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sábado, 29 de abril de 2017

I Workshop Brasileiro para Avaliação de Ameaças, Vulnerabilidades, Exposição e Redução de Risco de Desastres


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O primeiro Workshop Brasileiro para Avaliação de Ameaças, Vulnerabilidades, Exposição e Redução de Risco de Desastres – BRAHVE (1st Brazilian Workshop on Assessment of Hazards, Vulnerability, Exposure and Disaster Risk Reduction) – ocorrerá entre os dias 6 e 8 de junho de 2017, no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP, Brasil). O evento é organizado pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais – Cemaden – e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq.
O principal objetivo do Workshop é discutir a estratégia brasileira para alcançar as metas do Marco de Ação de Sendai 2015 – 2030 no contexto de pesquisas e desenvolvimentos tecnológicos em gestão de riscos e respostas a desastres. O Workshop visa ainda articular parcerias de pesquisa com grupos de outros países para estudos multidisciplinares abordando risco de desastres, especialmente em América Latina e o Brasil, além de desenvolver capacidades locais para a construção de bancos de dados de ocorrência de desastres.
Os palestrantes convidados apresentarão, nas mesas-redondas, o estado da arte em Gestão de Risco de Desastres (GRD) nos seus países, bem como conhecimentos sobre bancos de dados de ocorrência de desastres socioambientais. Também haverá Grupos de Trabalhos, com vagas limitadas, que abordarão os seguintes tópicos:
1) Pesquisa em Risco de Desastres e Indicadores de Risco;
2) Marco de Ação de Sendai 2015 – 2030; e
3) Treinamento em Bases de Dados Sobre Ocorrência de Desastres.
OBJETIVOS DOS GRUPOS DE TRABALHO
GT 1. PESQUISA E INDICADORES DE RISCO (vagas limitadas)
O objetivo deste eixo temático é debater os desafios do conhecimento em gestão de risco e desastres no Brasil, em especial sobre as diretrizes para preparação das bases conceituais dessa temática no país, em especial no contexto da estratégia nacional a ser adotada em resposta aos compromissos assumidos em Sendai, Marco de Ação 2015-2030, e ratificadas na Plataforma Regional, Montreal 2017.
Objetivos
  1. Questionar e propiciar o debate sobre gestão de risco de desastres, desde a perspectiva sistêmica-holística que integre as contribuições de todos os setores do conhecimento e da sociedade;
  2. Avaliar as metodologias atualmente difundidas no país para levantamento, sistematização e disponibilização de dados sobre ocorrências de desastres, assim como as estratégias metodológicas de construção de indicadores de risco;
  3. Discutir as causas de fundo dos desastres, com vistas à construção de uma base conceitual voltada ao planejamento do território sustentável que inclua estratégias efetivas de participação integrada de todos os setores da sociedade;
  4. Promover a discussão sobre estratégias de comunicação entre o setor acadêmico e todos os demais setores da sociedade, de forma a facilitar a integração de conhecimentos sobre risco a noção do conceito de risco aceitável, conceito que é fundamental para o desenvolvimento de estratégias de gestão do risco de desastre em todas as escalas; e
  5. Avaliar as estratégias do setor educativo na disseminação, integração e apropriação do conhecimento em risco de desastres em escolas e universidades do país.
GT 2. MARCO DE SENDAI (vagas limitadas)
O objetivo deste eixo temático é discutir os principais aspectos das metas e prioridades de ação pautadas em Sendai, Marco de Ação 2015-2030, assim como as estratégias do setor de pesquisa e do setor governamental para alcançá-las.
Objetivos específicos:
  1. Discutir os resultados das Plataformas Regional (Montreal) e Global (Cancun) em redução de risco de desastres (RRD) e os próximos passos da estratégia brasileira sobre o tema;
  2. Discutir os desafios para a consolidação da gestão integrada de riscos e desastres no contexto brasileiro;
  3. Gerar propostas para subsidiar o aprimoramento do Plano Nacional de Gestão de Riscos e Desastres.
GT 3. TREINAMENTO EM BANCOS DE DADOS DE DESASTRES (vagas limitadas)
Em Sendai, abril de 2015, os 187 países signatários do Protocolo se comprometeram em desenvolver indicadores de risco e bancos de dados de desastres em escala nacional e resolução local. Espera-se que, nos próximos anos, novos bancos de dados sejam criados e disponibilizados, e sejam planejadas estratégias de manutenção e atualização dos existentes já disponíveis. Nesse contexto, este eixo temático tem como objetivo estabelecer uma rede de cooperação nacional, entre os representantes de diversos setores sociais, para a composição, atualização, análise e divulgação de bancos de dados de desastres que possam subsidiar pesquisas e a formulação de indicadores de riscos no Brasil.
Objetivos específicos:
  1. Discutir com os especialistas nacionais e internacionais as premissas para a elaboração bancos de dados de desastres do Brasil;
  2. Promover o desenvolvimento de capacidades para documentação e sistematização de dados sobre ocorrência de desastres;
  3. Promover a discussão concernente à relevância para à pesquisa sobre ameaças, vulnerabilidades e riscos, de documentar e sistematizar as perdas por desastres em bancos de dados (históricos, prospectivos e cotidianos); e
  4. Discutir prioridades associadas levantar dados sobre ocorrência de desastres em escala local, âmbito municipal, isto é, documentar as perdas em esta escala (detalhada) com vistas à contribuir para o desenvolvimento de indicadores de risco de desastres em todas as escalas.
SESSÃO ESPECIAL “Ciência, Riscos e Desastres” – Chamada de Trabalhos Científicos (vagas limitadas)
Os participantes do BRAHVE terão a oportunidade de divulgar seus trabalhos de pesquisa como apresentação oral e/ou em sessão de pôster. Os resumos dos trabalhos, com até 200 palavras, deverão ser encaminhados ao comitê avaliador até o dia 10 de maio, através do link. Em caso de dúvidas, escreva um e-mail para: workshop.brahve@gmail.com
A comunicação dos trabalhos aceitos será feita até dia 15 de maio. Os eixos temáticos dessa sessão incluem:
  • Ameaças e vulnerabilidades socioambientais no Brasil;
  • Métodos e/ou modelagem para avaliação dos riscos e de impactos de desastres;
  • Planejamento,  gestão e governança dos riscos;
  • Educação e comunicação para prevenção de riscos de desastres.
Orientações sobre apresentação oral:
Os participantes selecionados para apresentação oral terão 10 minutos para relatar os resultados da pesquisa. Haverá datashow para exposição.
Orientações sobre o pôster:
  1. Dimensões: 90cm (largura) x 120cm (altura)
  2. Legibilidade e recursos: o texto do pôster deverá ser legível a uma distância de, pelo menos, 2 metros. Utilizar os recursos disponíveis para o pôster despertar o interesse do público
    Não é obrigatória a impressão em plotter (poderá ser impresso em vinil ou papel). No entanto, deverá possuir cordão na parte superior para fixação.
  3. No pôster deverá constar:
– Título idêntico ao do resumo submetido.
– Nomes dos autores (os mesmos do resumo submetido) e instituições
– Dados da pesquisa: introdução, metodologia, resultados e conclusões. Utilizar o mínimo de texto e o máximo de figuras, tabelas e gráficos possíveis.
– Agência de fomento: informar se houver