Exposição abre no dia 23/08, sábado, às 16 horas, no Galpão Bela Maré
Organizada por Daniel Senise, a exposição Travessias 3 - Arte Contemporânea na Maréconta com a participação dos artistas Barrão, Cao Guimarães, Dora Longo Bahia, Imagens do Povo, Jonathas de Andrade, Luiz Zerbini, Mauro Restiffe e Sandra Kogut (mais informações no release abaixo).
A abertura acontece no próximo sábado, 23/08, a partir das 16 horas, no Galpão Bela Maré. Travessias 3 é uma realização do Observatório de Favelas e da produtora Automatica e fica em cartaz até o dia 16 de novembro. Serviço abertura Travessias 3: Data: 23 de agosto (sábado) Horário: a partir das 16 horas Local: Galpão Bela Maré (Rua Bittencourt Sampaio, 169, Maré - Entre as passarelas 9 e 10 da Av. Brasil) Informações e credenciamento de imprensa: RPM Comunicação Érica Avelar - erica@rpmcom.com.br - (21) 3478-7437 / 98272-2337 Marina Avellar - marina@rpmcom.com.br - (21) 3478-7414/ 98272-2335 ------------------------------ RELEASE Travessias - Arte Contemporânea na Maré amplifica discussão sobre arte e espaço urbano no rio de janeiro Exposição na favela Nova Holanda abre dia 23 de agosto e reúne obras inéditas e de acervo de oito artistas e um coletivo brasileiro. Série de debates integra a programação A exposição Travessias - Arte Contemporânea na Maré chega ao seu terceiro ano de atividades se consolidando como um projeto de reflexão e discussão sobre a arte contemporânea e as transformações do espaço urbano na atualidade. Travessias 3 - Arte Contemporânea na Maré será aberta ao público no dia 23 de agosto no Galpão Bela Maré, localizado na Favela Nova Holanda, Zona Norte do Rio de Janeiro, e ficará em cartaz, gratuitamente, até 16 de novembro. Com organização do artista plástico carioca Daniel Senise, o Travessias 3 reunirá trabalhos inéditos e de acervo dos artistas Barrão, Dora Longo Bahia, Sandra Kogut, Mauro Restife, Jonathas de Andrade, Cao Guimarães, Luiz Zerbini e dos fotógrafos do Imagens do Povo, programa realizado pelo Observatório de Favelas." Partimos do nome do projeto, Travessias, que sugere integração, para convidar artistas cujas obras têm a possibilidade de criar relações com o local onde serão expostas. Considerar o contexto para escolha dos artistas se tornou uma das orientações primeiras da curadoria. Sob este olhar local, a instalação MIOLO vai envolver os fotógrafos do Imagens do Povo, da própria Maré, na criação de um relato afetivo baseado em histórias dos habitantes das favelas da região. Esta relação vem sendo aprofundada desde a segunda edição do projeto com a construção da maquete do Complexo da Maré, coordenada pelo arquiteto Pedro Évora e produzida em uma oficina no Travessias 2", explica Daniel Senise, organizador da exposição Travessias 3. A proposta de integrar criações artísticas de linguagens múltiplas - audiovisual, pintura, instalação, fotografia, objetos - e gerar um espaço de diálogo, de circulação democrática de informações e novas possibilidades de pensamento no Complexo da Maré, com a participação ativa da população local, é a mola propulsora do Travessias - Arte Contemporânea na Maré. Para potencializar as reflexões e trocas de experiências sobre a arte e a complexidade dos territórios físicos e simbólicos que se entrecruzam no ambiente urbano, o Travessias promove uma série de debates no decorrer da mostra de arte. Os encontros reúnem artistas, acadêmicos, gestores públicos, ativistas e jornalistas com o intuito de aguçar o pensamento e criar um ambiente fértil de discussão entre os moradores da Maré, os visitantes e os artistas. O Travessias 3 acontece dentro do Galpão Bela Maré e é uma realização do Observatório de Favelas e da produtora Automatica. Em 2011, a iniciativa surgiu com a primeira edição da exposição Travessias, reunindo 16 artistas plásticos e um coletivo. No ano seguinte, foi promovida a experiência LABE, plataforma que estimulou debates sobre espaço urbano, arte contemporânea e cultura digital e, em 2013, a segunda exposição Travessias 2ocupou o Galpão, com a participação de 10 artistas, lançando um olhar mais profundo sobre o complexo de favelas da região e ampliando o mapa da arte contemporânea nacional."A arte é uma condição humana, uma oportunidade de encontro entre as pessoas. E só a partir desses encontros podemos gerar uma sociedade mais justa e mais fraterna. Com o Travessias temos a chance de gerar novas discussões simbólicas a partir da Maré e chamar a atenção para a complexidade de uma favela e de uma cidade", afirma Jailson Souza e Silva, co-fundador e diretor do Observatório de Favelas. Travessias 3 é apresentado pela Petrobras, pelo Governo do Rio de Janeiro, pela Secretaria de Estado de Cultura e pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro,conta ainda com o patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro/ Secretaria Municipal de Cultura e parceria com a Redes de Desenvolvimento da Maré e a RUA Arquitetos. O projeto tem os seguintes apoiadores: Centro de Artes da Maré, Instituto JCA, Viação 1001, Tintas Coral, Millenium Transportes e Logística, Estúdio Studio, Affinitè Consultoria e Corretagem de Seguros. A exposição contará com um programa educativo para expandir a experiência da visitação do público e atender ao grande número de estudantes das escolas da região. Uma equipe multidisciplinar de educação e arte também fará visitas guiadas com agendamento prévio para grupos e instituições de ensino. Os seminários Travessias 3 acontecem no decorrer da exposição e propõe debater questões do mundo contemporâneo -da subjetividade do corpo às indagações do urbano; das construções de novas narrativas à estética pujante da periferia. Desta forma, o projeto amplia o diálogo com o público e chama a todos para a reflexão em encontros com a participação de ativistas, artistas e personalidades de diversas áreas do conhecimento. Veja programação de temas abaixo: Seminários Travessias 3 (os participantes das mesas de debate ainda estão em definição) Tema 1: Corpo também é cultura! Data: 20 de setembro, sábado Como nos expressamos por meio do nosso corpo hoje? O corpo é também lugar para transgressão? Corpo é força e beleza? Corpo é um mercado de consumo? Tem arte que liberta o corpo? Tudo isso será debatido com pessoas que pensam e agem sobre o corpo. Um corpo que também é território para o contemporâneo - na dança, na tatuagem, na virilidade, na estética, no consumo... Tema 2: Narrativas inventam a vida e a vida inventa narrativas Data: 11 de outubro, sábado Como contamos histórias hoje? Aonde realidade e representação se encontram nos livros, na TV, na internet e nos games? Criar uma narrativa é uma forma de poder? Criar, inventar e produzir uma história - este debate é com quem faz e com quem quer fazer. Tema 3: Quando as cidades ficam prontas? Data: 01 de novembro, sábado A cidade contemporânea é palco e ator de quase tudo. Mas será que chegaremos a um modelo de cidade? Quais intervenções e relações sociais e econômicas deixam marcas na cidade? Como as cidades e, mais especificamente o Rio de Janeiro, estão permanentemente se transformando neste contexto? Tema 4: As estéticas da periferia são centrais para cultura contemporânea? Data: 15 de novembro, sábado Qual o lugar da periferia na estética contemporânea? É o lugar da "cultura negra", do "alternativo"? Como o contemporâneo e a arte se relacionam com estas estéticas? Que tensões e aproximações existem entre os mercados tradicionais de arte e a arte da periferia? Breve histórico Travessias Travessias- Na primeira edição do projeto, em 2011, o projeto reuniu exposição, performances, oficinas, palestras e mostra de vídeos de arte contemporânea. Desde já, surgiu a iniciativa de criação da Biblioteca do Galpão Bela Maré que estimulava a doação de livros para o novo espaço cultural da cidade do Rio de Janeiro. Curadoria: Daniela Labra, Frederico Coelho e Luisa Duarte. Artistas participantes da exposição: Alexandre Sá, André Komatsu, Chelpa Ferro, Eli Sudbrack (AVAF), Emmanuel Nassar, Filé de Peixe, Henrique Oliveira, Lucia Koch, Marcelo Cidade, Marcos Chaves, Matheus Rocha Pitta, Michel Groisman, Raul Mourão, Ricardo Carioba, RochelleCosti, Coletivo Pandilla Fotográfica e Davi Marcos. Travessias 2 - Durante a realização do Travessias 2, em 2013, cerca de 12 mil pessoas participaram das atividades promovidas pelo projeto. Além da exposição coletiva, a programação paralela incluiu o desenvolveu da Biblioteca do Galpão Bela Maré, a realização de cinco debates e duas oficinas (design e arquitetura), a fim de criar um espaço importante de troca e reflexão ao longo do período expositivo. Curadoria: Felipe Scovino e Raul Mourão. Artistas participantes da exposição:Arjan Martins, Cadu, Carlos Vergara, Daniel Senise, Ernesto Neto, Lucas Bambozzi, Luiza Baldan, Marcelo Silveira, Ratão Diniz e Vik Muniz. Serviço Travessias 3 - Arte Contemporânea na Maré www.travessias.org.br Exposição Travessias 3 Abertura: 23 de agosto de 2014, às 16 horas Duração: 23 de agosto a 16 de novembro de 2014 Terça, quarta, sábado e domingo - das 10hs às 18hs. Quinta e sexta - das 10hs às 20hs. Entrada gratuita Local: Galpão Bela Maré (Rua Bittencourt Sampaio, 169, Maré - Entre as passarelas 9 e 10 da Av. Brasil) Informações: (21) 3105-1148 BIOGRAFIAS ORGANIZADOR E ARTISTAS - TRAVESSIAS 3 Organizador Daniel Senise Rio de Janeiro, RJ, 1955. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Pintor da geração 80, formou-se em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, onde participou de cursos livres até 1983. Foi professor na mesma escola de 1985 a 1996. Preocupa-se com o modo de percepção e construção de imagens, pensa na imagem de forma fragmentada como instrumento de significação, identificação, recuperação e conhecimento do mundo. Seu trabalho considera a memória dos espaços. Em seu processo de criação, faz gravuras de chão sobre tecidos. Os tecidos colecionados são recortados e colados para formarem desenhos da arquitetura dos espaços, usando claros e escuros para criar uma visão de perspectiva. Desde os anos 1980, vem participando de mostras coletivas, entre elas a Bienal de São Paulo, a Bienal de La Habana, em Cuba, a Bienal de Veneza, a Bienal de Liverpool, a Bienal de Cuenca, a Trienal de Nova Délhi, no MASP e no MAM de São Paulo, no Musée d’ArtModerne de laVille de Paris, no MoMA (Nova Iorque), no Centre Georges Pompidou (Paris) e no Museu Ludwig (Colônia). Dentre suas exposições individuais mais recentes, destacam-se: Daniel Senise (Silvia Cintra + Box4, Rio de Janeiro, 2011), Quase Aqui (Galeria Vermelho, São Paulo, 2011), 2892 (Casa França-Brasil, Rio de Janeiro, 2011), Eva (Centro Cultural São Paulo, São Paulo, 2009) e Daniel Senise (Estação Pinacoteca, São Paulo, 2009). Artistas Barrão Rio de Janeiro, RJ, 1959. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Autodidata, Barrão iniciou sua carreira artística no início dos anos 1980, com o Grupo Seis Mãos, desenvolvendo atividades com vídeo, pinturas ao vivo, shows musicais e performances. Paralelamente, produz seus trabalhos individuais, desenvolvidos principalmente como esculturas que partem da apropriação de objetos cotidianos. É integrante do Chelpa Ferro, com Luiz Zerbini e Sérgio Mekler, coletivo que, desde 1995, realiza trabalhos com som, operando no limite entre a instalação, o vídeo e concertos musicais. As múltiplas facetas da obra de Barrão não produzem antagonismo ou divisão, mas tonalidades afetivas e tempos distintos e complementares. Em toda a sua trajetória parece haver um senso de destruir para construir. A construção é feita com humor e vai encontrando formas, sempre contingentes, no próprio processo de juntar e colar. Nos últimos anos tem realizado exposições individuais em galerias e museus: ‘Arrumação’, na Galeria Laura Marsiaj, RJ, em 2013; ‘Mashups’, na The AldrichContemporaryArtMuseum, Ridgefield, USA, e na Galeria Fortes Vilaça, SP, em 2012;‘Natureza Morta’, Fundação CalousteGulbenkian, Lisboa, Portugal, em 2010. Alem de integrar diversas mostras coletivas, como ‘Universo Bordallo Pinheiro - 20 Bordallianos Brasileiros’, Oi Futuro, RJ, 2013; ‘Espelho Refletido’, Centro de Arte Hélio Oiticica, RJ, 2012; ‘Vestígios de Brasilidades’, Centro Cultural Santander, Recife, em 2011;Arte Pará, Fundação Rômulo Maiorana, Pará, em 2010. Cao Guimarães Belo Horizonte, MG, 1965. Vive e trabalha em Belo Horizonte. Cao Guimarães é cineasta e artista plástico e atua no cruzamento entre o cinema e as artes plásticas. Desde o fim dos anos 80, exibe seus trabalhos em diferentes museus e galerias como Tate Modern, Guggenheim Museum, MuseumofModernArt NY, Gasworks e Galeria Nara Roesler, entre outros. Participou de bienais como a XXV e XXVII Bienal Internacional de São Paulo e InsiteBiennial 2005 (San Diego/Tijuana). Alguns de seus trabalhos foram adquiridos por coleções como FondationCartierPourL’ Seus filmes já participaram de diversos festivais no Brasil e no mundo: Festival de Locarno (2004, 2006 e 2008), Mostra Internazionale d’Arte Cinematograficadi Venezia (2007), Sundance Film Festival (2007), Festival de Cannes (2005), Rotterdam InternationalFilm Festival (2005, 2007 e 2008), Festival Cinema duRéel (2005), Festival INternacional de Documentários de Amsterdam - IDFA (2004), Festival É Tudo Verdade (2001, 2004 e 2005), Las Palmas de Gran Canaria InternationalFilm Festival (2008), Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2004 e 2006), Festival do Rio (2001, 2004, 2005, 2006), Sydney InternationalFilm Festival (2008), entre outros. Dora Longo Bahia São Paulo, SP, 1961. Vive e trabalha em São Paulo. Artista multimídia. Desde 1984 trabalha com cenografia, ilustração e performance. Possui formação em licenciatura em educação artística pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP. Desde a década de 1990, seus trabalhos relatam temas como a condição urbana da violência, sexo e morte. Entre 1992 e 1995, toca baixo na banda Disk-Putas, com a qual, além das apresentações, realiza performances. Foi professora do curso de Artes Platicas da FAAP entre 1994 e 2010. De 2000 a 2003 faz mestrado em poéticas visuais na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP. Em 2010 obteve o título de doutora em Artes Visuais pela Universidade de São Paulo (USP), que resultou na publicação do livro-objeto Do Campo a Cidade. Desde 2011 faz parte do grupo de experimentação performática Cão, junto com os artistas visuais Bruno Palazzo, Maurício Ianês e Ricardo Carioba. A banda explora as possibilidades de distorção dos limites da música, da performance e da arte sonora, refletindo influências e experiências dos integrantes. Nos últimos anos realizou as exposições individuais: Desastres da Guerra (Fundação Joaquim Nabuco, Recife, e no Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto); Passageiro (Galeria Vermelho, São Paulo); Imagens claras x ideias vagas (Galeria Vermelho, São Paulo); Escalpo Carioca (Galeria Vermelho, São Paulo); Trash Metal (Galeria Vermelho, São Paulo). E participou de diversas mostras coletivas em importantes galerias e museus brasileiros e latino-americanos. Imagens do Povo O Programa Imagens do Povo é um centro de documentação, pesquisa, formação e inserção de fotógrafos populares no mercado de trabalho. É também um espaço destinado à apresentação e discussão da produção fotográfica contemporânea. Criado pelo Observatório de Favelas, alia a técnica fotográfica às questões sociais, registrando o cotidiano das favelas através de uma percepção critica, que leve em conta o respeito aos direitos humanos e à cultura local. Criado pelo fotógrafo João Roberto Ripper, em 2004, como parte do programa sócio-pedagógico do Observatório de Favelas, o Imagens do Povo tem como principais projetos: a Agência Escola, a Escola de Fotógrafos Populares, o Banco de Imagens, o Curso de Formação em Educadores da Fotografia, as Oficinas de Fotografia Artesanal (pinhole) e a Galeria 535. Jonathas de Andrade Maceió, AL, 1982. Vive e trabalha em Recife. Jonathas trabalha com instalações, vídeos e foto-pesquisas. Já realizou diversas exposições individuais e de mostras coletivas e residências artísticas no Brasil e no exterior. Realizou mostras individuais em locais como o Instituto Itaú Cultural e a Galeria Vermelho em São Paulo; Furnas Cultural no Rio de Janeiro; Instituto Cultural Banco Real e Fundação Joaquim Nabuco em Recife; KunsthalleLissabon em Lisboa, Portugal. Exposições coletivas recentes: EXPO 1: Rio, Museu de Arte Moderna [MAM RJ] - Rio de Janeiro (2013);12 New MuseumTriennial, 12 Bienal de Istambul, 7a Bienal de Sharjah, 32 Panorama da Arte Brasileira, 29a Bienal de São Paulo (2010), 7a Bienal do Mercosul (2009). Participou de programas de residências em Gasworks, Londres, e TownhouseGallery, Cairo. Foi ganhador dos prêmiosFuture GenerationArtPrize (shortlist), Prêmio Marcantonio Vilaça, PIPA (finalista), Deutsche BorsePrize (nominated). Seu trabalho está registrado nas publicações4000 disparos e Colecao Amor e Felicidade no Casamento. Luiz Zerbini São Paulo, SP, 1959. Vive e trabalha no Rio de Janeiro Artista que transita entre meios como a pintura, escultura, instalação e ilustração. Zerbini iniciou seu trabalho com a Geração 80 e é um autêntico reflexo da ansiedade do pintor contemporâneo. Dono de uma paleta rica e luminosa, ele produz desde imagens de cenas domésticas, paisagens naturais e urbanas até imagens de sentido mais obscuro ou mesmo abstratas. Zerbini justapõe estilos e técnicas, padrões orgânicos e geométricos, campos de luz e sombra, produzindo efeitos óticos que convidam à contemplação. Há mais de vinte anos expõe seu trabalho em grandes galerias e museus no Brasil e no mundo. Principais exposições individuais: Casa Daros, Rio de Janeiro, RJ (2014); amor lugar comum, Inhotim, Brumadinho, BH (2013); Papagaio do Futuro, Max WigramGallery, Londres, UK (2013); Amor, MAM, Rio de Janeiro, RJ (2012); Galeria Fortes Vilaça ,São Paulo, SP (2010); Ruído Centro Cultural Laura Alvim, Rio de Janeiro, RJ (2009); entre outras. Últimas exposições coletivas: 30x Bienal, Fundação Bienal de São Paulo, São Paulo, SP (2013); América Latina 1963-2013, FondationCartier, Paris, França (2013); Fogo Fátuo, Galeria SIM, Curitiba (2013); O Cotidiano na Arte, Santander Cultural, São Paulo, SP (2013); Espelho Refletido - O Surrealismo e a Arte Contemporanêa Brasileira, Centro de Arte Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, RJ (2012); As colunas caíram do Céu, Luz na Cidade, Rio de Janeiro, RJ (2012); 29ª Bienal de São Paulo, SP (2010); entre outros. Mauro Restiffe São José do Rio Pardo, SP, 1970. Vive e trabalha em São Paulo. A investigação formal de Mauro Restiffe abrange paisagens de São Paulo, Taipei, Istambul, interiores modernistas e retratos do cotidiano. O olhar atento do artista é revelado em suas composições de geometria precisa, estruturadas na intensa granulação e nas gradações de cinza de suas fotografias. Nas imagens de Brasília e Washington D.C, feitas durante a posse de Lula (2003) e Barack Obama (2008), respectivamente, escolhe ângulos menos privilegiados imprimindo qualidades atemporais a estes eventos históricos. Exposições individuais recentes: 2013: Obra, MAC USP - Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP; San Marco, Galpão Fortes Vilaça, São Paulo, SP; Interseção, Centro Universitário Maria Antônia, SP. 2010: Reflexões, Galeria Baginski, Lisboa, Portugal; Recorrências, Galeria Fortes Vilaça, São Paulo, SP. Exposições coletivas recentes - 2014: Planos de Expansão, Galeria Fortes Vilaça, São Paulo, SP; Ir para volver - 12th International Cuenca Biennial, Fundación Municipal Bienal de Cuenca, Cuenca, Ecuador; BeyondtheSupersquare, The BronxMuseumoftheArts, New York, USA; Duplo Olhar, Paço das Artes, São Paulo, SP. 2013: 33º Panorama da Arte Brasileira, MAM Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP; MON - Museu Oscar Niemeyer, Curitiba; Foto Bienal MASP, Museu de Arte de São Paulo - MASP, São Paulo, SP;Natureza Morta, Inhotim, Brumadinho, BH. Sandra Kogut Rio de Janeiro, RJ, 1965. Vive e trabalha no Rio de Janeiro Sandra Kogut é cineasta, estudou Filosofia e Comunicação na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Começou sua carreira como artista de performance e instalação. Suas produções cinematográficas se posicionam na interface entre documentário e ficção. Entre outros locais, tem exposto no Museu de Arte Moderna e Museu Guggenheim, em Nova York. Seu trabalho é caracterizado por experimentos de edição não-linear, abordando temas que visam criar alguma intervenção no espectador, em relação a questões sociais. Principais trabalhos: Mutum, longa-metragem (2007); Um Passaporte Húngaro, documentário longa-metragem (2001); Adieu Monde (or Pierre andClaire'sStory) (1997); Lá e Cá - vídeo (1995); Enfrançais (1993);Parabolic People (1991); What do YouThink People ThinkBrazilIs? (1990); Videocabines são Caixas Pretas (1990); MAM/Rio Hoje - documentário curta-metragem (1989); Andréia Andróide (1988). Além de seu trabalho artístico, Sandra Kogut ensina nas principais escolas de todo o mundo e trabalha para várias estações de radiodifusão brasileiras e europeias. Foi ganhadora de vários prêmios e bolsas internacionais, tendo o trabalho apoiado por instituições de renome, como a CitéInternationaledesArts, a Fundação Rockefeller e MacArthur, e a UNESCO. |
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