Segundo maior PIB do Brasil, o Estado do Rio de Janeiro é hoje o quarto maior produtor do setor petroquímico e pode se tornar, no médio prazo, o maior polo do País nesse segmento, principalmente por conta dos investimentos previstos na criação do Comperj. Além disso, o Estado é um mercado consumidor em ascensão para os produtos petroquímicos, por conta dos incentivos recém-concedidos à cadeia da indústria plástica e ainda pelo próprio aumento da demanda da indústria local de transformação (automotiva, alimentos, naval e offshore), em constante expansão.
O Brasil terá fôlego para acompanhar o ritmo de crescimento da indústria petroquímica no mundo? Quais as chances reais de o Estado do Rio de Janeiro liderar a competitividade nesse segmento? Como o preço vai se comportar nos próximos anos? Teremos disponibilidade de matéria-prima para atender à demanda crescente? Quais as alternativas da indústria química no País? E as inovações trazidas pela biotecnologia ao setor químico? Afinal, quais os caminhos da petroquímica no Brasil? Tudo isso e mais um pouco serão debatidos pelos principais atores dessa indústria no cenário nacional, e mediado pelo jornalista Chico Santos, especializado na economia da indústria petroquímica.
O setor petroquímico inaugura o Ciclo de Seminários para o Desenvolvimento do Rio de Janeiro, lançado pela Companhia de Desenvolvimento Industrial (Codin) e pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (Sedeis) do Rio de Janeiro, com apoio da Agência Estadual de Fomento (AgeRio).
Data: 13 de novembro
Horário: das 9h às 18h
Local: Fecomércio – Rua Marquês de Abrantes, 99 – Flamengo