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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

A saúde das mulheres, seus filhos e filhas em destaque no 10º Congresso Brasileiro de Epidemiologia

Os últimos 15 anos trouxeram grandes avanços no quadro epidemiológico dos nascimentos no país. Por ano, são quase 3 milhões de nascidos vivos, em média, e que vieram ao mundo beneficiados pela redução alcançada na mortalidade infantil, motivada, dentre outras ações, por programas como o Estratégia da Saúde da Família, avanços na terapia de reidratação oral, no aleitamento materno e na redução das pneumonias e diarreias infantis.
 
No entanto, ao lado dos avanços, questões da saúde perinatal têm aparecido no dia a dia dos serviços, mas sem o devido destaque na agenda das políticas públicas, assim como a mortalidade materna ainda é alta para os atuais padrões de desenvolvimento nacional.
 
Estes temas e contradições estarão em evidência nas mesas-redondas e palestras dedicadas à saúde materno-infantil durante o 10º Congresso Brasileiro de Epidemiologia, que acontece de 07 a 11 de outubro, em Florianópolis.
 
Antônio Augusto Moura, professor titular do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal do Maranhão e vice-coordenador da Comissão de Epidemiologia da Abrasco, destaca que a escolha dos temas buscou o diálogo direto com a realidade epidemiológica do país.