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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Agenda 2030 pautará seminário virtual da Rede Internacional de Técnicos em Saúde

A Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável pautarão o III Seminário Virtual da Rede Internacional de Técnicos em Saúde (Rets), organizado em parceria com a Rede de Escolas de Saúde Pública (Resp) e a Rede de Institutos Nacionais de Saúde (Rins). Para debater o tema, estarão presentes o coordenador do Centro de Relações Internacionais da Fiocruz (Cris), Paulo Machiori Buss, e o secretário executivo da Rins, Felix Rosenberg. O debate, que será mediado por Geandro Ferreira, coordenador de Cooperação Internacional da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), está marcado para o dia 18 de outubro, às 10h, no auditório da ENSP, e será transmitido ao vivo pela WEB, com tradução simultânea para espanhol. Os interessados podem acompanhar o evento presencialmente ou via Internet, por meio do link:www.fiocruz2.tvq.com.br.
 
 A Agenda 2030 da ONU para o desenvolvimento sustentável - o ‘Futuro que Queremos’
 
‘Agenda 2030’ foi o nome dado ao compromisso assumido por chefes de Estado e de Governo e altos representantes, reunidos, de 25 a 27 de setembro de 2015, na sede das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Naquela ocasião, em que a ONU comemorava 70 anos de existência, estava sendo definida uma nova agenda global de desenvolvimento Pós-2015, ano que marcava o término do prazo para cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).
 
A Agenda 2030 é composta por 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas correspondentes (https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030), além de propor meios de implementação que permitirão a concretização desses objetivos e de suas metas.
 
De acordo com o documento, apesar de os ODM terem fornecido um quadro importante para o desenvolvimento e terem resultado em um progresso significativo em diversas áreas, não houve igualdade nos processos e muitos países, especialmente os menos desenvolvidos, acabaram não chegando aos patamares desejados. A nova Agenda, portanto, pretende completar o que não foi alcançado e beneficiar, particularmente, as populações mais necessitadas.
 
Os signatários do compromisso reconhecem que o cumprimento da Agenda exige uma parceria global revitalizada. Eles também reafirmam a necessidade de trabalhar em um espírito de solidariedade global, em especial a solidariedade com os mais pobres e com as pessoas em situações vulneráveis. A ideia é que a implementação de todos os Objetivos e metas só será possível se os governos, o setor privado, a sociedade civil, o Sistema das Nações Unidas e outros atores trabalhem em parceria a fim de mobilizar todos os recursos disponíveis. O compromisso também ressalta que cada país é o principal responsável pelo seu próprio desenvolvimento econômico e social, cabendo ao mais desenvolvidos, entre outras coisas, um esforço para mobilização de recursos financeiros, bem como para desenvolver capacidades e a proporcionar transferência, em condições favoráveis, de tecnologias ambientalmente adequadas para os países mais pobres.
 
Acesse o documento final da agenda pós-2015 ao lado ou acesse no formato PDF em português (clique aqui) e em inglês (clique aqui).