 22064418 e 21 22064411.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Seminario Ações Estruturantes
Seminario Ações Estruturantes do Pólo Audiovisual de Nova Friburgo e Região acontece dia 03 de dezembro
Cidade recebe profissionais da área de Audiovisual e Economia Criativa para traçar o panorama favorável ao estabelecimento do pólo local
Estamos dando mais um importante passo na consolidação do Pólo Audiovisual de Nova Friburgo e Região. O ISEC promove dia 03 de dezembro o Seminário Ações Estruturantes do Pólo Audiovisual de Nova Friburgo e Região no Senai Espaço da Moda Nova Friburgo. O credenciamento é feito na hora e o evento começa às 9h30.
Patrocinado pela Energisa, pelo Governo do Rio de Janeiro, pela Secretaria de Estado de Cultura e pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, o seminário é uma oportunidade de informar a região sobre a indústria de audiovisual e sobre como o estabelecimento de um pólo pode trazer benefícios para a economia, para o turismo e a cultura locais.
“Fico feliz e emocionada em ser parte de um projeto de desenvolvimento de uma indústria limpa e sustentável que irá, acima de tudo, dar oportunidade de renda aos friburguenses possibilitando a permanência das famílias e jovens no município”, diz Rosana Barroso, Diretora Operacional do ISEC. Para o Diretor-Presidente do ISEC, Raymundo Ribeiro, o sonho está se tornando realidade: ”Esta é uma oportunidade espetacular para o desenvolvimento de nossa região”.
O seminário, portanto, é para qualquer interessado no crescimento e estruturação do pólo audiovisual na região: estudantes, produtores, pesquisadores, youtubers, comerciantes, prestadores de serviços de diversas áreas, entre elas a rede hoteleira, de gastronomia, comunicação, entretenimento e turismo.
Palestrantes
Palestrantes como Erick Krulikowski, sócio diretor da iSetor, consultor do Pólo Audiovisual da Zona da Mata e gestor de projetos nas áreas de cultura, educação e saúde vão partilhar relevantes experiências nacionais e internacionais. A palestra de abertura é de Sílvia Rabello, presidente do SICAV (Sindicato da Indústria Audiovisual), que vai apresentar pólos de audiovisual e clusters criativos no Brasil e no mundo destacando suas operações, funcionalidades e mecanismos disponíveis para viabilizar produções e coproduções nacionais e internacionais. Em seguida, Heliana Marinho, coordenadora de Economia Criativa do SEBRAE/RJ, fala sobre Economia Criativa e o Audiovisual no Estado do Rio de Janeiro.
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