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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

SENAC Rio Fashion Business 2012

Quinze grifes apresentarão suas coleções de inverno em passarelas localizadas no Jockey Club Brasileiro, na Gávea e em pontos históricos e turísticos da cidade: Addict, Afghan, Barbara Bela, Cavendish, Cholet, Francesca Romana Diana, Lix, Maria Filó, Oh, Boy!, Patricia Viera, Sacada, Santa Ephigenia e Victor Dzenk. A marca feminina Anju Anju e a designer Camila Klein farão sua estreia nas passarelas. Patricia Viera abre os desfiles e Victor Dzenk faz o encerramento.

O tema da 19ª edição do Senac Rio Fashion Business, Verdejante, vai muito além do conceito ecológico por abranger áreas que influenciam o consumo de moda e que por ele também são influenciados, como a gastronomia, decoração, artes plásticas entre outros. “O significado da palavra Verdejante é buscar, na essência, a vitalidade em todas as coisas”, explica Eloysa Simão, empresária e diretora-geral do evento.

Victor Dzenk // Verão 2012 @ Rio Fashion Business
Victor Dzenk // Verão 2012 @ Rio Fashion Business
Dia 09/01 (segunda-feira)
17h30 – Patricia Viera - externo
Dia 10/01 (terça-feira)
11h – Cavendish – Jockey
14h30 - Sta Ephigenia – tenda evento
16h – Anju Anju – tenda evento
18h30 – Cholet – tenda evento
Dia 11/01 (quarta-feira)
11h - Maria Filó – tenda evento
13h – Francesca Romana Diana - externo
16h30 – Camila Klein – tenda evento
19h30 – Oh, boy –tenda evento
21h – Addict - tenda evento
Dia 12/01 (quinta-feira)
11h – Sacada –tenda evento
18h – Afghan – tenda evento
20h – Lix – tenda evento
Dia 13/01 (sexta-feira)
11h – Barbara Bela – tenda evento
19h – Victor Dzenk – tenda evento

domingo, 8 de janeiro de 2012

Exposição Paris La Nuit

A Aliança Francesa Rio de Janeiro traz para o público carioca uma visão incomum de Paris. Descortinada nos anos 30 pelas lentes do fotógrafo Gyula Halász (Brassaï), a cidade-luz é vista a partir de jogos de sombras, claros e escuros, em fotos que formam uma crônica da vida noturna parisiense, em imagens externas como a da Torre Eiffel e de ambientes fechados como cafés e cabarés. A exposição acontece de 23 de novembro a oito de janeiro e reúne cerca de 100 fotografias, nas dimensões 31x24 e 61x49cm. A curadoria é de Agnès Gouvion Saint Cyr.
Húngaro, com alma francesa, Gyula Halász (1899-1984) passou a assinar seus trabalhos com o pseudônimo Brassaï em 1932, quando começou a registrar prostitutas, jovens delinquentes e trabalhadores, à noite, nas ruas de Paris. Fotografados em cenas cotidianas e a própria cidade se transformavam em personagens, sob o filtro das lâmpadas das ruas, da luminosidade contida na névoa à beira do Sena, nas luzes dos monumentos.
“Brassaï soube, com genialidade e poesia, captar e desvendar o segredo da luz e da noite. Essa visita em preto e branco nos bastidores da cidade-luz se dá numa hora em que todos os gatos são pardos e o tempo está suspenso para que os segredos e as paixões proibidas possam se expressar, numa versão parisiense inédita da Comédia Humana”, destaca Yann Lorvo, diretor geral da Aliança Francesa no Brasil.
Serviço:
Exposição “Paris la nuit” – Fotografia – Brassaï
Abertura: 23 de novembro, às 19h
Visitação: de 24 de novembro a 8 de janeiro/2012 - terça a domingo, de 12h as 19h - GRÁTIS

Exposição Cadeiras


A “valorização do perfeito objeto de descanso” é a linha contínua de criação da artista hispano-brasileira, Ascención Chanqués, que mostra cerca de 20 cadeiras-esculturas produzidas em aço inoxidável e contextualizadas na dança, no jogo de capoeira e nas fases da lua. “Caminho e evolução das cadeiras é a justificativa mais ampla do meu trabalho”, argumenta.
“Continuando a percorrer minha visão sobre as cadeiras, fui além do que eu poderia imaginar. Minha mudança ocorreu ao criar a “Cadeira Nervosa”, formada por dois corações e muitas mãos agitadas. Depois, outro trabalho, de grandes proporções, foi a “Cadeira Sol e Lua”, da qual surgiram diversas variações e, assim, vou vagando por um infinito espaço cósmico”.
Pela versatilidade do seu trabalho, Ascención considera que ao reinventar suas cadeiras, que elas evoluam de forma mais livre e ousada. Elas continuam “tendo seu lugar como objeto de descanso”, mas transformadas de alguma maneira, como a obra “Sol e Lua”, que faz parte do acervo da cidade de Sueca em Valencia, na Espanha. “Caminho na mesma linha, pelo mesmo tema, mas com formas e realizações distintas”.
Formada pela Escola de Belas Artes da UFRJ nos cursos de Escultura e Licenciatura em Desenho, Ascension Chanqués exerce atividade artística no Brasil e na Espanha. Atuando em exposições e salões oficiais desde 1966, a artista retorna à Espanha em 1988, onde leciona Desenho e Pintura. No Brasil desde de 2003 montou seu ateliê no Rio de Janeiro, sem, contudo, desfazer do localizado em Valência, na Espanha, onde também desenvolve, periodicamente, o seu trabalho.
Serviço:
Exposição: “Cadeiras” – Esculturas - Ascención Chanqués
Abertura: 23 de novembro, às 19h
Visitação: de 24 de novembro a 8 de janeiro/2012 - terça a domingo, de 12h as 19h - GRÁTIS

Exposição Colméia-Carina Bokel


Em sua quarta mostra individual, depois de cinco anos, a artista plástica Carina Bokel retorna com um trabalho surpreendente. A mostra apresenta apenas um painel de dimensão mural (3,30m x 7,70m), que é composto por 26 pedaços menores que, sem perder a autonomia da obra singular, se articulam entre si para formar a unidade perfeitamente integrada.
As formas ganham relevo sutil com a proximidade. São como os favos de uma colméia, pedaços independentes que completam um quadro inteiro. “Colméia” emerge para tridimensionalidade com o uso dos materiais que caracterizam o trabalho de Carina: a madeira, a argila, a porcelana, o metal e sua poeira óxida.
Tudo remete à essencialidade da matéria primordial que se submete à vontade da artista para ganhar formas e cuja simplicidade orgânica contrasta com a artesania complexa e delicada. "Colméia para mim é, ao mesmo tempo, um tema e um processo de trabalho. O quadro se fez aos poucos, como um labirinto de pensamentos infindáveis, monótonos, que foram se desdobrando em busca de uma harmonia maior”.
Para o curador da exposição, Eduardo Roly, a obra “lembra tanto a imagem de uma cidade vista bem do alto, como uma foto hiperampliada da rede neural de um cérebro. E que, por sua vez, por uma analogia misteriosa que eu apenas intuo, remete à orgânica perfeição de uma colméia. E a clareza desse resumo da própria obra revela uma artista em busca do domínio de sua arte pela via do autoconhecimento”.
E acrescenta: “a densidade que se enxerga na obra de Carina parece emergir de uma profunda reflexão que transcende à palavra e se enraíza num lento fazer, espelhado na própria vida e seus processos. Enfim, arte e vida se misturam e se completam na construção da obra e da própria artista. Ainda que se possa perceber uma continuidade entre esta exposição e a anterior, Colméia é certamente um marco na obra de Carina, expressão de maturidade e renovação”.
Serviço:
Exposição: “Colméia” – Carina Bokel
Abertura: 23 de novembro, às 19h
Visitação: de 24 de novembro a 8 de janeiro/2012 - terça a domingo, de 12h as 19h - GRÁTIS

sábado, 7 de janeiro de 2012

Exposição "Morro da Conceição-Fotografia e Desenho"


Viver no centro da uma moderna metrópole e ao mesmo tempo conviver com hábitos, costumes e valores que há muito ficaram para trás. Além destes contrastes, presenciar a estranha sensação de “estar no interior, morando na cidade grande”, onde as pessoas se cumprimentam, chamam umas às outras pelo nome, trocam pinceladas de gentilezas, tudo isso no coração de um dos endereços mais preservados do Rio de Janeiro.
Estas são algumas das inspirações que preenchem a exposição “Morro da Conceição” dos artistas Marcelo Frazão e Luis Christello”, apaixonados por um dos mais belos recantos do centro da cidade, mas que também se preocupam com os rumos da ocupação daquele espaço.
O trabalho da dupla nos faz passar por lugares que nunca excursionamos, promove uma negociação entre arte, a vida, o tempo, o espaço e o afeto. Esta rica mistura transborda nas cerca de 40 fotografias e desenhos da mostra que acontece no Centro Cultural Correios.
No texto de apresentação da exposição, o superintendente do IPHAN no Rio de Janeiro, Carlos Fernando de Andrade, relembra que o Morro da Conceição era um dos marcos delimitadores da ocupação da cidade e o único a manter as funções habitacionais, no começo do século XIX.
Ao preparar o visitante para o percurso da exposição, Carlos Fernando avisa que “cada passo é uma surpresa, quadros se sucedem aos olhos do caminhante, brilhantemente, através das fotos de Marcelo Frazão e os desenhos de Luis Christello”.
Sobre os artistas:
O artista e designer gaúcho Luis Christello participa de exposições desde 1986, tendo integrado mostras no Centro Cultural Correios e na Funarte. Depois de residir por mais de 12 anos na Europa, fixou-se no Rio Janeiro, onde fez sua primeira individual na Galeria Manuel Bandeira da Academia Brasileira de Letras.
Curador, artista, professor de gravura da Escola de Belas Artes/UFRJ, Marcelo Frazão já expôs em espaços como o Museu Nacional de Belas Artes, a galeria Oscar Seráphico, em Furnas Cultural, Museu da Gravura de Curitiba(PR), Sesc Copacabana, além de participar de exposições na Alemanha, Argentina, Canadá e vários outros países. Suas obras integram acervos do Museu Nacional de Belas Artes, Biblioteca Nacional, Centro Cultural Cândido Mendes, Museu da Chácara do Céu, entre outros.
Serviço:
Exposição: “Morro da Conceição” – Fotografia e Desenho - Marcelo Frazão e Luis Christello
Abertura: 23 de novembro, às 19h
Visitação: de 24 de novembro a 8 de janeiro/2012 - terça a domingo, de 12h as 19h - GRÁTIS

Exposição ANIMA, a alma de um Escultor


A exposição “ANIMA” (alma, em italiano) reúne 13 obras, de tamanhos variados, e mais um presépio, em grande dimensão, do escultor carioca Roberto Oliveira Costa, que mostra o contraste entre materiais díspares, como o granito escuro e a resina transparente. As esculturas traduzem inquietações íntimas entre aquilo que representa e o que se vê. Uma quase versão visual das teorias do escritor italiano Luigi Pirandello, segundo as quais “assim é, se lhe parece”.
Ao falar do seu trabalho, o artista destaca que algumas das esculturas expostas apresentam uma simbologia rapidamente entendida pelo espectador e que, em outras, a forma vai perdendo seu significado mais óbvio, deixando apenas o movimento, a composição. Algumas obras ganham profundidade simbólica, como no caso da escultura "Evolução"; outras beiram a abstração, ficando a forma pela forma.
Ao citar alguns títulos de suas obras, o artista enfatiza: "Fusão", que expressa “o desejo romântico do ato sexual”; "Divisão" (os momentos da vida em que caminhamos numa direção, mas nossa vontade é de seguir em outra); "Alegria" (pura alegria que gira, dança); "Encaixe” (a procura do encaixe do nosso modo de ser com o modo da outra pessoa). “É a alma sempre ansiando pela liberdade, o vôo”, conclui.
Para o escritor e curador da exposição, Geraldo Edson de Andrade, “a intenção do artista é mitificar a alma na sua plenitude, liberdade e expansão do próprio ser humano. Algumas das peças presentes nesta exposição podem parecer abstratas. E são, na realidade, a forma pela forma, mas com tal sensualidade que leva o espectador a tocá-las com persuasão quase amorosa”.
Roberto Oliveira Costa dá vazão à criatividade com obras em grandes dimensões. Mais uma demonstração de que a escultura, além de expressão, também são formas em busca do espaço a que se destina. Daí, as esculturas de um presépio expostas na Praça do Centro Cultural Correios. Nascido em 1962, o artista recebeu orientação inicial no Brasil do escultor Annibal Monteiro e, posteriormente, na Itália, do escultor Vasco Montecchi.
Serviço:
Exposição “Anima” – Esculturas – Roberto de Oliveira Costa
Abertura: 23 de novembro, às 19h
Local: Galeria (térreo) e Praça do Centro Cultural Correios.
Visitação: de 24 de novembro a 8 de janeiro/2012 - terça a domingo, de 12h as 19h - GRÁTIS
Apoio Cultural: Correios
Realização: Centro Cultural Correios

Exposição "Um século de vivência num porto moderno: Rio de Janeiro 1910-2010"

A região portuária do Rio de Janeiro guarda uma rica história conhecida por alguns e presente no cotidiano de muitos que habitam a área. A exposição fotográfica “Um Século de Vivência num Porto Moderno: Rio de Janeiro, 1910-2010” - no período de 23 de novembro a 8 de janeiro de 2012 - resgata o processo histórico de desenvolvimento desse pedaço da cidade e retrata, de maneira especial, vivências da população ao longo de um século. Durante a mostra, também serão realizados Seminários e Oficinas destinados a professores, estudantes e ao público em geral.
A mostra reúne fotografias e material inédito, como mapas, cenários e vídeos com várias histórias de vida, tendo como base as pesquisas desenvolvidas por Fernando Dumas (Fiocruz), e pelo historiador Cezar Honorato (UFF). O fotógrafo Thony Serdoura apresenta imagens contemporâneas das vivências locais e dois cenários em que se destacam os principais pontos de referência da região.
A exposição ocupa dois salões no 3º andar do Centro Cultural Correios: no primeiro salão estão expostas cerca de 90 fotografias que contam a história da vida cotidiana na região ao longo do século 20; no segundo a mostra apresenta a contemporaneidade, com projetos e iniciativas sociais, culturais e urbanísticas que articulam o futuro da zona portuária com o resgate de seu passado histórico e de suas tradições.
O público poderá conhecer acervos históricos, retratando diversos aspectos da vida cotidiana na região portuária, principalmente, o período entre as décadas de 1930 e 1970, quando foi realizada uma série de intervenções urbanísticas na cidade, criando um ambiente de isolamento dos bairros que integram geograficamente a região. Entre os projetos de revitalização da época, destacam-se a construção da Avenida Presidente Vargas, do Elevado da Perimetral e o alargamento da Avenida Francisco Bicalho, incluindo a construção da Rodoviária Novo Rio.
A exposição exibe também 20 pequenos filmes - de um minuto cada - produzidos a partir das histórias de pessoas que vivem e/ou trabalham na área formada pelos bairros Saúde, Gamboa e Santo Cristo. Uma paisagem configurada por velhos casarões e sobrados de dois a três pavimentos, erguidos em ruas estreitas e sinuosas, compatíveis com o uso de carruagens e animais. A região ficou conhecida como a “Pequena África”, termo cunhado pelo compositor Heitor dos Prazeres para designar o território que se estendia da zona do cais do porto até a Cidade Nova.
Serviço:
Exposição; “Um Século de Vivência num Porto Moderno: Rio de Janeiro – 1910/2010”
Abertura: 23 de novembro, às 19h
Visitação: de 24 de novembro a 8 de janeiro de 2012
Local: Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro do Rio de Janeiro-RJ
Visitação: de terça a domingo, de 12h as 19h - GRÁTIS
Telefones: (21) 2253-1580
Patrocínio: Correios
Apoio: Prefeitura do Rio de Janeiro
Realização: Centro Cultural Correios