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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

ACRio sugere a criação do Dia Internacional da Cerveja

O Rio de Janeiro é a capital brasileira da cerveja. Com o maior consumo per capita da bebida, na faixa de 60 litros por ano por pessoa, a bebida produzida através da fermentação de materiais com amido e, principalmente, cereais maltados como a cevada e o trigo, é a grande paixão do carioca. Sabendo disso, a Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRio) quer deixar essa marca no calendário mundial, ao criar o Dia Internacional da Cerveja.

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O integrante do Conselho Empresarial de Cultura, Reinaldo Paes Barreto; o presidente do Conselho, Ricardo Cravo Albin; o presidente da ACRio, Paulo Protasio; a vice-presidente do Conselho, Vera Tostes; e o conselheiro Roberto Schmidt

O dia 28 de setembro, data escolhida para o dia do cervejeiro, é dedicado a São Venceslau. Para a sommelière e bartender, Deise Novakoski, a data pode ser usada para tornar o dia dedicado a uma das bebidas mais consumidas no mundo. O santo padroeiro da região da Boêmia, onde existem grandes produções de lúpulo e é famosa pela fabricação de alguns tipos de cerveja.
Protasio lembra que já existiram outras tentativas de criação da data, mas que não tiveram apelo mundial. De acordo com o presidente da ACRio, o Rio de Janeiro preenche todos os requisitos para chamar a atenção do mundo e também pela ligação cultural do município com a cerveja. “A cerveja não é coisa de alemão. A contribuição brasileira no quadro da bebida é de tal ordem, que a maior empresa de cerveja do mundo, a Ambev, foi criada e cresceu aqui”, exalta o Protasio.

O presidente do Conselho Empresarial de Cultura, Ricardo Cravo Albin, também ressaltou a identificação do brasileiro e, principalmente, do carioca com a bebida e disse que a cerveja deve ser considerada um patrimônio cultural da cidade. “É a bebida preferida do brasileiro. O comportamento que a cerveja provoca no brasileiro, é uma das definições das características da população deste país”, explica Cravo Albin.Além disso, o presidente ressaltou a importância da multinacional e de outras marcas de cervejas como Brahma, Bohemia e Antártica, que são brasileiras e são grandes geradoras de emprego e renda no país e, ainda, de inovação, tecnologia em suas fábricas.
Ideia que a vice-presidente do Conselho também defende. Vera Tostes citou que a cerveja é obrigatória em eventos como as rodas de samba, o final de semana na praia, o happy hour depois do trabalho. Para ela, a bebida tem um poder de agregar as pessoas sem diferença racial, econômica ou de educação. “Um Conselho de Cultura ter como tema a fabricação, a comercialização e, sobretudo, a história da cerveja, tem um valor muito grande, porque reúne a cultura e a parte dos negócios”, exalta Tostes.



Na  ocasião, foi entregue a medalha Visconde de Mauá ao Museu da Cervejaria Bohemia pela iniciativa cultural e didática da instituição. O Museu da Bohemia é uma das principais atrações de Petrópolis, com 11 mil visitantes por mês. Neste ano, o museu se transformou com novidades para atrair até mesmo turistas e petropolitanos que já conhecem o local. A principal é uma cave com 60 barris para envelhecimento das cervejas da marca. Além disso, a antes acanhada loja foi ampliada e abriu espaço para produtos da cidade que não fazem parte do portfólio da Ambev.