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quarta-feira, 3 de maio de 2017

ACRio e Assespro-RJ vão criar espaço para monitorar a área de inovação do Rio de Janeiro

A Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRio) e a Associação de Empresas de TI do Rio de Janeiro (Assespro-RJ) estão organizando um projeto chamado Inovômetro. O contagem vai medir o grau de capacidade de inovação do estado, além de prestar serviços ao empresário e ao público em geral. O presidente da ACRio, Paulo Protasio, explica que a inserção do Inovômetro na cidade do Rio de Janeiro está nos últimos detalhes. “Estamos na fase final para a implantação do projeto, porque não queremos deixar ninguém de fora. Já temos um local para a implantação do placar que será o Museu do Amanhã. Além disso, o local terá uma área para tirar dúvidas e informações mais precisas”, afirma Protasio.
O Inovômetro conta, também, com a parceria da Fundação Getúlio Vargas (FGV), da Columbia University, do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração da UFRJ (Coppead) e de todos os Conselhos Empresariais da ACRio.
O presidente da ACRio lembra do Impostômetro, painel que está localizado no prédio da Associação Comercial de São Paulo que mostra o valor total de impostos pagos pela população brasileira em tempo real. Protasio ressalta a importância e a referência que o projeto tem para o Brasil e explica que o Rio, com a iniciativa do Inovômetro, tem o knowhow para o setor de inovação. “É claro que a parte tributária nos preocupa, nos atinge, mas o Brasil está mudando. O papel do Rio de Janeiro é muito importante. Nós somos a maior concentração acadêmica e científica da América do Sul. Isso nos capacita a termos esse termômetro no Rio”, observa o presidente durante entrevista a Rádio CBN.
Protasio afirma, ainda, que a tecnologia é o sangue de todo o processo e que, sem ela, não há como mensurar ou fazer com que o projeto funcione. “Hoje em dia, a tecnologia é necessária em qualquer área. E o Rio de Janeiro pode, com essa iniciativa, mostrar o papel que o país pode ter, em nível mundial, na sua criação e na sua participação de sistemas”, conclui.